{CAMPANHA} Blood in the Snow

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{CAMPANHA} Blood in the Snow

Mensagem por Finn Wolff Freibövich em Ter Abr 07, 2015 4:46 am


You left me nothing nothing nothing, nothing nothing nothing at all.
Acordei desesperado, não sabia ao certo o porquê de tudo, mas de uma coisa eu tinha certeza, precisava muito entender este sonho. Eu estava escalando uma montanha, minhas mãos sangravam, sujando a branquidão da neve. Fitei o céu, uma enorme geada atrapalhava meu trajeto... Até que escorreguei e, caí em um abismo profundo, minha voz se perdeu enquanto caía, nem um som emitia de meus lábios, por mais que forçasse minha garganta. Lembrei-me da minha última missão e, da sensação que tive ao tirar a vida de pessoas inocentes, nunca irão me perdoar, nunca serei perdoado.

Uma mulher ficava gritando em cérebro, tentava debater contra aquilo, mas sentia todo meu corpo paralisado. A voz rouca dizia em um bom tom:

Na neve estará,
Vocês dois são os escolhidos,
A vida não é perfeita, vocês vão saber
Ao se encontrar.
Sejam rápidos, águias brancas na colina
Espera por vocês.


Mas que colina? A do acampamento? Mas quem era o outro? Acordei suado no chalé três e não sabia o que fazer, meus lábios pareciam adormecidos e isso não era tão comum. Só queria parar de ter aqueles pesadelos terríveis, não desejava aquilo para ninguém. "Parece que ele já foi para o treino." Pensei com um sorriso bobo no rosto ao ver a cama de Hunter arrumada.

Na neve estará... — fiz uma pausa, pois havia vários lugares com neve no mundo. — Escolhidos... Dois. — mas quem era o segundo que buscava a paz? Será que tinha esse conhecimento? Levantei com um pulo e tomei um banho, aquela voz rouca em minha mente parecia gravada em mim. "Acho que mereço tudo isso que está acontecendo."

Não havia planos para aquele belo dia de sol, só iria fazer um treinamento, dava graças por não ter que limpar os estábulos. Feder merda de equinos não era ada a se orgulhar. Peguei minhas coisas, vesti uma camiseta cavada branca e não demorei em deixar o chalé vazio. "Acho que Poseidon não gosta de procriar."

Fechei os olhos, ajeitei no beliche cruzando as pernas. Ainda só estava de cueca boxer branca. Não sabia que horas era, mas a julgar pela luz podia ser pela manhã. Concentrei pensando no outro, tinha que encontrá-lo, seria melhor do que sair em uma busca desenfreada pelo acampamento, tínhamos que ser rápidos.

Era o mesmo caminho sem graça e sem nenhuma novidade, campistas perdidos em todos os cantos e os olhares esquisitos sobre mim. Não havia feito mais nada de errado, havia prometido isso à meu pai. E tudo mudou quando passei no chalé de Hades, primeiro: meus primos são estranhos e por isso me mantenho afastado. Não queria causar constrangimento. Só que quando olhei parar um garoto eu fiquei paralisado e as palavras botaram freneticamente em minha mente:

Na neve estará,
Vocês dois são os escolhidos,
A vida não é perfeita, vocês vão saber
Ao se encontrar.
Sejam rápidos, águias brancas na colina
Espera por vocês.


Suspirei com força tentando recuperar o ar e percebi que ele também teve aquela sensação. — Como se chama? — questionei se aproximando, ainda zonzo e tremendo com o frio que senti por alguns segundos nas espinhas. — Por favor, me diga seu nome verdadeiro... — não sabia o motivo de falar aquilo. — Sou Finnick, pode me chamar de Finn. — tentei ser cordial, mas não tinha certeza que era daquela forma que se agia perante aquela situação.

Acho que temos que conversar, não sei por onde começar, mas — umedeci os lábios tentando lembrar de cada vestígio da noite passada. — tenho a certeza que tivemos o mesmo sonho.

Adendos:
Armamento:
• Espada Sísmica [Bronze Celestial // Uma espada forjada em bronze celestial com a lâmina em um azul esverdeado. Sempre que é cravada contra o chão causa pequenos tremores que desequilibram todos a sua volta, inimigos e até mesmo aliados, não afetando apenas o dono da arma. Quando não está em uso transforma-se em um anel de prata com o símbolo de um tridente // Presente de reclamação de Poseidon].
• Escudo Marítimo [Bronze Celestial // Um escudo redondo feito em bronze celestial que se esconde em forma de uma pulseira de bronze quando não está sendo usado. Possui a habilidade de criar uma barreira d’água ao redor do semideus que o protege de ataques mágicos e de longa distância por um turno, podendo ser usada duas vezes por missão // Presente de reclamação de Poseidon].


Última edição por Finn Wolff Freibövich em Qua Abr 08, 2015 9:24 pm, editado 1 vez(es)


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Re: {CAMPANHA} Blood in the Snow

Mensagem por Nate M. Ästelo em Qua Abr 08, 2015 9:13 pm


E S D R Ú X U L O

adj. p.ext. informal. que se encontra fora das regras usuais ou comuns;
que se apresenta de modo incomum, causando admiração e/ou espanto
f a l l e n

CAMPANHA, 1.

O céu era tão bonito. Uma pena que ficasse tão longe, junto às estrelas, à Lua, ao Sol. Fallen por vezes gostaria de ir lá no céu, olhar tudo de cima, uma perspectiva diferente. Quem sabe assim, encontraria o lugar de seu sonho.

Estava frio, absurdamente frio. Abriu os olhos; ou melhor, não abriu, mas acordou, fosse de um transe, um coma, ou qualquer coisa do gênero. Arqueou as sobrancelhas; ou melhor, tentou, pois não conseguia se mexer, o que fora constatado quando sentiu todos os músculos retesados numa espécie de prisão. Perscrutou o ambiente com o olhar, não que adiantasse muito, afinal tudo o que enxergava era algo cristalino, algo parecido com vidro. Algo estranhamente gélido, que lhe engelerava os nervos.

Pior que isso fora a profecia, ou apenas as palavras aparentemente em verso que chegavam sutilmente aos seus ouvidos. É claro, seria impossível esquecer daquilo, ainda mais após a sua repetição contínua. Quem falava? Ele não sabia e muito menos sabia se queria saber. A ignorância é muitas vezes um santo remédio. Mas estava mais do que claro que, quem quer que incitava-lhe com um timbre perigosamente doce, tinha alguma relação com o clima inóspito onde se encontrava.


Fallen não se demorou muito. Pegando seu kit-sobrevivência (quase tudo o que precisaria pra se virar nas mais diversas situações que algumas missões proporcionavam, fosse para decepar monstros, fosse para jogar cartas com algum velho), ou seja, sua mochila e uns pertences mais específicos, saiu do chalé de Hades e deixou um bilhete inocente em cima do travesseiro.

Fui dar uma volta.

Provavelmente, a volta mais longa que daria em sua vida, começando pelo fato de ser abordado por um primo seu.

— Natanaello Maximiliano — respondeu após o garoto soar como se soubesse de seu "segredo" dos nomes. — Mas me chame de Max. Sério. Mesmo — frisou, talvez meio grosso, mas sem intenção de ser chato com o tal de Finnick, apenas mantendo a rotina de suas relações amistosas.

O filho de Poseidon confirmou as suspeitas do de Hades ao contar seu sonho. Então, assim que Fallen percebeu que deveriam agir juntos, foi um pouco mais cordial e espontâneo:

— Certo. Então vamos. — Talvez não tão cordial e espontâneo.

Em não muito tempo depois, caminhavam pelo Acampamento tranquilamente, sem chamar atenção. Fallen fitou a Casa Grande e, por um segundo, pensou se deveria parar e avisar Quíron, mas a desconfiança no centauro fê-lo continuar seu trajeto; Finn também não demonstrou interesse de contar sobre aquela aventura. É claro, ele deveria explicar tudo ao chegar, mas até lá havia muito tempo. Enquanto isso, só precisava se preocupar em ir até a Colina Meio-Sangue, que julgou ser a colina da profecia onírica.

As aves os esperavam na Colina, circulando-a acima da cabeça de Peleu, que encarava as grandes águias brancas como se ponderassse se teriam gosto de frango. Os semideuses assobiaram e fizeram-nas descer antes que virassem comida de dragão.

Assim que elas pousaram, Fallen subiu na menor. Uma espécie de entendimento mútuo ligou o meio-sangue ao animal, o que era estranho, mas quase tornou a ideia de viajar pelo ar menos tensa.

Quase, porque ele ainda passou mal quando ela tomou impulso e ergueu-o no ar, fazendo ter vontade de vomitar as tripas. Mesmo assim, ele ainda era irritante; portanto, ao olhar para o chão, provocou o primo.

— E então, Finn? Você vem? — brincou, deixando que a águia gigante o levasse para onde deveria ir. A missão começara com um grande voo - e, com grandes voos, vêm grandes enjoos.

EQUIPAMENTOS:
• Espada Infernal [Ferro Estíge // Uma espada forjada em ferro estíge que, ao ser guardada na bainha, se for a vontade de seu dono, encolhe seu tamanho o suficiente para que possa ser guardada no bolso. Sempre que tira a vida de algum ser, absorve e aprisiona sua alma dentro da lâmina, guardando-a para usos posteriores do filho de Hades. Almas guardadas: 00 // Presente de reclamação de Hades]. [Na cintura, do lado esquerdo.]

• Elmo das Sombras [Ferro Estíge // A réplica do elmo das sombras de Hades, que dá ao semideus que o veste o poder da invisibilidade por um turno, habilidade que pode ser ativada duas vezes por missão. Quando não está em uso, transforma-se em uma touca preta de lã // Presente de reclamação de Hades] [Na cabeça.]

• Roar [Anel // Prata // Anel com o entalhe da cabeça de um leopardo, feito de prata. Quando ativado, tem o poder de metamorfosear o usuário em um leopardo, símbolo de Dionísio. A transformação dura três turnos e pode ser utilizada uma vez por missão // Evento de Páscoa]. [No dedo anelar da mão esquerda.]

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Re: {CAMPANHA} Blood in the Snow

Mensagem por Finn Wolff Freibövich em Sex Abr 10, 2015 7:52 pm


You left me nothing nothing nothing, nothing nothing nothing at all.
Deveria chamá-lo de Max, achava tão genérico e estranho. E seu nome era bastante inusitado. Não fiquei atento a essa questão, umedeci os lábios concordando com o garoto sobre me preparar para ir para onde quer que for.  Ao passar pela casa grande eu coloquei os braços atrás das nucas e fingi não se importar a incomodar em falar tudo para Quíron. O velhote só iria arquivar as coisas depois de nos submeter há várias perguntas, não iria ter paciência para isso naquele momento. “Espero que ele não queira parar, ufa!” Comentei aliviado ao notar que Max passou pelo edifício sem demonstrar nenhum interesse em parar.

“Até que esse meu primo não é todo certinho.” Se fosse o Hunter ele ficaria horas falando com o centauro e com isso, minha cabeça explodiria em acesso de raiva com tédio. “Nossa que lindo!” Foi algo inexplicável ao ver as aves brancas cortarem os céus em aéreos estranhos até pararem em plena paz no topo da colina.

Claro que eu vou. — fiz uma expressão banal com a pergunta do rapaz. Ao subir na ave maior, notei a diferença em estar no lombo de um equino. Não era algo como imaginava, ao levantar voo tive que segurar em suas plumas, senão seria arremessado para longe com a força de suas do alavanco. — Eita! — comentei com o coração na boca.

“Será que ele está se perguntando o motivo de sermos os escolhidos ou é tanto faz?” Minha mania de achar que sempre os deuses influenciavam nas escolhas de todos e isso não era agradável. “Por que eu?” Questionava-me enquanto o vento batia em minha pele, em um momento segurei com força e as aves correram em alta velocidade cortando os céus. Tentei não lacrimejar, mas estava difícil não deixar as os pingos caírem. “Droga de velocidade!”

Não sei quanto tempo se passou, mas chegamos até uma cidade. Fomos deixados pelos pássaros e sentia o vento bater em meus músculos. Sim, estava com muito frio. Adentramos perdidos num tipo de pousada e com os nossos sotaques notei que estávamos no Canadá. Só não sabia a cidade, depois olharíamos em um folheto e não seria complicado.

Aqui tem algum agasalho? — a recepcionista sorriu e apontou para frente. Era uma blusa de lã, para quem não tinha nada era um lucro. Era Branco e com tons avermelhados. — Engraçadinho, não é? — tentei parecer cômico para o filho de Hades. Ele estava com as chaves do nosso quarto, conforme subíamos aqueles degraus em madeira o ar ficava estranho. Não sabia se isso só acontecia comigo, quando Max abriu a porta vimos dois cães infernais. Eles corriam em nossa dirção, tinha que pensar rápido e não sabia o que ele faria. Rapidamente fiz minha espada surgir e fiquei preparado para uma defesa.

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Re: {CAMPANHA} Blood in the Snow

Mensagem por Nate M. Ästelo em Sex Abr 10, 2015 8:50 pm


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CAMPANHA, 2.

O céu não era assim tão bonito, e particularmente Fallen cansara-se da viagem cerca de cinco segundos após ela começar. Voando, o filho de Hades ficou tempo demais longe do chão, ainda que não pudesse estimar quanto - também, cinco minutos sem entrar em contato com a terra já lhe causava certo torpor. Por isso, ele dormiu logo depois de vomitar, ainda podendo ver o Acampamento Meio-Sangue atrás de si.

[...]

Fallen acordando botando as tripas para fora, caindo do dorso da águia gigante no chão. Com o cenho franzido de nojo, ele desviou de seu vômito e cuspiu, só então encontrando Finn. Ainda com o gosto de enjoo na boca, decidiu não falar nada até a ânsia passar.

O local onde se encontravam era frio. Devido ao sotaque do povo local e as placas, que estavam em duas línguas (inglês e francês), Fallen chutou que seria o que chamavam de "Canadá". Seguindo Finn até uma pousada, o garoto foi logo resolver as questões burocráticas - estadia, comida, dinheiro -, enquanto seu primo cabeça-de-alga ficava preocupado com o frio. Puxando um casaco qualquer, subiu as escadas com a chave de seu quarto.

No entanto, havia um probleminha: a camareira que passara por ali esquecera de tirar os dois cães infernais do quarto.

— NÃO! — ele gritou, com a voz firme, colocando neles todo o seu ódio que conseguiria, todo o pesar carregado durante anos devido ao seu cheiro natural de morte. Aquilo deveria funcionar como funcionara no Caça, impedindo os quadrúpedes de tomarem a iniciativa. Encarando-os, Fallen sussurrou para seu companheiro enquanto desembainhava a própria espada: — Eu cuido de um. Agora.

E, sem outro sinal, pulou para dentro do quarto.

Imediatamente, os cães latiram, mas Fallen prendeu um com as sombras enquanto o outro seria problema de Finn. Prendendo o cão no chão, o filho de Hades arriscou um golpe com a espada no início do abdômen dele, porém a mandíbula infernal fechou-se em sua lâmina pouco antes de atingi-lo.

Aproveitando-se daquela posição, o semideus forçou o cabo da arma para baixo, buscando atingir a lateral da cabeça do cão com o ferro estígio, que feriu - feriu o nada, pois o cão infernal viajou nas sombras da armadilha do meio-sangue.

Sem pensar, girou nos calcanhares e ergueu a espada à frente do corpo, usando-a como defesa; como esperava, o animal não era tão inteligente e tentou se teletransportar logo para suas costas, o que era um movimento clichê. No entanto, seus músculos não se comportaram rápido o suficiente, e o cão conseguiu cair - literalmente cair - por cima do meio-sangue, empurrando-o contra a cama, que quebrou.

Mesmo assim, Fallen levara a melhor: ao empurrar o semideus contra a cama, acabara indo com seu corpo em direção à espada do filho de Hades. Coberto por um monte de pó dourado, o humano levara a mão à cabeça e coçara os cabelos, mas vangloriara-se por sair quase ileso daquele embate, apenas com uma dor mais latente no ombro esquerdo devido ao baque, o que provavelmente não passaria de um hematoma.

Erguendo-se, ele procurou Finn com o olhar e encontrou-o terminando seu combate. Sorrindo, assentira de leve com a cabeça. Aquela aliança começava a ter seus frutos colhidos.

EQUIPAMENTOS:
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• Elmo das Sombras [Ferro Estíge // A réplica do elmo das sombras de Hades, que dá ao semideus que o veste o poder da invisibilidade por um turno, habilidade que pode ser ativada duas vezes por missão. Quando não está em uso, transforma-se em uma touca preta de lã // Presente de reclamação de Hades] [Na cabeça.]

• Roar [Anel // Prata // Anel com o entalhe da cabeça de um leopardo, feito de prata. Quando ativado, tem o poder de metamorfosear o usuário em um leopardo, símbolo de Dionísio. A transformação dura três turnos e pode ser utilizada uma vez por missão // Evento de Páscoa]. [No dedo anelar da mão esquerda.]
PODERES:
[TREINOS ESPADA] Espadachim – O semideus se torna apto a batalhar com a espada e todas suas variantes, seja de maior ou menor tamanho. Envolve adagas, cimitarras, sabres, floretes, claymores, katanas e diversas outras variantes desta mesma arma.

[TREINOS CORRIDA] Fôlego – Por causa dos treinos exaustivos de corrida, o semideus se torna mais resistente do que o normal, conseguindo mais fôlego. Isso diminui o gasto de PR pela metade para atividades físicas e uso de poderes ativos.

[Nível 05] Alma Sombria – O filho de Hades possui uma aura sombria que ronda seu corpo, por ser filho de quem é. Todo ser vivo que se aproxime sente um pequeno incômodo com sua presença, como estar diante da morte. [Usado para ter a iniciativa no combate.]

[Nível 15] Umbracinese – O filho de Hades possui agora total domínio sobre as sombras, se tornando capaz de moldá-las e modifica-las de acordo com sua vontade e comando, podendo até mesmo as solidificar. [Usado para controlar as sombras.]

[Nível 16] Armadilha Sombria – O filho de Hades, através da umbracinese, controlará um pouco de sombra para que tome a superfície ao redor dos pés do inimigo, agarrando-lhe os pés e prendendo-o ali. [Usado para prender o cão infernal, somente por um turno.]
Duração: 2 turnos.
Gasto: 20 PM por turno.

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Re: {CAMPANHA} Blood in the Snow

Mensagem por Finn Wolff Freibövich em Dom Abr 12, 2015 11:18 am


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Claro que ele iria cuidar de um. O outro estava se aproximando da minha direção, neste momento o filho de Hades ficou como um borrão ao meu lado. Ele disse algumas coisas, mas não prestei atenção. Mantive o foco por algum instante no meu inimigo. “Agora! Vou matar esse monstro.” Girei a espada e ativei o escudo marítimo, com a investida do cão infernal ativei a habilidade especial do escudo. Uma proteção d’água tomou conta do meu corpo e protegeu contra o primeiro ataque do ser infernal. Utilizei a água e a domei com a mão que segurava a espada. Fiz com que pequenas agulhas se formassem e fui arremessando no cachorro. Ele pulava pra os lados tentando desviar, mas mantive o foco até atingi-lo com algumas na pata.

“Droga, ele é rápido demais!” Tive que pensar rápido e corri até o animal, girei meu corpo e com um salto cortei sua lombar, mas não foi suficiente, no momento que ele avançou suas presas pegaram de raspão em meu braço. Com uma batida no focinho com o escudo, ele se afastou gemendo.

“Morra! Desgraçado!” Saltei e cravei a lâmina em sua cabeça, em instantes um jorro de sangue sujou o chão e o monstro se desfez em puro pó dourado. Havia voltado para o inferno, de onde nunca deveria ter saído. — Nossa, atacados assim do nada? — fiquei um pouco curioso sobre o ocorrido. Não esperava que fossemos rastreados tão facilmente. Mas pensando bem, dois dos filhos dos três grandes era a se cogitar, já que nosso cheiro junto deveria domar um grande raio.

Ficamos atentos durante toda a noite, não consegui dormir direito e revezávamos na vigília. Segurava com força aquela blusa de lã e pensava nas coisas no acampamento. Deveríamos voltar para a casa logo. Estranho eu pensar que aquele lugar era o meu lar.

O dia amanheceu e vimos às águias na janela da pousado. Foi arriscado, mas subimos nelas e levantamos voo em rumo para as montanhas cobertas em neve. Sentia o frio bater em minha espinha e a sensação era horrível. Umedeci os lábios por um instante e observei o horizonte. Durante a viagem deu para conversar com o garoto, mas sempre mantemos certo profissionalismo. E não achava aquilo estranho. “O que são aqueles pontos brilhantes no cume de gelo?”

Chegamos, é uma certeza. — umedeci os lábios e tentei ver o que estava no ambiente, mas com uma leve geada não conseguia observar o que desejava. — O que acha que tem lá embaixo, Max? — questionei fazendo uma careta, não era hora para brincadeiras. Mas não poderia deixar de ser eu.

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• Escudo Marítimo [Bronze Celestial // Um escudo redondo feito em bronze celestial que se esconde em forma de uma pulseira de bronze quando não está sendo usado. Possui a habilidade de criar uma barreira d’água ao redor do semideus que o protege de ataques mágicos e de longa distância por um turno, podendo ser usada duas vezes por missão // Presente de reclamação de Poseidon].
Habilidade Passiva:
[Nível 20] Hidrocinese Avançada – O filho de Poseidon já tem um domínio exímio com a água e uma concentração suficiente para criar água, logo, ao invés de apenas controla-la, ele também poderá cria-la. Além de conseguir ter a habilidade de retirar água dos lençóis freáticos e conseguir juntar as moléculas de H2O para retirar água do ar.


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Re: {CAMPANHA} Blood in the Snow

Mensagem por Psiquê em Seg Abr 13, 2015 3:44 pm

Avaliação


A pedido do jogador Finn, a campanha será encerrada e avaliada até onde foi postada. O que é uma pena, pois prometia ser uma boa e elaborada missão. Faço um comentário para ambos, pois não houve nenhum erro que eu tenha notado, vocês dois postam com excelência cumprindo todos os quesitos que se espera de um jogador. Levei em consideração o cão infernal ser classificado uma estrela, por isso terem finalizado com o inimigo de maneira rápida e coesa. Porém, a pontuação será baixa pela falta de desenvolvimento da missão, sendo considerado que ela ainda está em seu início.

Recompensa


RECOMPENSAS PARA AMBOS: 90XP + 50 dracmas + 2 de fama glória

Narração


Após os cães infernais terem atacado, os meios-sangues envolvidos naquele evento despertaram, descobrindo estar na verdade dentro de um sonho! Mas havia sido tão real, tão cheio detalhes e sensações! O que ele poderia significar, de verdade? Quais os mistérios que esse evento onírico poderia esconder?


Situação do Personagem


Sem alterações/descontos, pois estavam em um sonho.

--> Qualquer dúvida ou reclamações quanto à missão/avaliação poderá ser realizada por MP.

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v
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ç
ã
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Não-Reclamados
Não-Reclamados
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Re: {CAMPANHA} Blood in the Snow

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