Light of Underwolrd - Missão Hunter - Interna

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Light of Underwolrd - Missão Hunter - Interna

Mensagem por Augustus Owen McKnight em Seg Abr 06, 2015 3:25 pm

A trombeta foi tocada e eu comecei a ficar apreensivo. Exceto por minha respiração, eu não conseguia escutar nada. As folhas não faziam ruído algum, sinal de que nenhuma pessoa se aproximava, e a as arvores não balançavam, um sinal estranho.

O interessante era que eu estava sozinho e escondido. Algumas poucas pessoas defendiam a bandeira, mas cada um deles em um ponto estratégico cobrindo uma rota. Vamos supor que você se encontra na circunferência que cobre a bandeira. Com esse pensamento haveriam pessoas cobrindo as rotas, sul, norte, noroeste e etc. Dessa forma se um inimigo passasse por um dos defensores, ficaria evidente de onde ele veio e quem ele derrotou. Isso facilitava somente o trabalho de uma pessoa. O meu. Era eu que estava fazendo a guarda pessoal da bandeira, com esse sistema que eu mesmo organizei, ficaria fácil descobrir da onde viriam outros possíveis ataques.  

A gente colocou a bandeira no famoso punho de Zeus, um lugar que do ângulo certo, você podia ver um punho saindo do chão. Enquanto ela se destacava eu parecia um pequeno ponto cinza, tinha colocado um traje de tonalidade igual ao da pedra para facilitar a camuflagem. Outra facilidade desse esquema era que você já tinha uma noção de onde viriam os inimigos, já que se você mandou seus melhores aliados para uma área você poderia esperar que as outras fossem invadidas.

Durante um bom tempo eu escutei só barulho de batalhas, então finalmente escutei algo mais interessante e como eu pensei, eram passos se aproximando, eu que estava encostado na pedra fiquei somente observando a cena rolar. Dois garotos, identifiquei pela voz grossa, chegaram correndo ao meu encontro. Não exatamente ao MEU encontro, mas já estavam correndo para encontro da bandeira quando eu escalei o punho de Zeus por trás. Apareci no topo da montanha falando: – Vocês tem certeza que vão tentar levar essa bandeira? – Enquanto falava fui dar a primeira olhada nos garotos. Eles eram altos, bronzeados e fortes, além disso, loiros de olhos castanhos, quase dourados. Eles seriam típicos filhos de Apolo, se não segurassem longas e robustas espadas de ouro. Os garotos sorriram para mim: – Então vamos enfrentar um conselheiro? –Falo o loiro mais alto, ele parecia mais velho e mais forte que o outro, provavelmente tinha uns 16 anos – A não ser que você queira voltar de onde veio, é muito provável – Respondi ao loiro, ele simplesmente sorriu e perguntou – Você vai mesmo lutar com os guerreiros do sol? Somente meu parceiro é o suficiente para te derrotar. –

Se você está se perguntando o que é um guerreiro do sol, de fato não conhece as facções do acampamento, algumas posteriormente continuaram aqui e outras não. As facções nada mais são do que grupos secretos, onde somente quem participa ou participou tem consciência de que elas existem, nenhuma facção conhece a outra e somente quem tem ligação direta com o acampamento conhece os grupos, mas é claro que rolam os boatos. Os guerreiros de Apolo nada mais são que filhos de Apolo que ou foram abençoados por meu pai ou que treinaram toda sua vida com espadas, renunciando o arco e flecha. Só que ao se tornarem guerreiros, eles viram também renegados, semideuses do terror. Aqueles dois ali, pertenciam a facções grandes de renegados. O que eles estavam fazendo no acampamento?

Eu aproveitei a sugestão que o garoto fez para os enfrentar um por vez, mas para você entender melhor eu vou te explicar: Um Guerreiro de Apolo tem seu orgulho, então se ele for desafiado e isso envolver duelo individual, com quase toda certeza ele vai aceitar o mesmo. Eu sentia que o garoto foi menosprezado perante o companheiro e isso o deixou desconfortável, mas com toda certeza aquele era o abençoado de meu pai, sua aura reluzia em vermelho e era melhor enfrentar o mais alto primeiro: – Bem, você me parece ser o líder, vamos eu contra você em um duelo individual? Se você ganhar leva a bandeira, se perder eu duelo com seu companheiro. Eu sei que você é o talentoso, então se eu ganhar o abençoado ali vai poder por a honra dele em risco, caso eu ganhe esse combate você vai estar nocauteado e seu parceiro vai ser o próximo. – O garoto sorriu em afirmação, reconheci seu sorriso, aquele era Brain, um nome nada comum. Ele parecia ser bem mais velho desde que o vi. Durante muito tempo os melhores campistas caçaram ele, pelos registros o garoto havia matado quinze campistas em um ataque de raiva. – Muito bem, você só esqueceu de um detalhe, não queremos a bandeira. Queremos você, estamos em busca dos líderes de chalé desse lugar mequetrefe, você vai ser o primeiro da lista de óbito. –

Eu desci da pedra, já tendo a espada na mão, o garoto esperou que eu descesse da pedra para atacar e o mesmo vinha com velocidade em minha direção, pretendendo me atingir com seu próprio escudo. Eu finquei a perna com força no chão e no ultimo segundo fiz um rolamento. Nós dois sentimos o impacto do escudo dele colidindo contra a pedra, ele muito mais, mas eu também senti o ar sendo comprimido. Eu ainda ficava ao lado da pedra, nesse momento, quando eu disparei em direção à prole de Apolo me apoiei em na lateral do Punho de Zeus, dando um salto que cobriu sua cabeça, o garoto se virou rapidamente, então o esforço foi em vão, não tive nem tempo de usar a espada.

Outra vez cara a cara eu e o garoto trocamos alguns golpes de espada, o problema era que eu investia com a espada, ele defendia com o escudo e se ele atacasse eu defendia com o tamanho longo da minha arma, eu tentei desarma-lo, eu tentei estocadas, eu tentei de tudo, o garoto era bom e meu corpo já estava ensopado de suor. –  Acho que está na hora de usar minhas habilidades de verdade. – Disse para o garoto, ele começou a correr em minha direção, parecia começar a se cansar, enquanto eu estava apenas começando. Segurei a espada com as duas mãos, para então começar o verdeiro duelo. Mudei a postura ficando mais sério. Ele finalmente chegou até mim. Eu disparei um ataque usando toda minha habilidade e força na direção de seu corpo. O golpe vertical rasgou os céus acima de sua cabeça só colidir contra seu escudo. O impacto foi grande e a habilidade de minha arma foi naturalmente a ativa. Eletrocutando o item de defesa do loiro.

Por fim ele utilizou sua espada, tentando aproveitar que minha guarda estava aberta devido ao impacto. Só alguém treinado como ele seria capaz de não ser lançado longe com os meus golpes. Uma estocada precisa dele tentou me acertar e só não conseguiu por muito pouco. Seria fatal o golpe usado, mas ainda assim eu não teria desistido. A força e a raiva revigoraram meus membros, eles queriam me matar e matar os melhores protetores do acampamento. Não estava preparado pra isso. Não podia perder eles. – Você vai se arrepender por isso. – Disse e recuei dois passos aceleradamente com pulos para trás. Ele sorriu e eu o encarei. O garoto investiu outra vez com uma estocada, eu desviei a arma dele com a minha no último segundo, ele mantinha o lado esquerdo do corpo bem protegido com seu escudo. Estava em uma posição defensiva. Parti pra cima dele, dei um giro e aproveitei para tentar um golpe vertical, descendo em sua direção pela esquerda, só que mais abaixo de seu escudo. Ele parou o mesmo outra vez com o escudo e mais uma vez tive que desviar por pouco de um golpe. Eu usava toda minha força em ataque, o que indicava que seu escudo poderia muito bem ser indestrutível. Precisava de um plano, tinha que pensar rápido.

O ponto de vantagem do garoto era seu escudo. Eu batia, eu desviava, mas o que desequilibrava as coisas eram nossas armas. O escudo a cada toque mantinha meus braços mais pesados. – Muito bem, garoto de Ares, se não fosse por sua força extra nem sequer conseguiria parar meus ataques ou segurar sua espada. Meu escudo aqui, tem uma habilidade muito interessante, ele é capaz de tirar praticamente o impacto todo dos ataques combinado a um dos meus poderes. E quando entra em choque contra algo o mesmo ganha o dobro de peso, de tempos em tempos o peso da sua arma foi aumentando. O que prova que sua força é realmente grande. – Ele parecia contar tudo isso como se tivesse certeza de vitoria, como se tivesse no papo. Esboçava um sorriso de vitoria no rosto. Do outro lado da disputa o outro garoto parecia entediado. – Vamos Brain, acabe logo com esse fracote. – Eu cerrei os punhos na espada. – VAMOS VER QUEM É O FRACOTE! – Gritei, com raiva, ataques diretos não funcionavam então precisava de uma outra tática.

A ideia me pareceu louca a princípio e o garoto parecia estar brincando comigo, agora eu finalmente tinha entendido o que era lutar com um Guerreiro do Sol. Eles não tinham habilidades naturais para a coisa, na verdade deram o suor durante toda a vida para conseguir habilidades e equilíbrio perfeitos, com exceção dos abençoados pela guerra, mas eu tinha a habilidade, o amor pela morte, a raiva no peito. Tinha que vencer usando artimanhas, então finquei minha espada no chão e fiquei encarando a prole do Sol, ele ria em gargalhadas, esperando que eu avançasse contra ele. Eu disparei em sua direção com nada mais que punhos. Ele ficou rindo até que eu chegasse perto dele, minha mente registrava tudo, ele abria um pouco da guarda pra atacar. Foi o que ele fez, quando estava bem próximo dele o garoto abriu a guarda para atacar em horizontal. Rolei para a esquerda em direção ao seu escudo e pude ver o mesmo. Preso por duas correias. Tentei tocar uma das duas mas ele percebeu e deu dois passo pra trás. O que me fez agarrar o ar. Sua espada estava segundos depois tentando me fatiar.

Eu percebi seu movimento um momento antes que ele o realizasse, o garoto simplesmente mudou o equilíbrio de uma perna para a outra, algo sútil e discreto, algo que eu nem ao menos me daria conta se estivesse tentando acertar a parte inferior do seu corpo. Ele avançou com um ataque alarmante e claro. Um corte na vertical. Tudo estava fácil e até então desviei para um dos lados, ele acreditou que eu caí em seu plano. Ele tentou me acertar com a espada, mas ele planejava me derrubar com um chute. Seu golpe foi forte o suficiente para levantar um pouco de poeira ao bater no chão. Segui meu plano, a pressão era forte entre o nosso combate e se eu falhasse em uma esquiva seria meu fim, eu rezei por meu pai naquele momento e quando ele levantou a perna para me chutar eu já sabia o que fazer. Simplesmente coloquei a pressão do corpo dele sobre o meu, ao receber o impacto do chute. Ele estava com a guarda aberta, era minha chance. Joguei sua perna com tudo para trás, ele por ter ótimo equilíbrio deu uma espécie de mortal e caiu de pé. Mas eu já estava a sua frente, dando um chute no seu estomago. Ele caiu de costas, mas eu tive o prazer de segurar seu escudo antes disso. O impacto de um golpe meu direto o deixou fraco, me apressei em soltar as correiras de seu escudo e arrancar o mesmo de sua mão. Joguei o mesmo para trás, garantindo que a face do escudo ficasse para baixo.

Enquanto ele se recuperava do golpe eu me distanciava, fui andando para trás. Deis vários passos enquanto ele levantava com dificuldade, ele começou a andar devagar em minha direção, com uma expressão mista de raiva e dor. Até que de tanto andar eu bati com o calcanhar no seu escudo, como esperado ele estava ali com a face para baixo. Quando o garoto me alcançou  eu só tive tempo de pisar no escudo e pegar ele em pleno ar, o garoto recomeçava a correr. Eu consegui defender o ultimo ataque que ele viria a me dar, um corte transversal, e a espada gerou faíscas durante o atrito das armas. Eu coloquei toda minha força na defesa e por fim a espada correu para o lado, aparentemente o garoto não tinha mais forças para segura-la, por isso a mesma ficou encostada no chão enquanto ele com tentava levantar a mesma. O meu golpe e a intensidade da batalha haviam cansado o garoto, eu ainda tinha forças, graças a Ares. Corri em direção a minha espada, soltei o escudo da correia e o segurei pela borda.

Tirei a espada do chão, a ponto que o garoto já estava avançando mais uma vez, ele tinha dificuldade em manter sua espada de dois metros, mesmo que com as duas mãos. Eu sorri, comecei a correr com bem mais facilidade e velocidade que ele, sorrindo. Ele se encheu de fúria para me atacar, mas isso não era o combustível de um filho de Apolo. Não. Esse era meu combustível. Arremessei o escudo que segurava em dua direção quando estávamos próximos. Ele desviou o mesmo. Não tinha muitas forças, mas queria provar que sim, queria me matar com tudo, de uma só vez, ao desviar a sua própria arma, sua guarda ficou aberta. Eu não apreciei aquilo, mas tinha de ser feito. Ao abrir a guarda tão perto de mim, só havia uma opção. Morte. Segurei o ombro do garoto loiro e atravessei minhas espada em seu estomago, varando a ponta da arma do outro lado do seu corpo. Em instante ele estava fritando, literalmente, pela eletricidade. Segurei outra vez a espada com as duas mãos. – Adeus idiota. – Disse enquanto ele continua a fritar e o céu a estralar um pouco. De uma só vez, com toda minha força, rasguei os corpo dele em dois, puxando a espada para cima. O garoto caiu de costas, com metade do corpo partido.


- MALDITO! - Gritou o outro loiro, que havia largado a espada e corria até mim e ao irmão. Ele veio correndo em minha direção somente com os punhos, desejava quebrar meu cranio com as próprias mãos e o olhar dele denunciava isso. Eu poderia simplesmente apontar a espada mais próxima para seu peito, mas qual seria a graça? Eu não podia desonrar meu verdadeiro motivo por estar aqui, provar que sou capaz como um líder de chalé, e isso era a coisa certa para provar tal coisa, matar dois semideuses de fama terror. Ele continuou correndo com o punho à frente, parecendo que estava se preparando para me socar, mas fez uma coisa totalmente diferente e completamente inesperada, ele apoiou uma das pernas na montanha de pedras e com a outra tentava usar para me chutar com o calcanhar, estávamos bem próximos do Punho de Zeus. Dando um giro no ar depois de dar um salto na pedra ele acertou meu rosto no lado esquerdo. Eu girei no ar com a pancada e cai no chão, junto com minha espada que se lançou para outro lado.

O abençoado e renegado por Ares caminhou em minha direção, lentamente, e segurou-me pelos braços.  Logo quando me ergueu no ar eu dei uma chave de pescoço com as pernas. Eu apertei para mata-lo, pois era isso que ele iria fazer comigo, eu não entendi como o garoto conseguia sobreviver a tanto e ter tanta força, mas mesmo depois de sufocado o garoto simplesmente me soltou e pegou minhas pernas, me levantando no ar, de forma que minha barriga ficasse de frente para a cara dele. Ele me socou duas vezes na barriga eu cuspi um pouco de sangue, a dor que antes era insuportável passara a ser prazerosa, meu monstro interior estava se libertando da corrente, eu lutei mas o demônio que residia meu corpo estava me dominando. O garoto me jogou no chão. Eu juro que lutei contra o impulso de fazer tudo isso, eu tentei com todas minhas forças não deixar aquela sede de sangue por causa da raiva me dominar, mas o garoto me chutou na boca do estomago, justo quando eu tentava me levantar. Ele até poderia ter a raiva da guerra, mas era eu quem era realmente o filho da mesma. Eu resisto a dor, eu sou o que preciso ser. Eu torturo, eu mato, eu protejo, eu poderia ser tudo, poderia ser nada, tinha o dom para ambos.

Meu monstro interior não envolvia nenhum poder, nem benção ou habilidade, nada disso. Esse monstro que se soltou das correntes é minha pureza em simples essência, é o que eu deveria ser de verdade, é parte da minha alma que já existia antes de eu nascer, quando fui feito por meu pai e carregado no ventre de minha mãe, é minha maldição sem dono, sem alguém a quem devo culpar. Era simplesmente eu, cego pela vontade de matar. Essa era a alma que eu mantinha pressa, essa era minha fome e só uma coisa deixava ela satisfeita, a morte das pessoas, quando esse meu alter ego atentava contra vidas de inocentes, eu o controlava. Mas eram pessoas más, homens que querem destruir meu lar devem morrer. Eu me levantei, ficando de joelhos e encarando o garoto, meus olhos tinham um brilho sombrio. O garoto riu e me socou a cara, não exatamente eu, era mais como estar possuído por algo, eu ainda desejava aquilo, ainda controlava meu corpo, mas era sensação de não ser o Gus de sempre.

Eu me levantei outra vez e dei a risada mais atormentadora de todas, era como um grito de todas as pessoas que eu já tinha matado. Elas gritavam e eu ria, naquele momento os anjos tamparam seus ouvidos e os atormentados fecharam seus olhos. O garoto recuou um passo e eu ri mais ainda, era algo atormentador. Liam não estaria aqui para me ajudar dessa vez, era eu e um garoto que eu queria matar, um monstro que me controlava, mas com o tempo eu me juntava a ele, eu queria matar o garoto e cada segundo que se passava eu e ele nós tornávamos um só. Minha raiva e ódio atingiram um ponto em que não eramos um só, mas eu havia aceitado aquilo. Dessa vez eu levantei completamente e o garoto me socou, eu caí outra vez no chão, me divertia em sentir o sangue na boca.  Eu repeti isso por tempos, eu levantava e ele me socava cada vez mais fraco e sem convicção.Até que gritou “Você é um demônio” e me socou com as duas mãos, uma segurando a outra. Quando me levantei outra vez comecei uma verdadeira luta.

Eu soquei a cara dele algumas vezes e ele não caiu, ele tentava socar a minha, mas eu estava sempre um passo a frente. Chutei tanto a cara dele que quando dei um ultimo golpe, de uma sequência, seu rosto começou a sangrar. Eu o chutei mais uma vez no estomago e finalmente apaguei o cara com um ultimo golpe, ou na hora pensei que tinha apagado. Eu tinha dado os dois chutes nele quando fui até minha espada para o matar. Ele estava armado com o escudo, eu não sei quando resolveu que não podia me derrotar usando a espada, mas foi o que ele tentou, usar o escudo. Então a verdadeira magia do escudo se ativou, o mesmo se transformou em uma espada de bronze celestial, brilhante. - MORRA! - Gritei correndo até ele, meu melhor grito de guerra. A minha espada encontro a cara dele em clímax e sintonia perfeita. O garoto caiu no chão com metade da face decepada. Eu estava cansando, mas não mais haviam inimigos. Fui até a espada que pertencia ao seu irmão e ela se transfigurou em um anel negro com bordas prateadas, simples. Depois de toda confusão, tudo o que me restou foi ativar meu bracelete, senti o corpo fatigado e com alguns cortes se curar, senti as forças revigorarem e fiquei feliz por ter o mesmo ali comigo. Minha última tarefa seria chamar Diretor de Atividades.

Adendos:


Poderes e Habilidades:


PASSIVOS:

[Nível 01] Afinidade Aviária – Ares tinha como dois de seus símbolos o abutre e cães, animais que se alimentavam dos cadáveres nos campos de batalha. Dessa forma, os filhos do deus da guerra tem a capacidade de se comunicar esses animais.


[Nível 03] Força Descomunal – O filho de Ares possui uma força muito grande, poderá carregar peso com muita facilidade, utilizar armas pesadas, entre outras coisas.


[Nível 05] Temperamento Furioso – O filho de Ares estressa com qualquer coisa que vá contra seu pensamento e qualquer decepção é algo digno de explosões. Ele sente como se o sangue estivesse fervendo e seus ataques serão mais brutais e fortes, portanto, poderá acarretar maior dano.


[Nível 06] Maestria com Lanças – O filho de Ares possui certa facilidade em manejar qualquer tipo de lança, seus movimentos são mais certeiros.


[Nível 07] Ambidestria. – O filho de Ares possui facilidade em manejar duas armas ao mesmo tempo, uma em cada mão, de modo que facilita a batalha com mais de um inimigo, como em uma guerra.


[Nível 09] Rebeldia – O filho de Ares tem uma tendência à rebeldia, tornando-se capazes de resistir a ataques de influência e charmspeaking e também à aqueles passivos que exigem respeito. Isso apenas funcionará com semideuses de título abaixo que o seu ou o mesmo.


[Nível 10] Guerreiro Sanguinolento – Quando o filho de Ares estiver batalhando com mais de dois inimigos ao mesmo tempo, ele entrada em um estado de sanguinário violento, assim, sua velocidade e força de ataque aumentarão.


[Nível 12] Confiante – O filho de Ares, para ser um exímio guerreiro, deve ser confiante, sempre confiar em si mesmo, assim, isso influenciará diretamente em suas batalhas, que dará mais chance de acertar seus ataques.


[Nível 15] Cansaço Mínimo – O filho de Ares, para suportar assim como o pai as guerras mais violentas e sanguinárias, precisa ter uma resistência boa e um cansaço mínimo, portanto, a cada turno, o filho de Ares restaurará 35 PR e dificilmente se cansará em meio a batalhas.


[Nível 17] Imunidade à tortura – O filho de Ares tem maior resistência a dor, portanto ataques que intensificam a dor normalmente não lhe farão o efeito esperado e quando estiver sujeito a verdadeira tortura, não cederá.



[Nível 19] Tortura – O filho de Ares tem uma habilidade natural em torturar o inimigo utilizando de técnicas sanguinolentas, portanto, normalmente, conseguirá as informações que procura.



[Nível 20] Aura Selvagem – O filho de Ares possui uma aura a sua volta que reflete a pura selvageria do mesmo em batalha, quando os aliados estão por perto, eles compartilharão dessa aura e todos terão um bônus de força, velocidade e agilidade.



[Nível 23] Perícia com Armamentos em Geral – O filho de Ares possui uma habilidade natural com todos os tipos de armas, podendo ao tocá-la, já desvendar como deverá usá-la, seus ataques serão mais certeiros e a arma será como uma extensão do próprio braço.



ATIVOS



[Nível 02] Grito de Guerra – O filho de Ares tem capacidade de imitar o grito de seu pai que iniciava as guerras, causando pânico. O filho de Ares conseguirá paralisar o inimigo por um turno.
Gasto: 10 PM.
Evolução: O inimigo ficará paralisado dois turnos.


Armas:


• Bracelete Vital [Bracelete // Prata // Um bracelete encantado por filhos de Hécate e feiticeiros de Circe e vendidos para loja de itens do acampamento, curam 200 de PV e 150 de PR uma vez por evento/missão/treino // Loja do Acampamento]

• Espada do Trovão [Aço // Espada de empunhadura de madeira e lâmina de aço de fio duplo extremamente pesada, possuindo dois metros de comprimento. É manuseada com duas mãos a menos que o semideus possua poder ou item que aumente sua força física. Possui poderes elétricos, dando choques no corpo de quem for atingido. Golpes de raspão não inclusos. // Missão Narrada - Dionísio].


Arma desejada:


• Espada Escudo [Bronze Celestial // Espada forjada em Bronze Celestial atinge seus dois metros de comprimentos, muito pesada. É manuseada com duas mãos a menos que o semideus possua poder ou item que aumente força física. Possui a habilidade de se transfigurar em um anel negro prateado ou em um escudo redondo de mesmo material que a espada, possuindo um metro de circunferência. // Missão Hunter].


Progênie de Ares
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Ficha do personagem
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Re: Light of Underwolrd - Missão Hunter - Interna

Mensagem por Zeus em Seg Abr 06, 2015 8:38 pm

Avaliação


AUGUSTUS OWEN MCKNIGHT
Confesso que fiquei perdido em sua missão e tive problemas em entender a parte da luta. Não a achei criativa, poderia ter explorado muito mais este aspecto. Foi muito corrida nos fatos, não vejo isso como algo decente. Mas não ficou ruim, só será descontado algumas coisas. E o item será modificado, não tem como ter uma arma celestial por missões Hunters.

Coerência Textual: 28/35
Coerência Batalha: 20/35
Gramática: 19/20
Enredo: 28/40
Objetividade: 18/20
Total: 113 XPS
Dracmas: 70
Fama: +3 por finalizar a missão.
Item: Espada Escudo [Prata // Espada forjada em prata atinge seus dois metros de comprimentos, muito pesada. É manuseada com duas mãos a menos que o semideus possua poder ou item que aumente força física. Possui a habilidade de se transfigurar em um anel negro prateado ou em um escudo redondo de mesmo material que a espada, possuindo um metro de circunferência. // Missão Hunter, Zeus].
A
V
A
L
I
A
Ç
Ã
O


"Memory is a curse more often than a blessing"
Deuses
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