[PRIMEIROS PASSOS] Bad... Crab?

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[PRIMEIROS PASSOS] Bad... Crab?

Mensagem por (EXST)Apolo em Ter Abr 07, 2015 3:31 pm

1. Narração


E mais uma vez, o acampamento estava sendo atacado por criaturas que tinham como objetivo de vida dificultar a vida dos semideuses. Quando a estiagem começou, todos pensaram que seria algo passageiro, sem muitos efeitos negativos para o acampamento, mas conforme ela se prolongava e seus efeitos se tornaram piores, os deuses começaram a desconfiar que algo muito sério estava para acontecer. E para confirmar esse fato, as defesas do acampamento, por algo motivo, não estavam mais com 100% de seu poder. Era comum os monstros atacarem o acampamento, e esses ataques costumavam ser diários. Diariamente os problemas que apareciam eram resolvidos, mas no outro dia outros - ou outros - problemas apareciam. Era um ciclo sem fim. Mas sem dúvida o que mais estava deixando os campistas perturbados naquela semana eram os ataques que aconteciam pela praia. Sendo mais especifico, perto de uma gruta.

Naquela semana, uma estranha criatura estava perturbando todos os campistas - sátiros e espíritos da natureza inclusos - que ousavam ir até a praia para descansar. Sempre que algum deles chegava perto da gruta, algo saia muito depressa da água e ataca os campistas, paralisando-os e derrubando-os de cara no chão. As vezes, alguns de seus objetos sumiam e eram encontrados destruídos do outro lado da praia, o que deixava os donos um tanto irritados. Alguns campistas tinham tentado ir resolver aquilo por conta própria, mas todos acabavam tendo o mesmo destino: eram paralisados e alguns de seus objetos pessoais sumiam. Eles nem conseguiam ver o que os atacava. Quíron, cansado de ouvir os campistas reclamando de ter um de seus pontos de descaso sendo invadido por um monstro, resolveu reunir alguns semideuses para ir dar conta da criatura. Mas ele acabou se deparando com um pequeno problema: a maioria estava em missão e os que não estavam, estavam na enfermaria, se recuperando de missão que tinham acabado de voltar. O único semideus que se encontrava disponível para a tarefa era Lucca, um filho de Dionisio. E apesar de estar um tanto preocupado por mandar um só garoto para aquela pequena missão, era tudo o que tinha disponível no momento.

No dia seguinte, perto das onze da manhã, o centauro ficou esperando perto da arena, onde ele costumava treinar. Não demorou muito para o filho de Dionísio aparecer. Antes mesmo que ele pudesse cumprimentar Quíron, o centauro se adiantou e chamou o garoto com as mãos. - Lucca, não é? Desculpe interromper seu treino, mas hoje tenho uma tarefa um pouco diferente para você... Dando um pequeno sorriso, ele apontou para a praia do acampamento, que estava estranhamente vazia naquele horário. O motivo era, claro, o monstro que estava atacando. - Creio que tenha ficado sabendo dos ataques que estão acontecendo perto da gruta da praia. Os campistas estão meio irritados com isso, me culpando por não fazer nada para resolver, mas não posso culpa-los. Apesar da culpa não ser inteiramente minha, o estado atual do acampamento deve deixa-los meio irritados. Enfim... Preciso que você, Lucca, vá até a gruta com seus equipamentos e tente descobrir o que está atacando os campistas. Caso seja possível, tente resolver o problema. Pode fazer isso para mim? - Sem esperar uma resposta do garoto, o centauro deu alguns passos na direção da casa grande. Com um sorriso um tanto estranho, ela acenou uma despedida para o garoto. - Lembre-se, perto da gruta do acampamento. Tenha cuidado. O monstro pode ser um pouco perigoso, e talvez não seja só um. Mas tenho certeza que você vai ser capaz de resolver o problema. Caso não seja, bom... A enfermaria está lotada, mas sempre tem espaço para mais um. - Dito aquilo, ele se afastou. Apesar de ter perguntado ao garoto se poderia resolver o problema, não foi como se ele pudesse responder "não". Ele simplesmente tinha uma missão para resolver.

3. regras


- Narre a partir do momento em que é chamado por Quíron, perto da Arena. Como estava indo treinar, seus equipamento já estão com você. Narre como se fosse um recém-reclamado. Caso queira, pode colocar uma introdução explicando o momento de reclamação. Acho que já fez isso na outra missão, mas. g_g Q

- Narre até o momento em que você chega na gruta. Quando chegar lá, vai encontrar diversos objetos dos campistas destruídos na entrada dela, dentro da água e na areia. Diferente dos campistas que foram atacados perto da entrada, você vai ter que entrar nela para encontrar o bicho (olha o bicho vindo mlk), pq vai dar mais emoçaum. q

- Coloquem todo o equipamento que levarem para a missão em spoiler no final do primeiro post. Caso usem algum equipamento que não tenha sido citado ou não esteja em sua ficha, ele vai ser desconsiderado. Poderes passivos devem ser posto em spoiler também, logo após entrarem em batalha. Não tem limite para quantos podem usar. Já os ativos, são três por post no máximo.

- Acho que é tudo. Não sei se esqueci alguma regra, mas enfim. Boa sorte. Qualquer dúvida MP, chat ou facebook.

t
e
s
t
e
Deuses
Deuses
avatar
(EXST)Apolo

Ficha do personagem
PV:
9999/9999  (9999/9999)
PM:
9999/9999  (9999/9999)
PR:
9999/9999  (9999/9999)

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [PRIMEIROS PASSOS] Bad... Crab?

Mensagem por Gaël Berwanger em Qui Abr 09, 2015 7:17 pm


Bad Crab
Hm.
Dias e mais dias entediantes em um acampamento entediante com pessoas entediantes e ataques entediantes. Os meus dias no Acampamento Meio-Sangue arrastavam-se como lesmas. Até que então, fui reclamado.

Era outra das noites quentíssimas do estreito de Long Island. Todos estávamos em volta da fogueira, eu, com meu costumeiro sorrisinho falso, passa não deixar transparecer meu eterno tédio por ser um indefinido e não ter nenhuma ideia de quem era meu progenitor divino. Do nada, dois tirsos brilhantes entrecruzados, ambos do tamanho aproximado de dois lápis. Ambos tinham uma coloração arroxeada. Todos riram ao identificarem meu pai olimpiano, e ele, estava sentado em um grande banco de videiras, com uma lata de coca em seus lábios. Olhei para ele com um olhar raivoso, para então, levantar-me e ir em direção ao chalé de Hermes, a fim de recolher meus pertences e me instalar no chalé doze.

••••

Acordo de súbito com algo espetando minha bunda, ajoelho-me na cama e noto que um florete e uma máscara estão bem acima dos lençóis azuis do beliche, caído ao lado da cama, havia um elmo de estilo espartano, como eu sabia disso? Os filhos de Ares do local usavam o tempo todo, mas ao invés de uma crina vermelha, a deste elmo era azul. De acordo com meus cálculos, haviam mais três filhos do deus do vinho no Acampamento. Um deles, se não me engano, com um nome parecidíssimo com o meu. Levanto-me da cama, apenas de cueca, e vou em direção ao banheiro, para um rápido banho.

Após o banho tomado, coloco uma roupa comum para a situação, camiseta do Acampamento, com as duas mangas rasgadas, uma bermuda jeans surrada, com pontos desfiados e tênis all-star, o tênis que quase todo mundo usava nesse lugar. Parece até uma marca divina.

Recolho os itens que apareceram, e com um longo suspiro de cansaço, saio do chalé, andando em direção à Arena. Ela não era muito longe, mais especificamente, a praia ficava de um lado do acampamento, os chalés no meio e a arena do outro lado.

A Arena era um local grande e arejado, respiro profundamente ao ver diversos semideuses treinando com bonecos. Do nada, algo brilha em minhas mãos, e vejo que a máscara está se transformando em um óculos de sol com os escritos Ray-Ban na armação, e o florete, se transformando em uma garrafa de vinho em miniatura. Franzo a testa, e do nada, uma mão toca meu ombro. Viro para trás, e vejo um centauro. Um centauro não, o centauro. Quíron tinha um olhar nervoso, quase paranoico, olho para ele enquanto ele começa a falar, dando a mim uma tarefa, logo, indo embora, sem nem ao menos me dar a chance de opinar, dizer que não queria. Bufo com raiva, bem, se o diretor de atividades do Acampamento Meio-Sangue me manda dar uma de Sherlock Holmes, eu teria que obedecer.

••••

O Acampamento era simplesmente gigantesco. Tive que ir de uma ponta à, para verificar, e possivelmente matar o tal monstro que estava tirando a paz dos campistas. Ótimo, além de Sherlock, sou agora segurança. Reviro os olhos enquanto brinco com a garrafinha de vinho entre os dedos, ela era tão pequenina que chegava a ser fofa, sorrio de leve, Dionísio tinha certo bom gosto, mas não muito que o salvasse, camisas havaianas tinham saído de moda à muito tempo.

Encontro conforto em meus pensamentos, era algo tão estranho para mim, sabe, essa coisa de conforto. Logo, chego ao local que Quíron descrevera, e a cena de horror era tão horrível que trouxe à tona todas as minhas lembranças ruins.

Camisetas do acampamento jaziam rasgadas, manchadas de sangue, equipamentos estraçalhados denunciavam que algo estivera ali. Algo grande. A água marinha estava negra de tantas coisas jogadas lá. Não pude evitar uma careta. Quíron dissera que o monstro, ou os monstros, atacavam logo que alguém chegava em frente à caverna, e se eu não fora atacado até agora, queria dizer... Essa ideia é tão ridícula... Queria dizer que eu teria de entrar.

••••

Meus passos ecoavam pela caverna escura, era tudo tão audível, muito embora estivesse muito escuro, só conseguia enxergar um palmo além do meu rosto, logo, transformei meu florete de volta em arma, afim de estar preparado. Ao longe, pude ouvir gotas pingando, meu florete emanava certo brilho, por ser de bronze divino, então eu enxergava razoavelmente. Respirando fundo e baixo, para não fazer muito barulho, continuo.

Do nada, algo aparece. Grunhindo alto e com movimentos rápidos, só tenho tempo de ativar minha máscara e levantar o florete, já que o elmo jazia imaculado, em minha cabeça. À pouca luz, pude ver um enorme artrópode com uma cara realmente feia vindo em minha direção. Concentro-me no monstro, mas uma pequena parte da minha mente, trabalha incansável, à procura de algum poder relacionado ao deus do vinho. Sinceramente, ele era um pouco inútil. Videiras, leopardos, embriaguez... Quando uma pessoa bebe, ela fica com enxaqueca durante a ressaca, talvez se eu pudesse transmitir algo relacionado ao caranguejo gigante. Fecho meus olhos e jogo-me no chão, o monstro passa direto por mim, e nada mais acontece, ok, sem poderes assim. Levanto o florete outra vez, e corro na direção do artrópode, é claro, que se eu atingisse o exoesqueleto dele, nada aconteceria, mas todos os caranguejos tinham uma parte de carne, embaixo do casco, talvez esse também tivesse. Abaixo-me e toco o chão, escorregadio o bastante. Tomo fôlego e corro na direção do monstro, escorregando por debaixo dele e espetando uma carne albina que vi, ao brilho do florete. Sorrio, mesmo tendo muita, mas muita poeira dourada de monstro me cobrindo. Torço o nariz e logo solto um espirro, foco zonzo por alguns segundos e dou meia volta, meu trabalho estava finalizado. Bem, era o que eu pensava.

••••

Enquanto andava de volta, havia uma caverna ao lado, com diversos objetos brilhantes, que eu imaginei ser os itens perdidos dos campistas que foram atacados, logo, entro no local, a fim de recolher os pertences. Vejo um vulto logo atrás de mim, e de volta, e outra vez. Diversas sombras deixam-me com certo medo, logo, outro artrópode aparece na minha frente. Não me toco que deixara a máscara ativada, eu realmente não sabia o que ela fazia, mas logo, o caranguejo grandão começou a correr de um lado para o outro, batendo contra as paredes. Olho para cima, pois um tremor indicou que havia algo sobre mim, e lá, encontro estalactites, uma delas se rompeu, e com uma grande coincidência, caiu bem no monstro, partindo a cabeça dele ao meio. Ensaio um sorriso, pensando parecer um pouco falso, embora não tivesse mais ninguém ali.

Corro para recolher as armas, quatro espadas, dois escudos, cinco elmos e dois arcos. Empilho todos nos meus braços e saio correndo do local, antes que ele todo desabe devido às batidas insistentes do artrópode, já morto. Corro de volta à casa grande, sentindo-me exausto pela pequena jornada às profundezas da caverna artrópode. Chego em frente à edificação azul, e Quíron está lá, com um semblante preocupado. Fecho a cara e jogo as armas aos seus pés, ou cascos, sei lá, então dou meia volta, e ando em direção ao chalé 12. Um bom banho me faria bem. Muito bem.


Inventário:

• Florete Vinícola [Bronze Celestial // Um florete simples em bronze celestial que é capaz de se disfarçar em forma de uma mini garrafa de vinho, pequena o suficiente para ser levada no bolso. Sempre que atinge o alvo diretamente na pele, transmite pequenas substâncias alcóolicas que deixam o inimigo gradativamente bêbado, diminuindo reflexos, coordenação motora e retardando suas reações e movimentos // Presente de reclamação de Dionísio].

• Máscara Teatral [Bronze Celestial // Uma máscara de bronze celestial em forma da máscara teatral grega que representa o drama, ou a tristeza, que se torna um óculos ray-ban quando não está em uso. Possui a habilidade de causar alucinações em quem a olha, fazendo com que o inimigo veja vultos e imagens falsas que são geradas pela mente em princípio de loucura. Poderes de influência mental ou sentimental usados após o efeito da máscara serão potencializados // Presente de reclamação de Dionísio].

• Overload [Elmo // Fibra de carbono // Elmo no estilo dos guerreiros espartanos, com uma crina de cor azul elétrica. Quando ativada, tem o efeito de reduzir o gasto de PM e PR pela metade durante o período de três turnos, uma vez por missão // Evento de Páscoa].

Poderes:

O que seria usado, falhou, então, acho que nenhum 'u'



asebaha he behe





Progênie de Deméter
Progênie de Deméter
avatar
Gaël Berwanger
Título : Novato
Idade : 21

Ficha do personagem
PV:
320/360  (320/360)
PM:
320/360  (320/360)
PR:
340/360  (340/360)

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [PRIMEIROS PASSOS] Bad... Crab?

Mensagem por (EXST)Apolo em Sab Abr 18, 2015 2:06 am

1. Avaliação


Lucca

Então, como tu mesmo falou na MP, ela não ficou muito boa. As batalhas foram bem fáceis e má desenvolvidas. Os movimentos foram corridos, os monstros morreram rápidos. Entendo que tu deve estar sem paciência por ter demorado tanto pra conseguir a MPP, então sl. q Erros de português eu notei poucos e a maioria era quanto a virgulas, um ou outro foi trocar mas por mais e vice-versa. Coisa besta. O que mais pesou mesmo foi a batalha e o enredo, que ficaram fracos.

Coerência Textual - 90/100
Coerência Batalhas - 80/100
Gramática/Português - 35/40
Enredo/Criatividade - 90/120
Objetividade - 35/40
Total - 330 de exp e 170 dracmas. +2 de fama

t
e
s
t
e
Deuses
Deuses
avatar
(EXST)Apolo

Ficha do personagem
PV:
9999/9999  (9999/9999)
PM:
9999/9999  (9999/9999)
PR:
9999/9999  (9999/9999)

Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: [PRIMEIROS PASSOS] Bad... Crab?

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum