Hunt Bottle

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Mensagem por Lucas Steban Heith em Sab Abr 11, 2015 2:26 pm


HUNT BOTTLE


PART I - O CHAMADO

Minha disposição não era das maiores. Jogada à sombra de um arvoredo, levei a mão direita até meus lábios a fim de conter um bocejo. Àquele clima de perigo eminente no Acampamento Meio-sangue havia sido o suficiente para redobrar as funções de todos, deixando-nos exaustos e cansados demais para arrumar confusão. De repente, percebi a figura que trotava em minha direção. Quando um sátiro te procura, saiba duas coisas: 1 – o Sr. D. quer falar com você ou 2 – Quíron quer te dar ordens. Nenhuma das hipóteses pareceu-me atrativa. Prevendo o que viria a seguir, fiquei de pé, esticando os braços – Lucas? O Sr. D. solicita sua presença. – Como já havia previsto a situação, encolhi os ombros e dirigi um aceno de concordância ao sátiro, seguindo-o em direção à Casa Grande. A maioria dos semideuses ficaria excitada, afinal o Sr. D. era um dos olimpianos, inclusive o meu pai, mas eu não conseguia enxergar o figurão de maneira paterna.

Chegando à Casa Grande, acomodei-me na poltrona em frente do Sr. D., que parecia ainda não ter notado minha presença ali; ou talvez estivesse me ignorando. Pigarreei para chamar-lhe a atenção, sendo fuzilado por àqueles olhos violeta – Que insolência! Espere um momento... Lucas? Meu filho! – Surpresa! Deuses também são bipolares. Abri um sorriso nervoso, indicando chamar-me mesmo Lucas – Tenho um trabalho para você, Lucas! Quero que vá à floresta e procure meu odre de vinho. Não encontro-o em lugar algum, devo tê-lo perdido em um de meus passeios. – Dito isso, o Sr. D. balançou a cabeça com ar melancólico – O que está fazendo aqui ainda? Vá logo, antes que eu mude de ideia e te transforme uma doninha! – Completamente maluco – Sim, senhor. – Disse apressado e fiquei de pé, sumindo dali o mais rápido que pude. Admito que eu fosse um pouco insolente, mas isso é diferente de ser burro ou idiota.

PART II – A FLORESTA I

Eu não sentia a mínima vontade de explorar a densa floresta, muito menos depois dos muitos boatos que tinha escutado a respeito da presença de monstros ali. Para a minha sorte, supunha, ainda não era noite, portanto isso devia dar-me alguma proteção. Quando cheguei ao ponto de partida, levei minha mão direita até o bolso do jeans e peguei a mini garrafa de vinho que levava comigo para todos os lados. Assim que girei-a entre meus dedos, estes passaram a segurar não o objeto de antes, e sim um elegante florete.

Onde o Sr. D. havia deixado cair seu bendito odre? Comecei a perguntar-me enquanto caminhava. Ia olhando o ambiente ao meu redor, tão verde que deixaria qualquer ambientalista feliz. Talvez ele tivesse deixado-o cair no Riacho de Zéfiro, de onde a correnteza havia dado conta de arrastá-lo para longe. Outra possibilidade seria que algo, ou alguém, tivesse encontrado o odre e resolvido apossar-se do mesmo. No meu caso, por exemplo, eu teria guardado-o. De repente, percebi árvores marcadas ao meu redor, uma delas aparentando ter sido meio perfurada em sua base. Cheguei mais perto com cuidado, a lâmina do florete a minha frente. Ao me agachar ali, ocorreu-me que àquele seria um ótimo esconderijo para guardar coisas, por isso tentei abrir mais a passagem já perfurada a fim de conseguir enxergar o que havia ali dentro. É óbvio que não ia arriscar usar a mão nua.

PART III – AS DRÍADES

Assim que comecei a escavar o tronco pude ouvir que o arrastar de folhas ao meu redor havia aumentado, ainda que a brisa suave fosse a mesma. É estranho descrever isso, mas sentia como se estivesse sendo observado – Ó, sou uma pobre alma perdida na floresta. – Falei alto a fim de que me ouvissem. Não demorou muito e senti um puxão na gola de minha camisa, arrastando-me para trás com incrível força. Agarrei o florete, fincando-o no chão e segurando sua empunhadura com ambas as mãos a fim de não ser levado. O efeito surtiu como desejado. Quando percebi que as mãos me largavam, usei o florete como apoio e fiquei de pé, aturdido enquanto fitava os arredores. De início não percebi nada de diferente, apenas os mesmos padrões enjoativos de verde, até que de entre a vegetação surgiu uma espécie de mulher-árvore – Você está invadindo nosso território, devastando nossas irmãs, sua presença aqui é uma ofensa para as dríades! – Estranhei o fato de as palavras terem sido usadas no plural – Dona coisa, quero dizer... – Pigarreei – Moça, você tem problemas de esquizofrenia? Porque somos só nós dois aqui, e eu não estou devastando coisa nenhuma! – Argumentei.

Como que em resposta ao que eu havia dito, outra dríade apareceu, dessa vez atrás de mim - Pirralho insolente! – Essa não quis saber de diálogo, pelo visto. Fiquei sem entender coisa alguma, porque eu não tinha feito nada! Exceto, talvez, aumentar o buraco naquela árvore, mas o buraco já estava lá – Que tal sentarmo-nos para conversar? Tomar um vinho, talvez? – Sugeri esperançoso. Dessa vez não obtive resposta, invés disso as dríades começaram a me cercar, uma mais furiosa do que a outra. Eu não sei qual o problema das dríades, afinal nunca fiz mal a nenhuma. Na verdade, eu sequer sabia da existência daquelas coisas. Não tive tempo de pensar muito, mal pisquei os olhos e já estava sob ataque! A mulher-árvore à minha direita investiu contra meu flanco, querendo provavelmente arrancar um pedaço de mim. Enfrentei-a sem hesitar, usando a lâmina do florete como defesa – Madeira! – Não sei porque, mas eu sempre quis dizer aquilo. Meu erro foi que a arma mais indicada para cortar lenha era o machado, não um florete, que era mais especializado em perfurar do que em decepar. Levei em cheio um soco de galhos e ramos nas costelas, seguido de outro ataque que veio do flanco oposto. As dríades pareciam aderir ao espírito de bater e correr, camuflando-se em meio as árvores e usando da agilidade para chegar perto.

Fechei os olhos momentaneamente, em busca de concentrar-me melhor. Assim que os abri pude perceber a nova investida contra mim, dessa vez duas ao mesmo tempo. Fiquei imóvel enquanto esperava o ataque que viria, até que nos últimos segundos abaixei-me. O movimento serviu para que as dríades batessem uma contra a outra, deixando-me agachado em meio a elas. Da maneira como estava, deixei a lâmina na horizontal e dei um giro em torno de meu próprio eixo, aproveitando o movimento para redobrar sua força graças ao impulso ganho. Apesar da lâmina não ser o suficiente para cortar as dríades ao meio, o bronze celestial causava-lhes dano considerável, fazendo seiva bruta escorrer dos ferimentos abertos na altura do que seriam coxas. Ainda que aos berros, minhas adversárias não recuaram, lançando galhos e espinhos para cima de mim. Ergui o braço esquerdo acima da cabeça em proteção enquanto ficava de pé, e com o direito finquei o florete no abdômen da dríade à minha esquerda. Essa explodiu em pó, sujando-me dos pés a cabeça. Já a outra fugiu em disparada – Não vai passar impune, semideus! – Ela rogou ao correr – Procura um jardim pra regar, dona! – Retruquei em resposta, sentindo meu braço esquerdo arder devido aos arranhões e a dor ainda forte nas costelas.  

PART IV – A FLORESTA II

Apesar dos machucados, continuei a caminhada, embora mais fraco do que antes. Em compensação mantive a guarda alerta, não querendo ser pegado desprevenido outra vez. Até então eu ainda não havia considerado o porquê de continuar ali, afinal logo seria noite e ninguém, absolutamente ninguém, quer estar à noite na floresta – O Sr. D. pode ter todo o vinho do mundo, todos os odres que quiser, por que ele inventou de querer logo este? Por que eu? Não tinha outro idiota para matar? – Retruquei mal humorado. Enquanto ia explorando a floresta, recolhi algumas frutinhas conhecidas para mordiscar, parando vez ou outra a fim de decidir que trilha tomaria. Começava a me sentir exausto.

O terreno era plano a minha frente, ou pelo menos foi isso que supus antes de tropeçar em uma raiz que não estava ali antes e começar a cair no que parecia ser uma descida íngreme. Agarrei-me a outras raízes, querendo não ir muito longe. Como diabos aquilo tinha ido parar ali? Ouvi uma risada de mulher, seguida de passos que se afastavam. Teria sido a dríade? Soltei um resmungo de dor enquanto levantava – Juro que vou matar o primeiro ambientalista que eu encontrar depois disso, eles não fazem a mínima ideia como árvores podem ser malignas! – Disse e passei a mão livre pela roupa para espanar a terra. Embora distraído e de mau humor, percebi uma pequena bolsa de couro animal deixada ali no chão, aparentemente cheia e meio enterrada. Será..? Abaixei ali e comecei a escavar até conseguir pegar o objeto – O odre! O odre! – Parecia uma criança de cinco de anos de tão contente.

PART V – O CARNIÇAL

Tudo estava ótimo e aquele seria um final feliz, só que não. Se você acha que alegria de pobre dura pouco, é porque não sabe que alegria de semideus dura menos ainda. Assim que peguei o odre pude ouvir um arrastar seguido de gemidos que ficavam cada vez mais próximos. Olhei ao meu redor, percebendo não apenas que a luz do dia se esmaecia, como também a figura esquisita que se aproximava de mim – Só pode ser brincadeira... Um zumbi! É o apocalipse zumbi! Eu não tenho um abrigo com enlatados, vamos todos morrer. Vou virar um zumbi e matar todo mundo. – Entrei em pânico e ao mesmo tempo fiquei animado; vai entender, né. O homem-morto não era muito lento, vinha com vontade ferrenha em minha direção, a bocarra escancarada de onde escorria saliva. Eu era tão apetitoso assim? Parecia um burguer king? Certo, melhor parar com isso.

O odre aparentava estar cheio, apesar de eu não saber há quanto tempo devia ter sido deixado ali. Abri o laço que o mantinha fechado, espiando o conteúdo – Parece seguro. – Encolhi os ombros e tomei um gole, sentindo o adocicado prazer do vinho em meu paladar. Como o zumbi ainda se aproximava, recuei alguns passos e comecei a tomar outros goles, sentindo o correr do álcool em meu sangue despertar a adrenalina. Estava pronto para salvar o mundo do apocalipse zumbi! Assim que o monstro chegou perto o suficiente, lançou-se contra mim mostrando as garras bastante afiadas, ao que dei outro passo para trás e impus o florete entre nós. O problema é que meu adversário não parecia se importar muito com isso, pois não refreou sequer um segundo, invés disso mostrou querer rasgar-me em tirinhas para grelhar – Ei, bafo de morto! Vocês não usam colgate? – Essas coisas idiotas simplesmente saem da minha boca, não me julgue. Sem se irritar, o zumbi continuou vindo para cima, suas garras passando há poucos centímetros de meu rosto quando inclinei a cabeça para longe do dano.

Por mais que eu desviasse e bloqueasse o máximo possível daquelas garras para longe de mim, o zumbi não me dava brecha alguma para contra atacar. Mais um passo para trás e tropecei em outra raiz – vou fazer um abaixo assinado contra raízes, juro. O zumbi jogou-se em cima de mim, suas garras finalmente alçando meu corpo de modo a abrir um vergão em meu tórax. Minha camiseta nova! Fechei o punho esquerdo e soquei-lhe a cara, mas não pareceu fazer muito efeito, exceto que achei muito legal sentir aquela carne podre amassar. Com o auxílio dos pés dei-lhe um chute para que saísse de cima de mim, antes que àquele monstrengo conseguisse abocanhar algum pedaço meu. Ele caiu há poucos metros, mas ficou de pé e voltou a investir, suas garras passando de raspão em meus braços enquanto eu tentava defender. Dei um giro rápido e ataquei seu flanco com o florete, cortando a carne podre e deixando que um líquido negro e fedorento escapasse – Onde está uma pistola quando eu preciso? Não dá para atirar na sua cabeça sem uma arma de fogo! – Está para surgir na história da humanidade alguém mais babaca do que eu, aposto.

Eu podia sentir o sangue de alguns cortes e arranhões grudar em minha pele, infestando o ar com um cheiro de ferro e sal. Tinha de acabar logo com aquilo, quase já era noite e ainda precisava encontrar o caminho de volta ao Acampamento. Tendo uma ideia repentina, gesticulei com a mão esquerda para a terra ao meu redor, fazendo surgir videiras que se enrolaram ao redor dos pés do zumbi, impossibilitando-o de continuar sua marcha ferrenha em minha direção. Comecei a flanqueá-lo, usando de minha agilidade para desferir um ataque contra seu pescoço e recuar. Era um processo trabalhoso, afinal não conseguiria arrancar fora a cabeça do zumbi tão facilmente, mas os golpes sucessivos levaram-me a esse resultado. Assim que fiz a última investida, meus braços já pesavam de tanto esforço e podia sentir o suor que empapava minha camiseta misturando-se ao sangue. O monstrengo explodiu em pó, parecendo nunca ter estado ali ou tentado me comer – E foi assim que as meninas superpoderosas salvaram o dia. – Ironizei, tão cansado que sequer ri de minha própria piada.

PART VI – A ENTREGA

A caminhada de volta à Casa Grande foi penosa. Tropecei algumas vezes, precisando respirar fundo antes de continuar. Levar o odre comigo ajudou, pois assim conseguia ganhar algum ânimo entre goles de vinho. Além disso, fiz brotarem duas uvas em minhas mãos, as quais mordisquei até tê-las comido e me senti um pouco melhor do que antes. Quando finalmente achei uma trilha, consegui segui-la até sair da floresta, ainda que a noite tivesse caído – mas não de todo.

Quando adentrei a sala do Sr. D., sujo da cabeça aos pés e fedendo, este mal dirigiu olhar a mim, como se tentasse – de novo – ignorar-me. Eu adoro meu pai, de verdade – Trouxe o que pediu, Sr. D., seu odre de vinho. – Estendi o objeto que trazia comigo na mão esquerda. Assim que o viu, os olhos de Dionísio arderam em chamas, fazendo-me imaginar quão doloroso seria caso ele resolvesse acabar comigo – Você enlouqueceu? Sabe muito bem que não posso tomar vinho, faz parte do meu castigo! Suma daqui! – Eu não quis discutir, apesar de não ter entendido coisa alguma. Qual era o problema dele? Sinceramente! Eu havia passado por tudo aquilo para nada? Saí da sala querendo esmurrar alguém, bater até ficar cansado. Contudo, tentei me contentar em ficar com o odre para mim. Deve ter um lado bom em tudo, supõe-se.

ARMAMENTO UTILIZADO:
• Florete Vinícola [Bronze Celestial // Um florete simples em bronze celestial que é capaz de se disfarçar em forma de uma mini garrafa de vinho, pequena o suficiente para ser levada no bolso. Sempre que atinge o alvo diretamente na pele, transmite pequenas substâncias alcóolicas que deixam o inimigo gradativamente bêbado, diminuindo reflexos, coordenação motora e retardando suas reações e movimentos // Presente de reclamação de Dionísio].

• Bracelete Vital [Bracelete // Prata // Um bracelete encantado por filhos de Hécate e feiticeiros de Circe e vendidos para loja de itens do acampamento, curam 200 de PV e 150 de PR uma vez por evento/missão/treino // Loja do Acampamento]

PODERES PASSIVOS:
Nível 01] Consciência Permanente – Os filhos de Dionísio bebem com muita maestria, apesar de logo se embebedarem. Seu corpo reage perfeitamente bem à bebidas e vícios, não deixando efeitos colaterais malignos e os mantendo conscientes de seus atos mesmo diante da mais louca das alucinações.

[Nível 03] Ambidestro – Os filhos de Dionísio se mostram extremamente habilidosos ao manusear armas e outros itens com ambas as mãos, uma perícia que em muito os ajuda em combates e outras situações.

[Nível 09] Reflexos Gatunos – Por sua ligação forte com os felinos, os filhos de Dionísio possuem os reflexos aprimorados e acima do normal, mesmo quando estão sob o efeito de drogas. Agem e reagem com a rapidez de um gato.

[Nível 10] Alcoolismo Amigo – Sempre que estiverem embriagados ou sobre efeito de álcool, os filhos de Dionísio possuem sua força e velocidade dobradas.

[Nível 15] Sentidos Aguçados – Como bom filho de Dionísio e patrono dos felinos, o semideus passa a ter três de seus sentidos (visão, olfato e audição) extremamente aguçados, sendo capaz de ouvir, sentir e ver três vezes além do normal.

PODERES ATIVOS:
[Nível 08] Armadilha de Videiras – Videiras brotam do chão ao comando do semideus, se enrolando nas pernas do inimigo e prendendo-o.
Gasto: 15 PM

[Nível 11] Parreiral – O filho de Dionísio invoca duas uvas em suas mãos, cada uma delas é capaz de curar 30 PV e 30 PR de quem ingerir.
Gasto: 30 PM

MONSTROS E OBSERVAÇÕES:
1 Carniçal - Os carniçais sentem uma fome insaciável por carne viva,que os leva a caçar vítimas sempre que possível. Eles imobilizam suas presas e as devoram enquanto o calor da vida ainda está infundido em seus corpos. O carniçal se lança contra qualquer coisa que possa comer, atacando com as garras até conseguir imobilizar a presa. Assim que isso acontece, ele ataca com sua mordida do carniçal.

2 Dríade - As dríades são criaturas selvagens e misteriosas encontradas nas profundezas das matas virgens. Protetoras zelosas das florestas, elas não toleram a insolência de intrusos. As dríades defendem seus bosques e a vida silvestre com ferocidade. Elas empregam sua habilidade véu da enganação para atrair os intrusos para armadilhas. Em combate, elas usam uma combinação de velocidade e andar nas árvores para flanquear os oponentes.

Em suma, creio que o decorrer das situações tenha ficado claro, algumas indo de acordo com os poderes passivos já listados. Como escolhi monstros mais "fracos", de uma estrela, aumentei a sua quantidade. Lucas portou consigo o caminho todo o Bracelete Vital, logo peço que seja levado em consideração a recuperação ocasionada por este e também as uvas proporcionadas pelo poder ativo Parreiral.

ITEM DESEJADO:
• Odre Insaciável [Couro animal // Odre especializado em vinho, de aparência comum e de médio porte, podendo ser carregado em bolsos ou amarrado à cintura. É encantado para que nunca falte vinho, portanto não importa o quanto o líquido em seu interior seja bebido ou derramado, este sempre voltará a se reabastecer. // Missão Hunter]


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Re: Hunt Bottle

Mensagem por Afrodite em Sab Abr 11, 2015 10:57 pm

1. Avaliação


A primeira coisa que tenho que falar é que no geral foi uma ótima missão. Só que, houveram erros que me levaram a dar uma nota menor do que eu gostaria. Portanto, peço para que veja essa avaliação como dicas futuras.

Logo no começo, quando vi qual era a missão, fiz uma observação de incoerência pelo fato do Sr. D. ter acesso ao vinho. Esse ponto foi retirado na última parte, quando ele relembrou o castigo imposto por Zeus. Mas aí veio a falha de seu enredo: se Sr. D. sabia de sua missão e aparentemente não o mandou até a floresta, quem fez isso? Sinto que tanto essa missão quanto a mulher da floresta têm relação com sua trama pessoal, mas esse desconhecimento me deixou confusa. E essa "bipolaridade" do deus do vinho me fez descontar os pontos. Em suas próximas missões, visto que sua narração é feita em primeira pessoa, coloque em spoiler uma explicação para coisas do tipo, assim o avaliador poderá compreender as coisas que ficam subentendidas no texto. Também leia o estado da trama do fórum, pois nesse momento nossas plantações e lago passam por problemas desconhecidos.

No mais, você se manteve coerente em toda a missão. Descreveu muito bem as ações e limitações do personagem, embora esperasse muito mais da luta contra o Carniçal (você a encerrou às pressas, e me parece improvável que o monstro não se desvencilhasse das videiras), e lhe parabenizo com o aviso de prestar mais atenção em suas ações. Tente visualizá-las, para ter uma noção do que provavelmente ocorreria.

Notei alguns deslizes de escrita, principalmente problemas com o verbo. Em duas vezes vi falta de concordância entre o verbo e a oração: "Admito que eu fosse um pouco insolente", onde o correto seria "Admito que eu era um pouco insolente" ou "Admito ser um pouco insolente", é um exemplo disso.

Melhore nos locais que errou e continue a fazer missões que alcançará a recompensa máxima!

Coerência Textual: 30/37
Coerência Batalha/Treino: 28/38
Gramática: 13/15
Enredo: 35/45
Objetividade: 15/15

RECOMPENSAS: 121xps + 81 dracmas + 4 fama glória
OBS: Não obteve o item por não alcançar os 85% de aproveitamento necessários.


2. Situação do Personagem


DESCONTOS:[/size] -17 PV // -45 PM // -55 PR
Poder [Nível 11] Parreiral já levado em conta. Uso do Bracelete Vital desconsiderado por não ter narrado a ativação.


--> Qualquer dúvida ou reclamações quanto à missão/avaliação poderá ser realizada por MP.
--> O tópico ficará aberto por no máximo 24h para que possa postar se curando. Uso do bracelete liberado neste próximo post por constar nos itens levados para missão.

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Re: Hunt Bottle

Mensagem por Lucas Steban Heith em Dom Abr 12, 2015 2:03 am


HUNT BOTTLE


Como não queria ir direto para a Enfermaria, lembrei-me do bracelete que havia obtido e de ativá-lo, o que com certeza iria servir para reparar parte de minhas forças perdidas naquela missão suicida e, no fim das contas, longe de servir de algo. Loucuras de Dionísio, como sempre.  

OBSERVAÇÕES:
Eu sei que esclarecer isso agora não vai servir de nada, não me leve mal, mas fiquei na necessidade de dizer. Primeiro, na própria saga do tio Rick o Sr. D. é conhecido por cometer enganos, por isso usei disso para fazê-lo pedir algo - como o vinho, que lhe é proibido - e logo em seguida esquecer-se de tal pedido e ficar bravo. É a cara dele algo assim, não foi como se outro ser passasse a missão para Lucas. É ele, afinal, que troca o nome de todo mundo e se faz de doido o tempo todo. Segundo, nas observações da missão coloquei a descrição dos monstros simplesmente a fim de algo ser notado, como isso aqui: "As dríades defendem seus bosques e a vida silvestre com ferocidade. Elas empregam sua habilidade véu da enganação para atrair os intrusos para armadilhas". Deixar uma das dríades escapar foi proposital, por isso ela é citada posteriormente quando meu personagem cai na armadilha; até mesmo mencionei que poderia ter sido a dita dríade nos pensamentos de Lucas. No mais, só queria esclarecer esses pontos que pensei estarem claros. Perdão.


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Re: Hunt Bottle

Mensagem por Afrodite em Dom Abr 12, 2015 7:39 pm

+Full PV // +Full PR
Spoiler:
Sinto muito por minha "falta" de interpretação. Mas relendo seu texto tenho nada mais que suposições. Te aconselho a sanar todas elas em suas próximas missões, afim de quê o avaliador compreenda por inteiro suas intenções e assim faça uma melhor análise de sua missão.
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