[ONE POST] Insanity - 11/08/15

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[ONE POST] Insanity - 11/08/15

Mensagem por Caos em Sex Mar 13, 2015 12:03 pm

1. narração


Hunter agora era um filho de Poseidon e por mais que as vezes pudesse ser irreal e até um pouco injusto, ser filho de um dos três grandes acarretava em responsabilidades grandiosas diante do Acampamento, mas era obvio que cabia a cada um deles entender por si mesmo o limite entre as obrigações e o livre arbítrio. Quíron novamente o convocava, após a missão de limpar os Campos de Morango, que correu bem sucedida, Hunter teve um dia inteiro para fazer o que bem entendesse, e então, o dever lhe chamava.

O centauro tinha uma expressão cansada e claramente entristecida, por mais que muitos deles não lembrassem, Quíron era parte da fauna do Acampamento Meio-Sangue, e sofria tanto quanto as náiades, ninfas e sátiros que ali viviam naquele momento. A diferença era a experiência, Quíron era um ser antigo, muito antigo, e sabia se forçar a aguentar diante de situações difíceis. Mas aquela parecia que ia durar muito mais do que o esperado.

Quando Hunter chegou, não se delongou a explicar motivos e dar sermões sobre suas responsabilidades, além claro de alertar que tomasse sempre cuidado, o que seria sua maneira normal de agir. Mas dessa vez não, o centauro foi simples e direto: "Há um problema na floresta, próximo ao rio, três sátiros se descontrolaram completamente, não sei se foi a escassez ou outra coisa, mas estão loucos, destruindo tudo que encontram, inclusive árvores importantes para as ninfas e náiades do Acampamento, preciso que controle a situação".

Instruções dadas, o centauro se retirou antes de qualquer questionamento, sumindo da vista de todos para seu canto. Poucos compreenderiam seu sofrimento naquela altura, talvez nem o próprio compreendesse. Porém, Hunter tinha trabalho a fazer, e trabalho dado era trabalho cumprido. Se adiantou para a floresta para encontrar a situação, e não demorou para entender o caos que se fazia presente. Galhos caídos e quebrados, terra revirada, árvores dilaceradas, e em uma clareira a cerca de dezoito metros do rio que corria próximo, três sátiros, dois armados com adagas e um com uma flauta de madeira quebrada ao meio, corriam e batiam em tudo, inclusive neles mesmos.

As criaturas berravam, surravam e dilaceravam árvores, além de bater a cabeça uns com os outros, como bodes loucos disputando território. Hunter pode ter um vislumbre dos ciclopes devorando terra com o olhar vidrado, e assim como os sátiros, se raciocinasse da maneira correta, entenderia que todas as criaturas estão começando a surtar, e isso inclui Quíron, que ao contrário dos outros, se força a resistir. Agora, tinha de por um fim naquela loucura.

2. diretrizes


- A missão é simples, existindo mais um conflito da trama do que um combate épico. Não falarei muito, apesar vou enfatizar o objetivo da missão: controlar a situação. Prenda sua atenção nisso e reflita, o objetivo está mais do que claro, e deve ser seguido à risca.
- Tem 48 horas para postar, logo que postar avaliarei para te liberar para uma próxima atividade.
- Dúvidas por MP ou contato pessoal.

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Re: [ONE POST] Insanity - 11/08/15

Mensagem por Hunter Butler em Sab Mar 14, 2015 3:43 pm


too much time together
ajudando sô' quíron e o acampamento
O motivo era desconhecido; Hunter fora convocado por Quírion, e ao que parecia ninguém tinha conhecimento do que se tratava. Assim, depois de salvar os campos de morangos, o rapaz encaminhava-se para uma nova reunião na Casa Grande com o Centauro, desta vez sozinho. – 'Tô 'tô. Sô' Quíron? – Pela boa educação oferecida na sua infância, Hunter bateu na porta de madeira entres de entrar. Olhou pela ranhura da porta entre-aberta, esperando uma resposta. A presença do centauro foi suficiente para que o filho de Poseidon entrasse, segurando as perguntas sobre o verdadeiro ignifaco daquele encontro. No entanto, as razões não foram o maior choque. O cabelo caindo até ao queixo, as olheiras que marcavam o seu rosto e a sua expressão cansada e doentia; Quíron começava a parecer diferente, de um dia para o outro. – Está tudo bem? – Questionou o rapaz, fechando a porta atrás de si, avançando na direção do Diretor de Atividades. Porém, sem muitas delongas, Quíron não necessitou mais do que dois minutos para explicar a situação. – Tudo bem, vou ver o que posso fazer. Hm, as melhoras, Sô' Quíron. – Um grupo de sátiros estava descontrolado, sem causas definidas, e cabia ao rapaz que controlasse a situação. A sua relação com as criaturas nunca tinha passado para algo hostil, mas mesmo assim Hunter teria que se prevenir. Afinal, ele não sabia do que eles estavam em condições de fazer.
A sua passagem pelo chalé fora rápida; trouxera o seu arsenal, revistou o mapa do acampamento uma última vez e libertou Dora Green-Foot - a sua pégaso -, para que esta seguisse o seu dono. Seria uma ótima ajuda, na busca do grupo ameaçador, ter olhos no céu. – Talvez... Talvez se for por esta rota será mais perto e poderei encurrala-los junto ao rio. – Definia pensamentos, estratégias, qualquer tipo de ideia que o ajudasse na situação onde se encontrava. Ele não queria ferir as pobres criaturas, que talvez nem tivessem conhecimento do que estavam a fazer. Ele teria que tomar extremo cuidado com isso.

(...)

Dirigiu-se para a floresta. Não portava escudo, apenas a espada na sua devida bainha e a sua besta presa às costas. Dora voava sobre as árvores verdes, alternando o terreno de busca, voltando a terra para conseguir encontrar o dono. Hunter, por sua vez, entregava-lhe pequenas cenouras quando a criatura retornava, e ainda elogiava a sua ajuda. Ele sabia que aquele tipo de animais sentiam os sentimentos referentes aos donos. Se Hunter estivesse preocupado em encontrar os sátiros, Dora também estaria. No entanto, não fora preciso uma busca muito avançada quando começou a notar diversos galhos partidos espalhados pelo chão, troncos de árvores despedaçados a meio e os berros lunáticos, vindos de norte. Assobiou, mandando a pequena Dora aterrar, entregando uma cenoura à equina, para que este se mantivesse ocupado. – Ótimo trabalho, Dora. – Hunter retirou a sua besta das costas e ajustou a mira da arma. O pequeno vidro côncavo, preso a um pedaço de ferro, alargava a visão do rapaz, permitindo observar a situação de longe. Escondeu-se entre uns arbustos e, delicadamente, visou pela primeira vez o terreno. A destruição continuava, ao longo do rio, deparando-se com o pequeno trio de sátiros. Os seus berros não eram só audíveis a uma distância considerável, mas também eram particularmente hediondos. Hunter só teve o leve deslumbre da imagem que vira dos Ciclopes, vidrados, a devorar a terra. – O que é que está a acontecer com estas criaturas, por Zeus. – Refletiu, notando que o estado cansado de Quíron não seria uma simples coincidência. – Ok, Dora. Sabes como é. Quantos mais aros passares, mais cenouras ganhas. Fica. Aguarda o meu sinal. – Hunter voltou a guardar a besta nas suas costas, retirando a espada da bainha.

Primeiro, formaria uma distração. Segundo, trataria do sátiro menos perigoso, para não ser interrompido. Os sátiros armados com armas letais seriam defrontados com a ajuda do rio. Não demorou muito até Hunter ter uma estratégia bem definida e coerente. Porém, o grande pilar que segurava o plano era o espaço. Ele não poderia deixar que as criaturas fugissem daquele local. Era crucial.

A prole de Poseidon estava cada vez mais perto do confronto. Sentia o rio a fluir, e a confusão que os sátiros faziam questão de continuar a criar. Focou-se na água à sua frente. O ritmo do rio abrandara, e e um pedaço de água começara a subir, formando um corpo humano. Aos poucos, o corpo de água tomou a tonalidade de humana, quase como se fosse tangida por uma tinta, até formar um clone semelhante ao seu criador, Hunter. O clone não perdeu tempo em causar a distração. Lançou-se contra o trio, atacando os sátiros com os próprios punhos, dando tempo ao rapaz para se enquadrar no terreno. Hunter correu até ao rio, lançando-se para a água. As suas habilidades permitiam que o rapaz pudesse andar sobre a água, tornando-a tão sólida como o chão. Chegada a altura, o seu plano podia ser executado.
Hunter vislumbrava a luta entre o clone e os três sátiros. Este, focava-se no sátiro da flauta partida, não ignorando completamente os outros. O clone abriu os braços, e abraçou o sátiro que mantinha a atenção de forma intensa, puxando-o para dentre de água. Os seus berros não eram mais lunáticos, dando lugar a gritos de pânico e terror. Tal como o dono, o clone também conseguia andar sobre a própria água do rio, puxando o sátiro abraçado até Hunter, que permanecia a vislumbrar os acontecimentos. Os outros dois sátiros, lunáticos, tentavam seguir o companheiro, mas assim que notaram que não iriam conseguir, começaram a recuar. Hunter não podia permitir que tal se sucedesse. Quando alcançou o filho de Poseidon, o clone desfez-se novamente em água, e o sátiro caiu ao rio, de barriga para cima. Hunter agira rapidamente, abrira a mão, criando uma bolha ao redor do sátiro de baixo de água. Apesar da pouca profundidade do rio, foi possível imobilizar o sátiro no seu interior. – Holéé! Um já está, faltam dois! Dora, agora. – Hunter assobiou, usando a hidrocinese para criar um aro atrás de si, através da água do rio. A pégaso surgiu das ramagens e arbustos verdes, na direção dos sátiros que tentavam fugir. As correntes criadas por Dora faziam o seu trabalho, obrigando os sátiros a recuarem novamente para a margem do rio. O filho de Poseidon, armado com a sua espada, correu até terra, enquanto Dora voava na direção do aro criado por Hunter, fugindo da confusão.

Hunter valia o seu título. Ele era um filho dos Três Grandes, e desde que o tinha descoberto, tinha treinado tanto como um veterano. – Desarmar. – Movimentou a espada, não com a melhor perícia, mas o suficiente para fazer os sátiros mudarem de direção. Agora, Hunter estava frente a frente ao rio, e os sátiros estavam entre ele. Era a sua oportunidade de ouro. – E depois acabar com eles. – O rapaz lançou-se contra os sátiros, cortando o espaço entre eles. Com a espada, defendeu a tentativa de corte de um dos sátiros, colocando-a paralelamente ao chão. Porém, sentiu um corte profundo na sua pele. – Sério, mano, o que é que se passa com vocês? Costumavam todos ser paz e amor, agora estão lokitos. – Desta vez, quem recuou foi Hunter, observando o seu ferimento. A adaga estava espetada no seu bícep, e a dor tornava-se cada vez maior a cada segundo. Além do mais, era a mão que transportava a espada. – Muito obrigado, sério. Agradeço pela vossa simpatia. – Afirmou Hunter, irónico, abrindo a mão livre na direção do rio. Uma boa quantia de água subiu o leito e voou, disparada, na direção do rapaz, circundando-o num circulo. O filho de Poseidon tirou a adaga do músculo. O sangue escorreu-lhe pelo braço, mas rapidamente pôde sentir um alívio na dor. A água que o circundava tocava ligeiramente na ferida, curando o rapaz aos poucos. – Agora, vamos ao que interessa, não é mesmo? – Sátiros eram criaturas racionais. Se tivessem visto o rapaz a curar-se e o quisessem acertar, já o teriam feito. Mas, no entanto, não o tinham feito. Em vez disso, viraram-se um contra o outro. Hunter usou a água que possuía à sua volta; controlando-a, dirigiu-a com força em direção ao sátiro desarmado, como um jato de água. Quando a criatura caiu ao rio, o rapaz fez exatamente o que tinha feito com o primeiro, criando uma bolha que o deixasse respirar dentro de água, prendendo-o.

Só faltava mais um. – El Vaquero, é a tua vez agora. – Disse, avançando novamente com a hidrocinese no rio, criando um aro atrás do sátiro, que girava a sua adaga nas mãos, pronto a atacar. Eis que aparece Dora, vinda dos céus com velocidade. Bateu as asas com força e passou o novo aro. – Dois aros, duas cenouras. – O sátiro não entendera, até sentir as patas da equina nas costas, atirando-o de barriga para o chão. – Linda menina, Dora! – Hunter aproximou-se do sátiro final, desarmando-o, imobilizando as suas mãos para que não se conseguisse levantar.

(...)

Hunter, com a ajuda de uma corda, prendeu as mãos dos três sátiros e levou-os até ao acampamento. Entregou-os a Quíron, e marcou a localização dos principais estragos num mapa, para que os filhos de Deméter fossem mobilizados, para reconstruir o espaço florestal. Após toda a confusão, pôde finalmente acariciar o dorso da pequena pégaso. – Quantos aros foram mesmo? Dois, não é? – Brincou, entregando-lhe as duas cenouras prometidas, amigavelmente.


Considerações:
Arsenal Usado:
Espada Sísmica [Bronze Celestial // Uma espada forjada em bronze celestial com a lâmina em um azul esverdeado. Sempre que é cravada contra o chão causa pequenos tremores que desequilibram todos a sua volta, inimigos e até mesmo aliados, não afetando apenas o dono da arma. Quando não está em uso transforma-se em um anel de prata com o símbolo de um tridente // Presente de reclamação de Poseidon].

Besta de Repetição [Madeira e Aço // Besta de madeira e reforçada com aço. Modificada para possuir um tambor de giro automático, permitindo que atire até cinco dardos seguidos como uma metralhadora // Comprado na Loja do Acampamento]
Poderes Usados:
Clone Marítimo – Através da manipulação de água, o filho de Poseidon cria um clone de água seu, que assumirá a aparência real do semideus, sem transparecer que é feito de água. O clone só poderá usar golpes físicos ou poderes passivos que envolvam água, gastando a do próprio corpo. [ATIVO]

Bolha de Ar – O filho de Poseidon poderá criar uma bolha ao redor de seus aliados, permitindo a respiração embaixo d’água e que eles não se molhem. [ATIVO]

Príncipe dos Mares – Quando na água – mares, rios, lagos, piscinas – o filho de Poseidon terá a própria força e velocidade aumentadas. [PASSIVO]

Hidroterapia – O filho de Poseidon, ao estar em um contato mínimo com a água – apenas um dedo, por exemplo – , terá os ferimentos curados, recuperando assim 20 de HP por turno. [PASSIVO]

Andar sobre a Água – O filho de Poseidon agora pode andar sobre a água com perfeito equilíbrio, podendo correr mais rápido do que se fosse em terra. [PASSIVO]

Hidrocinese – O filho de Poseidon, ao concentrar-se na água próxima de si, consegue controla-la. No máximo 1 litro de água por nível (11 litros, nível 17), a no máximo 20 metros de distância da fonte – local no qual a água está para ser controlada – por nível (220 metros, nível 17) . [PASSIVO]
Mascote:
• Pégaso (Dora Green-Foot) [Filhote // Nível 02 // 100 PV // 100 PR // 2 L  // É uma espécie de cavalo alado branco, mas sendo filhote, não passa de um potro com asas. Quando maior, atinge uma velocidade de 60km/h em terra e 100km/h em ar. // Voar, mordida e coice // É um equino mágico, sendo assim, ao agitar suas asas, causa uma corrente de ar forte contra o inimigo, podendo afastá-lo, além disso, esta corrente é cortante.]


Cause I'll tell you everything about living free, Yes I can see you girl can you see me, Go and see the sorcerer look into a ball


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Re: [ONE POST] Insanity - 11/08/15

Mensagem por Caos em Dom Mar 15, 2015 5:10 pm

1. avaliação


Hunter
Muito boa missão. Gostei da forma que priorizou a contenção dos Sátiros, sem precisar os agredir seriamente ou os ferir de verdade, apenas os guiando de forma inteligente até a água para que os prendesse com seus poderes como filho de Poseidon. Agora que é um Conselheiro de Chalé é extremamente importante manter essa conduta firme e bem decidida, e me agrada que continue nisso. Insisto que olhe os poderes de Poseidon que dependem de Fama, pois provavelmente já ganhou algum novo pelos pontos de fama que adquiriu até o momento.

Sobre a missão em geral, tiveram alguns movimentos que foram descritos de forma um pouco confusa, e confesso que a diferença sutil entre as línguas pode ter sido a causadora disso na maior parte das vezes, e não descontei, e nem descontaria, por isso, o português lusitano e o português falado no brasil são línguas distintas e te julgar por isso seria irracional. De qualquer forma, pouquíssima coisa foi "incompreensível" no quesito de significado das palavras, e o desconto que fiz foi pela dificuldade de visualizar os movimentos que o personagem faria através da sua narração, peço que revise sempre movimentos de batalha para tentar sempre descrevê-los de forma mais clara e simples possível, sem abrir brechas para segundas interpretações. No mais, muito boa missão, parabéns.

- XP: 161, ou, 1 nível e 61 XP.
- Dracmas: 80 dracmas.
- Fama: +7 (+2 conclusão de missão; +5 contenção dos Sátiros sem ferimentos graves).
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