Growing Strong

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Growing Strong

Mensagem por Remo L. Pride em Seg Mar 23, 2015 12:42 pm


GROWING STRONG
COMO UM INTERCESSOR

“Faça aquilo.”
“A floresta esta sendo atacada”
“Remo, ajude nos campos de morango.”


Algumas situações tendem a ficar insuportável. Porém, se curvar para continuar crescendo é algo natural das plantas. Não era nada demais, se eu continuasse sendo forte e de certa forma, admirado naquele meio.
Era um bom intercessor.

I’m Growing Strong.

●●●

De certa forma, cada chalé brandia seu estandarte sempre que possível. Filhos de Poseidon erguiam seu tridente a cada segundo, os de Zeus sempre brandiam suas espadas elétricas.
Tridentes, águias e cães infernais. Monstros pavorosos, claro, principalmente por se completarem, afinal.
Os raios rimbombavam no céu causando as mais fortes tempestades, e então levando a água até a terra. Porém, quando tudo isso passava, era vez da flor brotar, e crescer, se espalhando com seus perigosos espinhos. Mas se esqueciam sempre disso.





-A única coisa que podemos fazer é procurar o monstro que fez isso. Ele provavelmente esta na floresta. Sempre estão lá…
Era uma simples reunião do conselho de Monitores. E o motivo daquilo era algum monstro ter invadido o acampamento, o que se tornava cada vez mais rotineiro. Porém, dessa vez o acampamento tinha tido danos. Parte do chalé de Athena tinha sido totalmente quebrado. Parte do teto arrancada e varanda completamente suja de restos de morangos. O mais incrível de tudo, era a parte onde ninguém sabia o que tinha feito aquilo, ou aonde tinha se enfiado. Todas as evidências encontradas apontavam que o maldito tinha saído da floresta, e as mesmas evidências apontavam que tinha voltado para lá, porém, era incrível o fato de ninguém saber como um monstro grande o suficiente para esse feito se enfiou lá.
Os filhos de Athena já tinha reconstruído tudo em tempo recorde, claro, mas acordar com parte de seu chalé devastado e nem sequer saber explicar o ocorrido, era algo no mínimo inquietante.

Com o ocorrido, Quíron ordenou que os monitores se juntassem em uma reunião, e iriam juntos, decidir o que fazer para solucionar aquilo.
A maioria das ideias era coisas que me davam sono, ou vontade de rir.
Armadilhas, vigias e suposições sobre ataques de monstros lendários, porém, não era mistério o que tinha feito o ataque. Não para alguém que consegue conversar com árvores, ou alguém com uma boa mente.
Um garoto em especial não parava de tagarelar sobre manticoras e Quimeras, o que me fez levantar enquanto estiquei o mapa do acampamento sobre a mesa.
-Qualquer letrisgão médio poderia passar pelas harpias a noite. O mesmo poderia facilmente ir até o chalé e destruir boa parte com uma bola de destruição ou algo do tipo.
-Como faria isso sem acordar o acampamento todo? -Quíron indagou.
-Seria fácil. Se tivesse ajuda, não acha?
A frase ocasionou um certo burburinho entre os monitores, mas somente continuei, deixando a dúvida no ar.
-Nosso dever é proteger nossos irmãos mais novos e representar nossos pais aqui. Façamos um grupo de busca, e então executamos o letrisgão. Simples, na verdade.
Dessa vez ninguém se colocou em pé, ou falou contra. Todos permanecemos sentados enquanto Quíron coçava a barba.
-Montem cerco. Peguem suas armas. Quero vocês na entrada da floresta as sete, e sem atraso. Não irão ficar lá muito tempo durante a noite.
Era por volta de seis da tarde. Ficamos a tarde toda até ter uma conclusão. Minha ideia tinha o apoio dos monitores, e então, nenhum de nós perdeu tempo.

Antes mesmos das sete, Quíron chegou. Todos os monitores já estavam postos. Procuravam pelo letrisgão e por qualquer monstro que estivesse na parte “clara” da floresta, e ao contrário do que a maioria pensava, referir a parte clara não era algo tão seguro assim… Não mais.
Assim, os monitores todos adentraram a floresta, sobre os avisos numerosos e repetitivos do centauro. Não tínhamos um plano específico. Se ficássemos pensando muito o monstro logo se perderia além das fronteiras mágicas. Mas o primeiro erro de estratégia foi breve. Assim que adentramos, a maioria se separou. Seja por ego, ou por vontade própria de dizer; “EU quem consegui.”
Os monitores eram na verdade responsáveis pela segurança, mas a gloria acabava provocando mais que isso. Acabava falando mais alto, e isso evitava que a maioria deles fossem amigos, e claro, também refiro a mim.

Não demorei a me ver sozinho em meio a galhos e árvores, e o pior, era que quando tentava uma conversa ou pedia informação com alguma, ela geralmente pedia água. Teria que continuar meu caminho sem informação alguma.
Já estava com a foice em mão. Uivos e pios tendiam a me assustar de certa forma. Sempre que achava saber sobre tudo que assolava aquele novo mundo, vinha algo completamente diferente e derrubava meus saberes. Então, dessa vez preferi me preparar fisicamente e psicologicamente para qualquer animal diferente ou entidade que aparecesse.
Mesmo sem me incomodar com o clima, podia perceber que era uma noite fria, e tendia a ficar mais, já que o sol ainda não tinha se posto completamente. Mas, os grandes pinheiros e árvores impediam de ver os poucos rastros do mesmo.
Permaneci avançando. O frio nunca tinha me incomodado, mas monstros sim.

Abaixei rapidamente me esgueirando para trás de um pinheiro enquanto ouvi um barulho estranho. Galhos eram amaçados por pés fortes, obviamente. Continuei escondido enquanto preparava para atacar, mas então, a voz já conhecida percorreu o local.
Heitor se aproximava com sua espada em punho. Usava sua cintilante armadura qual ganhou de uma recente missão e adorava esfregar a mesma na cara de todo acampamento. O rapaz se movia rápido e logo saiu de meu campo de visão, para que pudesse continuar meu caminho.

A noite agora caia ainda mais escura, fazendo com que eu corresse mais. Os limites entra a fronteira mágica não iam tão além assim, e quanto maior tempo passasse ali, menores eram as chances de sair vivo.
Enquanto corria, tentava me manter antenado sobre barulhos estranhos que poderiam aparecer, porém, nada acontecia.

Quando dei por mim, já não via luz alguma do céu. Era por volta das oito e meia, e a forma como a noite tinha caído rápido especialmente naquele dia era algo intrigante. Todos os monitores estavam na floresta e mesmo assim ainda não tínhamos nenhum sinal do maldito letrisgão ou de qualquer outro monstro que supostamente tivesse ocasionado o acidente. Então, vozes começaram a ecoar em minha cabeça. Corujas, árvores, toda a fauna e a flora falavam ao mesmo tempo;
“Corra, garoto, corra.”
“Corra, garoto, corra.”
“Corra, garoto, corra.”

As árvores sussurravam enquanto se balançavam com o vento forte daquela noite fria, tentavam me dizer algo que eu ainda não tinha entendido, mas logo iria.

De uma grande árvore, uma figura negra saltou sobre meu corpo. Tinha grandes dentes e seu corpo era gigante. Rolei conseguindo desviar por segundos de velocidade, caso contrário estaria morto, provavelmente.
Me coloquei de pé rápido, não podia dar o luxo de ser surpreendido por um novo ataque.
A minha frente tinha nada mais nada menos que uma aranha gigante. Tinha dentes do tamanho de minhas canelas e suas pernas pareciam muito flexíveis, possibilitando inclusive aquele salto mortal.

Necessitei uma certa concentração para que a foice não caísse de minha mão.
Sem esperar uma segunda investida. Rapidamente uma névoa sorrateira cobriu o local, se estendendo até a aranha. Sai de onde estava sorrateiramente em passos silenciosos  enquanto a aranha permanecia parada, sem poder enxergar e soltando guinchos, e então, logo dissipei a névoa. A aranha logo localizou sua presa, e então, tentou um salto contra o rapaz, porém, trepadeiras e coroas de cristos se enroscavam em suas patas, á cortando e fazendo sangue escorrer.
Mas não foi nem de longe o suficiente para impedir o monstro de saltar sobre seu alvo.

A aranha caiu sobre o menino e cravou seus dentes sobre o mesmo, abrindo sua cabeça e começando a engolir seu cérebro junto a sugar seu sangue, porém, assim que fez o ferimento mortal, a vítima se transformou em um simples toco de madeira.
Antes que se atentasse do acontecimento, várias raízes fortes e finas perfuraram o animal em sincronia.
Era quase como se estivesse na cadeira do filme “A casa de Cera.”.

As raízes entravam por seu corpo e perfuravam cada local até que saíssem e então entrassem novamente.
Um sorriso percorreu meu rosto ao observar a aranha gigante ser estripada por raízes que já tinham tomado seu corpo, grudando o monstro no chão e impedindo que a mesma saltasse. Iria ficar ali penando até que sua energia vital se acabasse.

Infelizmente meu sorriso não durou muito, e então, senti meu corpo ser arremessado contra um tronco enquanto fiquei meio tonto.
Minha visão ficou totalmente turva enquanto meu corpo se negava a levantar. Somente consegui me colocar de joelhos, e então uma forte vontade tomou meu corpo, me fazendo vomitar sangue.
Enquanto olhava para frente, esperava minha visão se normalizar, porém, já conseguia detectar o que vinha.
Um letrisgão. O maior que já vi, eu diria. Se aproximava rapidamente. Estava a 20m de mim e parecia raivoso demais. O monstro tinha tirado seu foco de mim por um instante enquanto observava ele engolir toda a cabeça da aranha gigante, o quê me fez querer vomitar mais, porém, não conseguia, assim como ainda não conseguia levantar.

O tempo que o monstro dilacerava o corpo da aranha foi o suficiente para que eu conseguisse meio que me recuperar. De certa forma, não estava tão a vontade como antes, mas conseguir me colocar de pé era um avanço.
Rapidamente, coloquei a mão na árvore a qual eu tinha sido jogado. A mesma permaneceu estática, mas, podia sentir as raízes se balançarem debaixo da terra.
Ela começou a se chacoalhar toda, e em questão de segundos a árvore puxou suas raízes do solo. Tinha por volta de dois metros. Não era o maior Ent que já tinha visto, porém, iria entreter o letrisgão.
O monstro não pareceu muito feliz com a minha tentativa de tirar sua atenção de mim, e então antes que a árvore começasse realmente a batalhar ele veio correndo até mim. Sem sua arma, o monstro percebeu que não chegaria a tempo e seria interceptado pelo Ent.
Agarrando um tronco largo e o arremessando.
Assim, o letrisgão conseguiu prender minha perna, aumentando a dor no local de modo que não duvidaria se algum osso estivesse fora do lugar, mas por sorte, não tinha quebrado.

O Ent era lento, mas então conseguiu agarrar o letrisgão. Ambos começaram a batalhar mas o destino da luta era certo. O letrisgão tinha por volta de três metros e meio, enquanto a árvore tinha dois.
Nesse momento, senti uma mão tocar meu ombro.
-Remo… O que aconteceu?
Ao olhar para trás vi Heitor, o monitor de Athena.
-O letrisgão. Minha perna…
O rapaz rapidamente se colocou de pé, e então, forçando contra o tronco ele conseguiu livrar minha perna, que ainda doía, mas não estava mais preza.

Heitor então me pegou no colo, minha perna doía. Conseguia caminhar mas muito lento para fugir do monstro que estava acabando com meu Ent, e logo viria em nossa direção.
Nós dois iriamos morrer daquele jeito.
“Cresça forte.”

-Desculpe. Foi necessário.
Levei minhas mãos ao rosto de Heitor, e então ambos caímos enquanto o monitor de Athena caiu em um sono profundo. Não tinha outra maneira.
Meu corpo doía, minha perna estava sangrando e com algo fora do lugar. Sai correndo o mais rápido que podia enquanto ouvia o letrisgão vindo em nossa direção.
O corpo do monitor de Athena ficou lá, enquanto sumi em meio á floresta usando minha foice como muleta.

“Corra, garoto, corra.”

A voz ecoou novamente em minha cabeça, e então o urro do letrisgão ecoou pela floresta. Heitor estava morto.
Comecei a correr como conseguia. Tinha que sair daquele lugar o mais rápido possível.

●●●

Não demorei para sair da floresta. Aparente, eu era o único a sair, já que no acampamento tudo estava em silêncio. Os outros logo chegariam. Ainda mancando, fui para meu chalé. Tinha que passar a noite daquela forma para que no dia seguinte fosse a enfermaria. Não queria que soubessem que tinha sido o primeiro a sair. Precisava de energia para chegar ao chalé, então, ativei meu amuleto, sentindo um ânimo maior para continuar.

Assim que cheguei em meu chalé, sobre minha cama estava uma capa negra. Uma flor prateada brilhava em seu centro, mas estava cansado demais para olhar mais, mas sabia á quem recorrer agora, a deusa da discórdia.
Meu corpo caiu sobre a cama enquanto subitamente dormi em um sono profundo.

A melhor parte era não sentir remorso algum. O filho de Athena estava morto, e eu poderia ter morrido se não fizesse aquilo.
Ninguém iria descobrir como tudo aconteceu, e eu continuaria sendo um bom intermediador.

Perguntem a Heitor de Athena, se duvidem.


Itens Usados:

• Foice do Néctar [Bronze Celestial // Uma foice forjada em bronze celestial com um metro e oitenta de altura, e mais sessenta centímetros de lâmina. Quando não está em uso possui a habilidade de se transformar em um anel. Uma vez por missão é possível soltar um estranho pólen no ar que paralisa o inimigo // Presente de reclamação de Deméter].

• Coroa da Terra [Bronze Celestial // Disfarçada em uma coroa de louros, é uma coroa de bronze celestial que dá ao semideus um melhor controle da fauna e da flora. O controle aumenta com o nível do filho de Demeter, além de dobrar efeitos de poderes relacionado a natureza. // Presente de reclamação de Deméter].


Amuleto Mágico [Colar // Prata e Esmeralda // Um amuleto encantado por filhos de Hécate e feiticeiros de Circe e vendidos para loja de itens do acampamento, curam 200 PM e 150 PR uma vez por evento/missão/treino // Loja do Acampamento]

Luva do sono [ Par de luva de couro que, duas vezes por missão, ao entrar em contato com a pele de alguém fará com que o mesmo fique um turno adormecido.]
Poderes Usados:

Passivos:
[Nível 01] Agilidade – O filho de Deméter, quando em meio à natureza, será mais ágil, devido a necessidade de adequar-se a um meio com muitos obstáculos naturais.


[Nível 03] Perícia com Foices – O filho de Deméter possui exímia habilidade com foices, estas serão tão leves que o semideus fará movimentos com perfeição.


[Nível 05] Bússola Natural – O filho de Deméter, quando em meio à natureza, nunca estará perdido, sempre saberá sua localidade geograficamente.


[Nível 06] Adaptação Climática – O filho de Deméter irá adaptar-se à qualquer temperatura, desde que não excessiva (causada ou intensificada de modo exagerado por meio de poder).


[Nível 07] Fitocinese – O filho de Deméter tem a capacidade de controlar qualquer espécie de vida vegetal, ou seja, todas as plantas, além da capacidade de fazer nascer em qualquer local.


[Nível 09] Eco-Linguística – O filho de Deméter possui capacidade de comunicação com a fauna e flora em geral. Na questão de flora, a comunicação será através de empatia, em que a planta enviará imagens para a mente do semideus.

Ativos:


[Nível 13] Névoa Densa – O filho de Deméter fará o campo de batalha inteiro ser tomado por uma névoa tensa, que dificultará a visão de todos, menos a do semideus.
Gasto: 30 PM.

[Nível 08] Constrição – O filho de Deméter poderá controlar as raízes fortes e resistentes que enrolam- sobre o tornozelo do inimigo, prendendo-o e cortando a pele do mesmo.
Gasto: 20 PM. (USADO PELO CLONE)

[Nível 18] Clone de Madeira – O filho de Deméter poderá criar um clone idêntico a si mesmo, feito através da manipulação de madeira, e tornará a aparência humana real por três turnos, após isso, virará um boneco de madeira inanimado. Utilizará uma foice como arma e poderá utilizar os poderes passivos do semideus.
Gasto: 60 PM.
Duração: Três turnos.
Evolução: Poderá usar também os ativos do semideus, desde que relacionados à madeira ou plantas, e durará cinco turnos. (EVOLUÍDO)

[Nível 21] Controle de Raízes – O filho de Deméter faz com que inúmeras raízes perfurem a terra em direção ao inimigo, suas pontas são extremamente perigosas, em forma de agulha e estas o atacam e o prendem através do controle do semideus.
Gasto: 45 PM por turno.

[Nível 24] Árvores Vivas – O filho de Deméter poderá reanimar árvores que estejam à sua volta – no máximo duas – e estas terão habilidades e forma iguais a de um Ent [vide bestiário]. 200 de PV para cada ent.
Gasto: 80 PM.

Obs: Peço a consideração do amuleto na hora do desconto de MP
Bestiário:

Lestrigões


Com o porte entre os ciclopes e os gigantes. Possuem contudo, dois olhos, mas isso não torna sua aparência mais aceitável: com grandes presas amareladas e podres escapando pela lateral da boca e músculos gigantescos que deixam evidente sua força, além de uma expressão de ódio permamente, é impossível olhar para esta criatura sem sentir asco. Podem criar e controlar bolas de bronze envoltas em chamas, fazendo ataques com isso, mas em geral são pouco inteligentes.
Gigantes muito fortes. Usam todo o tipo de armas de curta distância, de preferência, maças pesadas e pontudas, e são muito brutos e agressivos além de desinteligentes. Tem dois metros de altura e são canibais. A maioria dos lestrigões tem os braços tatuados e dentes pontudos e amarelos.

Aranha Saltimorte


Esta feroz aranha caçadora realiza saltos imensos enquanto persegue sua presa. Ela não tece teias, mas fica de tocaia em fendas escuras ou sob alçapões. A aranha saltimotre geralmente espera de tocaia, escondendo-se numa árvore grande ou numa fissura profunda, ou sob uma camada fina de terra e folhas similar a um alçapão. Ela ataca saltando sobre as presas usando morte das alturas. Quando estiver sangrando, ela emprega pulo prodigioso para fugir.


Item Pedido:

Rosa Negra - (Uma capa completamente negra com uma rosa prateada em seu centro. Ao ser ativada se transforma em uma armadura negra com a mesma flor em seu peitoral. Uma vez por missão a armadura consegue absorver qualquer ataque elemental e físico. A mesma também permite ao dono a invocação de um Ent negro com a duração de dois turnos, também uma vez por missão.) [VISTO PELO CAOS]


Obs: Como a caça é atemporal, isso aconteceu depois do evento.






BANG BANG, BITCHS!

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Remo L. Pride

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Re: Growing Strong

Mensagem por (EXST)Nyx em Seg Mar 23, 2015 2:18 pm

Remo L. Pride

Coerência Textual
Bem estruturado, embora sua narração não me agrade, porque ela é enroladinha.

Coerência Batalhas
Batalha fraca, nada "uau".


Gramática/Português
Sua narração tem várias falhas, como redundâncias, pontuações, acentos, essas coisas assim. Cuide com isso, ok?

Enredo/Criatividade
Enredo leve, simples até. Não se pode dizer criativo, mas né.


Objetividade
Enrolado, se não fosse minha obrigação como avaliadora, não chegaria nem na metade.


— Coerência Textual: 30/35
— Coerência Batalhas: 30/35
— Gramática/Português: 10/15
— Enredo/Criatividade: 35/50
— Objetividade: 5/15
— Total: 110 xp ou 1 nível e 10xp + 50 dracmas

— Desconto: – 15 PM por poderes
– 50 PV.

— Sobre o item: Não aprovado.

Parabéns!




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Re: Growing Strong

Mensagem por (EXST)Érebo em Ter Mar 24, 2015 12:03 am

Item aceito, porém modificado.
— Atualizado —
Deuses
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(EXST)Érebo
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