[HUNTER] Oblivion - 17/08/15

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[HUNTER] Oblivion - 17/08/15

Mensagem por Nate M. Ästelo em Dom Abr 05, 2015 4:35 pm


E S D R Ú X U L O

adj. p.ext. informal. que se encontra fora das regras usuais ou comuns;
que se apresenta de modo incomum, causando admiração e/ou espanto
f a l l e n † n a t a n a e l l o † g r i f f i n



    † Chalé de Hades;
    † Crepuscular (17-19), do dia 17/08/15;
    † com Quíron, Louise e Dionísio
    † Oblivion (Bastille)

PRÓLOGO: O CHAMADO.

Fallen estava próximo de beijá-la. As mãos percorriam o corpo desejoso, a pele macia sendo alvo de mordidas e apertões. A garota das madeixas loiras-acastanhadas vestia uma lingerie preta de renda. Uma pequena mancha roxa adornava o pescoço da jovem musa. Havia um cheiro de luxúria no ar.

Então ele parou de sonhar. Literalmente.

Respingos de água ainda alvejavam sua face quando Fallen abriu os olhos e, assustado, tentou respirar fundo, como se estivesse afogando-se. Um sátiro, cuja mão estava mergulhada num copo d'água, assustou-se com o acordar repentino do filho de Hades, que gritou e deu um chute meio desconcertado no híbrido, que por sua vez derrubou todo o líquido na cama do semideus.

— Que merda você!?... — começou a questionar, bravo, Nate, que abaixou o olhar para seus lençóis bagunçados - e, agora, molhados e transparentes.

Com as mãos erguidas, o sátiro adiantou-se e falou logo o que lhe pediram.

— Quíron precisa de você na Casa Grande — e respirou fundo, observando o menino se acalmar e parar de exalar tanta tristeza. — Aparentemente é meio urgente.


CAPÍTULO UM: A DESCONFIANÇA.

Ele subira os degraus da Casa Grande num pulo só e empurrara a porta para dentro sem bater antes. Nisso, encontrou Quíron debruçado sobre sua escrivaninha. Louise estava sentada logo à frente, observando o que quer que o centauro estivesse fazendo.

Quando ambos notaram que Fallen estava no recinto, ergueram suas faces, mas logo retornaram a fitar a mesa. O filho de Hades aproximou-se e puxou um banco.

— Que foi? — questionou, já bisbilhotando, pulando aquelas frescuras de formalidades.

Vergando-se, conseguiu enxergar o que os dois tanto analisavam. Era um diário, um caderno de capa ligeiramente dura feita em couro curtido, com páginas num tom entre o sépia e o amarelado, daquela textura antiga ao estilo de papiro, afetada pelos infindáveis agentes do tempo - era Oblivion, a arma ("arma") tão perigosa que Quíron mandara Louise e Natanaello irem atrás há menos de uma semana atrás.

— Bem, chamei os dois aqui porque estavam envolvidos na missão de recuperação da Oblivion, certo? — Os jovens assentiram juntos. — Muito bom. A questão é que, após recebê-la de seu fantasma, Natanaello, não consegui utilizá-la. — Os neurônios de Fallen fizeram uma conexão não muito usual, mas que de repente pareceu ter sentido. — Não estou suspeitando de vocês, por favor, mas queria que relatassem-me novamente o que ocorreu, para que eu possa entender o que ocorreu com ela.

Louise recontou toda a história, mas com menos protagonismo de seu parceiro.

— Talvez esse filho de Despina tenha, de alguma forma, roubado o encanto dela — hipotetizou o centauro, mas Fallen franziu o cenho. Tal suposição não tinha nexo a partir do momento que Snow, como se chamava o ladrão, ficara incrivelmente tenso quando o diário sumiu. — E você, Nat?...

Contudo, antes mesmo que pudesse terminar de dizer o nome de Fallen, o filho de Hades retrucou com uma pergunta direta e afiada como uma faca.

— O que você queria com a Oblivion?

O clima pesou.

Quíron não respondeu imediatamente, mas a falta de jeito dele era perceptível. Lou encarou Nate suspresa, como se ele tivesse dito um palavrão num convento, afinal duvidar do centauro era uma situação muito semelhante.

— Quero dizer, você mesmo disse que era uma arma muito perigosa, que em mãos erradas poderia ter consequências catastróficas... — argumentara, o que era verdade. — Mas nunca explicou como ela funcionava. É um diário — disse com certo desprezo, fazendo um sinal com a cabeça para o objeto.

— Um diário que exala muita magia... — observou a filha de Hécate, fitando o caderno com muito respeito, mas achando alguma lógica na desconfiança de Nate. — Mas é verdade: qual é a magia dele?

O mais velho ficou em silêncio por um segundo, provavelmente mastigando as palavras, sempre com o intuito de protegê-los dos segredos do mundo mitológico - uma mania muitas vezes irritante para alguém tão libertário quanto Nate.

— Entendam, crianças... — ele começou, mas Fallen mantinha o cenho franzido e o olhar inquisidor.

No entanto, previamente a qualquer desculpa mal feita, uma voz do andar de cima foi ouvida:

— Conte-lhes a verdade, Quíron — e ninguém mais, ninguém menos do que Dionísio apareceu nas escadas, com um pijama de estampa de leopardo. — Olá, Lúcia e Owen — cumprimentou os semideuses. — Eu e Rachel chegamos à conclusão que eles, Lúcia Westminter e Owen Griffin, merecem saber para que possam nos ajudar de fato.


CAPÍTULO DOIS: A PROFECIA.

Fallen ignorou os erros nos nomes. Já cansara de explicar para o deus do vinho que seu nome era Owen Griffiths (e mesmo assim era o falso, que sua mãe utilizou para entrar no país na ilegalidade). Aparentemente, o imortal não ligava muito para aquela baboseira burocrática de "documentação".

Atrás do sr. D., a inocente figura de cabelos ruivos de Rachel apareceu, vestida em mantos que caíam bem ao seu papel de portadora do espírito de Delfos.

— Já que é assim... — e Quíron voltou-se para os dois semideuses.

Todavia, numa nova interrupção da fala do centauro, Rachel caiu da escada. Ela tentou se levantar, apoiando-se no corrimão, e chegou a balbuciar um tô bem, só um pouco tonta quando seus olhos giraram nas cavidades oculares e uma névoa verde espiralou ao seu redor, tomando a forma de uma píton.

Com uma voz entorpecente, ela profetizou:

Devido à lenda deve ser tomada
a arma por tantos desejada
das folhas do Lete de que a posse será
de quem vilão do dono se tornará.


A garota caiu desmaiada no chão, e Dionísio suspirou, chamando um sátiro para cuidar da incosciente.

— Creio que ela fez uma profecia sobre a Oblivion, mas eu não consegui entendê-la.

— Mas eu consegui — disse Louise, animada, já rabiscando num pedaço de papel; Fallen poderia afirmar que a expressão de Quíron não condizia com a alegria trazida pela possibilidade da interpretação de uma profecia ser muito fácil. — É um poeminha bobo que está invertido, mas é muito literal. — No papel dela, estavam escritas as palavras de Rachel. — Se a gente colocar a frase na ordem correta, teremos...

Louise colocou o bilhete na mesa, para que os dois pudessem ler. Abaixo de umas duas tentativas rasuradas de colocar a frase em ordem, encontrava-se a versão certa: "a arma por tantos desejada deve ser tomada devido à lenda de que a posse das folhas do Lete será de quem se tornará vilão do dono".

— Então, quem matou Snow e portanto é o novo dono da Oblivion... — Quíron concluiu, mas fora - mais uma vez - interrompido.

— Sou eu — disse Fallen, repentinamente sentindo um novo fardo sobre suas costas.


CAPÍTULO TRÊS: A RESPONSABILIDADE.

— O que você queria com a Oblivion? — inquiriu Fallen novamente, mas dessa vez com a atenção repousada no diário que ainda repousava na mesa de Quíron. Agora, aquelas páginas pareciam muito mais poderosas do que antes.

— A estiagem — respondeu objetivamente o centauro,  que sempre falava tão de forma tão bucólica. — As dríades já estão mais debilitadas, os sátiros notam sua magia da natureza enfraquecer, mesmo o poder de Dionísio sobre os morangos sofre com isso. — O sr. D. assentiu, jogando-se em sua poltrona e começando a jogar pinochle com servos invisíveis. — Além de todo o seu poderio, imaginei que a Oblivion pudesse nos dar alguma pista de como contornar o problema que mais nos tem afetado.

Ele soava tão sincero que Louise acreditou, mas Fallen mantinha suas dúvidas sobre a honestidade do centauro, apesar de já ter suavizado o semblantte.

— Quíron — chamou a filha de Hécate, adivinhando a pergunta que o de Hades estava prestes a fazer —, o que exatamente a Oblivion faz?

Fallen fitou o híbrido.

— Bom, como eu ia dizendo — e o centauro foi novamente interrompido. Não, brincadeira, mas seria engraçado. — A própria forma como a Oblivion foi feita é única, tornando-a especial. As folhas dela foram feitas com água do Lete, o rio do Esquecimento, o que faz com que tudo que seja escrito em suas páginas automaticamente seja apagado do livro. — Então, as orbes marrons fitaram os semideuses, com um brilho infantil de animação nelas, como se fosse segredá-los algo muito secreto. — Mas tudo o que é escrito nela pode ser acessado.

Louise arregalou os olhos. Fallen meio que, por assim dizer, lerdou; ele continuava encarando Quíron, como se ainda esperasse o ponto alto do poder da Oblivion.

— Então!... — Louise fitou primeiro o diário, então Nate. — Max, você tem noção do que você tem em seu poder?

— Hm, não — murmurou, mas ela não pareceu ouvi-lo.

— Tantos pensamentos, tantas memórias... Imagine o número de segredos sobre a história da humanidade que isso guarda! — A filha de Hécate se segurou na mesa, tão animada, a ponto de ter um orgasmo psicológico. — Quíron, pelas mãos de quem isso já passou?

— Todos os donos não são conhecidos, mas você deve saber quem foram Aristóteles e Da Vinci, não? — e sorriu para a jovem, voltando à imagem de "o bom treinador de heróis".

— MEUS DEUSES! — Louise gozara psicologicamente.

— Eu não tô entendendo — fez-se ouvir o dono da Oblivion, que ainda mal imaginava em que ela seria útil.

— Natanaello, pense numa memória sua. Então escreva-a no diário. Ela vai se apagar, mas você vai conseguir acessá-la a qualquer momento. Agora imagine que você também consegue fazer isso com, basicamente, qualquer memória já escrita pelos possuidores desse diário. — O centauro estava muito sério.

Fallen finalmente compreendeu o funcionamento da Oblivion - e também a responsabilidade posta a seus cuidados.

Seus cuidados.

Ele ergueu a mão e tocou a capa da Oblivion. Como em reação, seus dedos aqueceram-se e ele sentiu uma espécie de queimação subir do ponto onde encostara até o braço, criando algum tipo de conexão energética que estremeceu todo o seu corpo.

— Bom, eu imagino que você possa dá-la a alguém, de livre e espontânea vontade, e considerando o peso da magia ancestral presente nela... — começou Quíron, que recebeu apenas um olhar duro do filho de Hades. O centauro tentou convencê-lo mais de leve: — Não preciso dizer que vai ter muita gente indo atrás de você só por causa do que tem em mãos, não é? Sua vida vai passar a correr perigo porque você é o dono da Oblivion.

— Eu sei — cortou-o.

Aceitando que sua persuasão final fracassara, o centauro passou a língua pelos lábios, tomando o caderno em suas mãos, e hesitou por segundos antes de entregá-lo a Fallen. Louise fitou o filho de Hades ainda mais assustada do que o de costume. Dionísio suspirou.

— Owen Griffin, você está fodido.


EPÍLOGO: O ESQUECIMENTO.

Anoitecia. A carruagem solar de Apolo já dera há umas duas horas espaço à de Ártemis, sua irmã gêmea, que agora atravessava o manto escuro e estrelado de Nix.

Fallen encontrava-se no topo do chalé de Hades. Devido ao tempo estando ali, percebera que o local era bem propício para ficar sozinho. Aparentemente, poucas pessoas gostavam de olhar para o chalé de seu pai - e ainda menos pensavam em fitar o teto dele.

Assim, solitário, folheou a Oblivion. Apesar de Quíron ter sido reticente, o centauro pareceu mais aliviado quando Fallen jurara pelo Estige que contaria a ele caso descobrisse qualquer segredo acerca da estiagem momentânea no Acampamento. Mesmo assim, dúvidas sobre o caráter do diretor de atividades ainda pairavam sobre sua cabeça. Por que ele vacilou tanto? Quais tipos de pensamentos o treinador de heróis tinha de tão sórdidos que não poderiam ser completamente expressos?

Fallen abriu numa página qualquer e, com a ponta do dedo, começou a depositar essas memórias ali, desenhando as letras com certa ingenuidade. No entanto, a mágica logo se fez presente: o diário foi transformando o pensamento do filho de Hades em palavras, que apareciam delineadas na caligrafia do próprio, mesmo que não tivesse pego em quaisquer tipos de instrumentos de escrita.

O livro, por si só, assinou a "carta" com o pseudônimo de Esquecimento. Soava bonito. Nate conseguiria conviver com essa nova alcunha.

Então, após exprimir todo esse turbilhão de questionamentos e apontamentos, piscou os olhos. A página imediatamente começou a ficar em branco, apagando todo o conteúdo, mas guardando-o eternamente.

Fallen sorriu. Tinha em suas mãos um objeto, ainda que inútil em batalha, muito interessante.

E, acessando uma memória aleatória, começou a desvendar os segredos perdidos para sempre do tal Esquecimento.

OBSERVAÇÕES:
Oi, então, não teve muita ação, mas essa hunter é mais importante para abrir a trama do Nate: implantar a desconfiança em Quíron, consolidar a amizade dele com Louise, citar pela primeira vez o nome falso (Owen Aleksander Griffiths) que ele usa como "cidadão americano"; e, mais importanteque tudo, dar a ele a posse da Oblivion.

Antes de falar da missão, vale a pena explicar que Fallen, Nate, Natanaello, Max, Owen, etc. são todos a mesma pessoa, isto é, o Nate filho de Hades. Nate é apelido de Natanaello; Max é apelido de Maximiliano, o nome do meio; Owen, como foi supracitado, é o nome falso dele; e Fallen é como ele se enxerga, uma espécie de alcunha do subconsciente dele, a figura do "anjo caído", daquele "que não se encaixa na sociedade ao seu redor".

Enfim, o item. A ideia da Oblivion veio da "penseira" do Dumbledore, da série Harry Potter.

Na minha missão one-post, o Nate teve que recuperá-la de um filho de Despina de fama ruim, que a havia tomado do antigo dono (desconhecido), matando esse garoto. A partir desse momento, ele se torna o dono da Oblivion, e por isso que Quíron não conseguia utilizá-la. O fato do Nate ter esse item tão poderoso - interpretativamente, porque em jogo ele não tem muita utilidade, mas serve pra deixar qualquer trama mais legal - ainda vai criar algumas desavenças entre ele e Quíron, ao ponto dele ficar muito tentado em entrar para os anarquistas, o que eu planejo fazer futuramente.

Não usei nenhum poder ou item (ou se usei foi, tipo, uma participação ridícula), então nem tô citando eles aqui.

A descrição que eu imaginei pra Oblivion, que o Caos disse que tava ok, tá aí abaixo. Lógico que aceito qualquer modificação, mas não acho um item OP nem nada que vá me dar vitória imediata num PvP, por exemplo, é só uma frescurinha.

Oblivion [Diário // Papiro do Lete // Esse diário, de aspecto antigo, com as folhas já em tom sépia e a capa dura de couro curtido, foi feito em papiro produzido com água do Lete, o que dá a ele uma propriedade muito interessante: tudo o que for escrito nas páginas será apagado da folha, mas permanecerá para sempre no livro, podendo ser acessado posteriormente pelo possuidor do diário, que poderá por exemplo ver uma memória em flashback ou mesmo ver desenhos feitos anteriormente, sem poder interferir em nada neles, apenas visualizando-os. Já há muitas memórias, dos antigos donos, linkadas às páginas. O diário só funciona com o dono; pode ser dado de boa vontade ou tomado à força, como levando o antigo dono a óbito. // Recompensa de Hunter, "Oblivion".]

— thanks, and gabs!





♪ AND I LOVE THE WAY YOU HURT ME ♫


Natanaello Maximiliano Ästelo


Progênie de Hades
Progênie de Hades
avatar
Nate M. Ästelo
Idade : 20

Ficha do personagem
PV:
700/700  (700/700)
PM:
700/700  (700/700)
PR:
700/700  (700/700)

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [HUNTER] Oblivion - 17/08/15

Mensagem por Zeus em Seg Abr 06, 2015 8:38 pm

Avaliação


NATE M. ÄSTELO
Eu prezo a criatividade e nessa missão não teve nada que possa ser uma ação em si. Acho que você pode ter postado ela em um lugar errado. Sempre que uma missão for ter esse tipo de influência em trama é colocada no outro tópico. "Trama Pessoal", mas seguinte. Encontrei alguns erros bobos de digitação, mas nada que influenciasse demasiadamente minha avaliação final, não achei sua missão totalmente criativa, mas teve seus pontos por isso. No mais, nada a colocar.

Coerência Textual: 35/35
Coerência Batalha: 20/35
Gramática: 18/20
Enredo: 30/40
Objetividade: 15/20
Total: 118 XPS
Dracmas: 85
Fama: +5 por finalizar a missão.
Item: Oblivion [Diário // Papiro do Lete // Esse diário, de aspecto antigo, com as folhas já em tom sépia e a capa dura de couro curtido, foi feito em papiro produzido com água do Lete, o que dá a ele uma propriedade muito interessante: tudo o que for escrito nas páginas será apagado da folha, mas permanecerá para sempre no livro, podendo ser acessado posteriormente pelo possuidor do diário, que poderá por exemplo ver uma memória em flashback ou mesmo ver desenhos feitos anteriormente, sem poder interferir em nada neles, apenas visualizando-os. Já há muitas memórias, dos antigos donos, linkadas às páginas. O diário só funciona com o dono; pode ser dado de boa vontade ou tomado à força, como levando o antigo dono a óbito. // Missão Hunter, Zeus].
A
V
A
L
I
A
Ç
Ã
O


"Memory is a curse more often than a blessing"
Deuses
Deuses
avatar
Zeus
Idade : 22

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum