— How to be a Cracker

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— How to be a Cracker

Mensagem por Annie Schweitzer Löwin em Sex Mar 20, 2015 3:03 pm


pretty little time bomb

AnnaLynne "Annie" Schweitzer Löwin
15.01.1998, San Diego - 17 anos
 California | Texas | New York
Area 51 
PLAYER: Betina (Carolina)
✖ Dados gerais; Annie é nascida em San Diego, no estado da California. Filha da xerife Natasha Schweitzer, a garota não sabia de suas verdadeiras origens que levavam-na a essa ligação com seu verdadeiro pai: Ares, o deus da guerra. Seu pai adotivo chama-se Charles Löwin — mestre de savate e boxe — cujo ela nem fazia ideia de que não era do mesmo sangue até chegar ao Acampamento Meio-Sangue.

✖ Psicológico; A garota possui uma incrível personalidade; com uma aura peculiar que se assemelha à mistura impossível do fogo com o gelo. Apesar de ser uma semideusa cheia de seus defeitos, nunca se viu melhor pessoa como companhia. É como uma filha de Ares típica, porém há resquícios em seu caráter que lhe tornam única. É extremamente irônica. Seu sarcasmo é um reflexo deveras natural. Ela é um pouco mais racional que os demais, porém isso não quer dizer que sua raiva é menor. Annie fica de cara fechada muito facilmente quando algo vai contra seus ideais, e quando alguém consegue tirá-la do sério ou duvida de sua capacidade, a filha de Ares fica totalmente fora do sério.

Ela sabe muito bem tirar vantagem da ira que as proles do deus da guerra tem, e sua vasta experiência adquirida numa escola militar de meio período a fez ter uma grande noção de como se travar batalhas; tanto as físicas quanto as mentais. Apesar de não ser um gênio e de odiar o ato de estudar, ainda possui um considerável nível de inteligência que provêm de sua força de vontade para adquirir conhecimento. Adora intrigas, e onde há algum indício de briga, Annie incita o ato para que tudo fique ainda pior. A garota não segura o ato de rir da desgraça alheia, principalmente de seus amigos. A garota também nunca mede a sua sinceridade, e sua franqueza torna-a uma ótima conselheira.

É um pouco hostil, contudo é essa hostilidade que a torna muito mais real. Tendo em vista sua sinceridade, pode-se dizer que Annie é uma das pessoas mais confiáveis e que ela nunca está mentindo. De fato, ela não consegue mentir para quem ela gosta. Quando se trata das pessoas com quem ela se importa, a filha de Ares é uma péssima mentirosa. Isso a torna uma das melhores guerreiras, e também uma das melhores amigas. A garota se considera seu próprio sargento, pois é extremamente rebelde e odeia receber ordens. Independente de quem seja a quem se dirige, ela bate o pé em função de seu orgulho e não baixa a cabeça para ninguém. Muito teimosa, impaciente e perseverante quanto aquilo que defende. Além de tudo, Annie é extremamente objetiva e o modo como é decidida é muito louvável.

✖ História; AnnaLynne sempre foi prometida para ser uma semideusa de extremo poder. Tudo isso começou na bela cidade de San Diego, localizada na California. Sendo um natural imã para problemas, o deus grego Ares — em sua forma humana — andava em alta velocidade com a sua moto Harley, e como sempre interferia de maneira negativa nas missões dos semideuses, pedindo favores e incitando pequenas guerrilhas em prol da sua diversão. Além de ganhar uma multa por alta velocidade, o mesmo encontrou uma advertência grudada em seu veículo por uma jovem e linda policial, logo após dificultar a vida de três semideuses em missão. Apesar da farda da mulher, o deus da guerra conseguia reconhecer muito bem as guerreiras mais belas. Natasha Schweitzer chamou sua atenção por não se deixar intimidar por um grandalhão de corte rente militar, jaqueta de couro e botas pesadas.

O deus grego seguiu a moça, que sempre enxergava demais, até a pequena cidade de Beeville, no Texas; onde ela se tornou xerife das redondezas. Insistência e casos à parte, Ares e Natasha acabaram por se enamorar e o deus da guerra deixou a mulher com uma de suas proles. AnnaLynne não possuía o mesmo porte forte e cheio de poder do deus Ares. Ela apenas herdou os olhos escuros e soturnos de seu pai. Fora isso, a garota conseguiu a boa genética de sua mãe. Loura, com expressões firmes, intimidadoras e misteriosas, além de uma beleza selvagem que prometeria chamar a atenção de qualquer garoto que fosse curioso suficiente para tentar domá-la. AnnaLynne, ou simplesmente Annie, foi criada com disciplina, firmeza, e apesar de tudo isso foi tratada com muito carinho. Teve um padrasto — que sempre pensara ser seu verdadeiro pai — que até então é um mestre de savate e boxe; Charlie Löwin. Natasha também não sabia sobre a verdadeira paternidade de Annie, porém ambas enxergavam demais e guarneciam esse segredo consigo mesmas. Por saber muito mais que deveria, Annie possuía um forte cheiro de semideusa.

Seu avô materno, Ozzy Schweitzer, sugeriu à sua filha que mandasse a menina para um colégio militar com o intuito de dar uma boa educação e proteção à menina. A garota se mudou para Las Vegas, em Nevada; lugar onde a história da família realmente começou. Seu avô parecia guardar vários segredos e compartilhava várias histórias com a neta quando a mesma chegava da escola para sua casa. Muitas delas pareciam envolver deuses da guerra — tanto gregos quanto romanos — e uma antiga base militar denominada Paradise Ranch; mais conhecida como Área 51. O que Annie não sabia era que a escola militar secreta em que se encontrava permanecia muito perto do deserto onde se encontra a famosa Área 51. As histórias ficavam guardadas na mente de Annie por vários anos, até que ela completou quinze anos de idade. Movida pela curiosidade, uma de suas colegas de turma — que na verdade era uma empousai que atraía a semideusa para uma armadilha — levou-a para as fronteiras da Área 51, onde um tiroteio quase a eliminara se não fosse seu superior na escola militar.

Sargento Garcia, na verdade, era um velho sátiro que estava na escola militar justamente para proteger a menina do mal do mundo divino. Saindo de Nevada, o sátiro encaminhou a garota até NY num mar de dificuldades, afinal a mesma enxergava e sabia demais para alguém que mal havia abandonado a vida de mortal. Dentro de um mês, Annie já havia chegado em Long Island com o velho Sargento Garcia, ou somente o sátiro turrão Garcia.

Uma coisa que ela nunca contou para ninguém do acampamento foi sobre a perda que ela havia tido no meio do caminho. Uma semideusa chamada Isabelle — que não estava nos planos de ser resgatada por Garcia — apareceu, e Annie tomou as dores da menina como as suas e exigiu que a garota fosse junto com eles. Pouco depois de ser reclamava como filha de Apolo, Isabelle foi morta por uma dracaenae e mesmo depois de dois anos, Annie se culpa pela perda da amiga. É um segredo que guarda consigo mesma; algo que marcou sua aura permanentemente e a fez despertar um instinto protetor de guerra que ela mesma ainda desconhece. Até hoje seu avô acoberta o desaparecimento dela para Natasha e Charlie, porém envia as cartas da menina para seus pais. Annie ainda não sabe porquê seu avô sabe tanto sobre o mundo dos deuses, mas ela pensa que quanto menos ela souber, melhor será.


✖ Peculiaridades; - AnnaLynne nunca contou sobre seu verdadeiro nome para ninguém, simplesmente se apresentando como Annie para os semideuses que conhece no Acampamento Meio-Sangue.

- As comidas favoritas da menina são chilli — muito embora prefira este sem muita pimenta — e temaki com salmão e cream cheese. Annie não é muito chegada em sobremesas, mas a sua predileta é pudim.

- AnnaLynne ainda não descobriu um medo. Um de seus meio-irmãos lhe disse um dia que seu próprio pai aparecera para ele e dissera que apenas os loucos e os tolos não tem medo. Annie não é nenhuma tola. É esperta até demais, e sua imprudência pode até mesmo chegar a ser uma loucura suicida.

- Apesar de não gostar de estudar, Annie gosta de se testar com alguns problemas de lógica e possui uma boa memória para detalhes que poucos dão genuína atenção.

- A filha de Ares guarda consigo um colar com plaqueta de identificação onde se lê: "A. Schweitzer; 15.01.1998". Sua própria marca de passagem pela escola militar perto da Área 51.

- A menina simplesmente adora canetas marca-textos. Diz ela que, se ela pudesse, marcaria todos os momentos significantes de sua vida com a coleção de canetas marca-textos que possui. Também deveja uma maneira de pintar cada semideus e mortal que conhece com seus marcadores para identificá-los como amigos, amores, indiferentes, companhias duvidosas, rivais ou inimigos.

- Apesar de ser um livro aberto por sempre estar dizendo o que pensa, tudo aquilo que se passa na cabeça da garota é algo de grande mistério até mesmo para seus amigos. Muito embora seja objetiva, sua trajetória e história é tão complexa que acaba a tornando tão complicada quanto qualquer outra garota.

- Annie possui grande vício quanto chicletes. Ama todo e qualquer tipo de gomas de mascar. Possui o irritante hábito de fazer uma bolinha de chiclete aparecer fronte seus lábios em lugar de uma resposta, simplesmente por não estar com nenhuma vontade de se dignar a retrucar alguém.
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Progênie de Ares
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Annie Schweitzer Löwin
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