[Hunter] C.Y.B.I.M

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[Hunter] C.Y.B.I.M

Mensagem por Augustus Owen McKnight em Dom Abr 12, 2015 8:06 pm

Minha respiração estava ofegante, depois de tudo que eu passei meus joelhos quase cederam diante do novo desafio, de forma que tive que ignorar a dor do cansaço se aproximando. Meus olhos se estreitaram e eu me apoiei na arvore que tinha acabado de ser jogado. Apesar de ter habilidade nata com a arma eu não tinha certeza se acertaria um alvo em movimento, naquele estado, aquilo simplesmente parecia impossível, mas de uma forma ou de outra eu nem tinha me dado conta que meu braço se erguia. Eu ficaria desarmado, mas era isso ou perder o jogo de uma vez. Até por que o corpo de ambos estavam perto do riacho. Meu corpo se inclinou e quando eu julguei ser a hora certa atirei a lança, colocando força o bastante para que a mesma chegasse lá.

...

Horas mais cedo havia matado dois filhos de Apolo que tinham invadido o acampamento. Ambos eram caçados pelo Acampamento pela morte de campistas, em outras poucas palavras, eram semideuses do terror. Guerreiros do Sol. Dificilmente conseguiria vencer os dois ao mesmo tempo, o que me deu a vantagem foi começar o combate contra o mais forte. Depois daquilo tanta coisa aconteceu... Eu queria levar os corpos até o diretor de atividades, mas sequer tive tempo, quando começava a carregar ambos os mortos mais semideuses chegaram. Prova de que meu sistema era falho. Que sistema? Uma estrategia de defesa que havia montado enquanto achava que aquela competição noturna era uma simples disputa. O pior de tudo, com certeza, é o fato que não poderia ter encontrado inimigo pior. Me encontrava naquele momento no famoso punho de Zeus.

Eu tinha acabado de me encostar na parede de rochas para observar o que eu tinha feito naquela tarde, assassinei dois semideuses do terror, mas matinha o meu corpo em bom estado. Peguei a lança que mantinha junto com a bandeira escondida na minha bota, para caso precisasse da mesma, precisava somente de alguns segundos para descansar. Depois de cerca de dois minutos, quando tinha controlado a adrenalina e a raiva peguei os dois corpos e comecei a andar com certa facilidade. Não esperava uma visita tão cedo, acreditando que aqueles dois eram os únicos inimigos, senti o sangue deles escorrerem em meu corpo, me manchando por inteiro. Um deles tinha metade do cranio decepado e outro o corpo dividido em dois.

Segui na mesma direção em que meus inimigos tinham aparecido. Não havia barulho nenhum ao meu redor, a cada passo era quase como estar surdo, o problema real era que não havia barulho nenhum. Nenhuma batalha acontecendo ou grito de ordem ecoava em meus ouvidos, absolutamente nada. Quando aconteceu já era tarde demais para eu me desviar. Uma flecha passou zunindo e prendeu minha mão na parede. Até ali eu só tinha contornado a pedra e tive tempo somente de soltar os corpo. Olhei pra minha mão sangrando, a partir de então não tive tempo pra nada, só para encontrar uma garota com cabelos ruivos entrar no meu campo de visão. Ela atirou uma segunda flecha e prendeu minha outra mão, a dor era uma loucura literal, mas a pior parte foi, sem dúvida, que estava desarmado.

Mesmo com distância relativa a garota já atirava para prender minhas pernas. Sentia-me o próprio Prometeu. Mesmo que forçasse a flecha poderia causar uma hemorragia. Além disso o formato das flechas pareciam demais com arpões, me mantinham preso. Então a garota saiu das sombras para me encarar melhor, era Sawyer, minha namorada. Ela tinha me pego em uma armadilha, mas porque tanta agressividade? Por que isso? A garota se aproximou com o arco repousado e a aljava presa no ombro, caminhando com um traje justo de caça. Apesar da aparência, nunca antes tinha visto ela usar o arco, então desconfiei. Eu quis gritar, mas minha voz raiva não foi forte o bastante para vencer a dor. Ela andou lentamente em minha direção, tirou uma mexa de cabelo do meu rosto e começou a escalar a pedra lentamente.

Não posso negar que dei uma longa olhada no seu belo par de pernas enquanto ela escalava a minha direita. - Gracinha, mas que pernas. - Disse rindo, não tinha muitas forças, mas a dor não era tão grande para me calar completamente. Quando a garota voltou já tinha pego a bandeira, quebrado a mesma e ia em direção aos corpos dos filhos de Apolo. - Sabe, eu nunca gostei desses jogos idiotas mesmo. - Falou em tom sarcástico e continuou. - A guerra é uma inutilidade para a humanidade. - Ela parecia ir embora, mas eu não deixaria assim. - Não existe nada mais inútil que você, por que não luta como uma mulher de verdade? - Certamente aquela não era minha amada, não tinha como. Por isso a provoquei. Ela deu meia volta. - Você poderia ter sido morto. - Disse e veio até mim, rasgou minha camisa com as mãos e então correu com os dedos pelo meu peito, até subir a mão e agarrar a minha nuca. - Você até que é gostoso, mas deve ser morto. - Afirmou a garota. Ver Sawyer, ou sua impostora, falar aquilo, foi muito estranho.

Eu não podia fazer nada, minhas mãos estavam presas e eu estava dobrado a sua vontade. Ela sorriu pra mim, apertou minha nuca e então se inclinou para um beijo. Talvez fosse mesmo minha namorada, sendo controlado por algo, talvez o método de recuperar a verdadeira Saw fosse um beijo. Retribui o ato da garota e naquele momento notei que algo estava errado, minha namorada estava em missão, de forma que seria impossível estar ali ou ter voltado a tempo de participar do caça, aquela "coisa", não podia ser ela. Ela nunca faria algo assim comigo. Por que sequer havia acreditado que era ela? - MALDITA! - Gritei com toda raiva do mundo. Mordi o lábio da garota, que estava perto. - SUA VADIA ESTÚPIDA! - Eu nunca havia sentido tanta raiva em minha vida. Como alguém poderia fazer algo tão baixo? Eu me concentrei, meu desejo interior, minha raiva, concentrei tudo, meu desejo de morte naquele momento. Deixei me levar por uma espécie de alter ego. -Bom disfarce. - Disse para ela, sabendo que esse meu alter ego poderia não medir esforços para matar, eu me uni a ele, mantendo o controle da mente e corpo por completo.

Levantei a cabeça e descobri que aquilo não fora um controle mental e sim uma ilusão, uma garota loira de olhos azuis, de certa forma parecida com Francesca, me encarava. Ela sorriu e disse. - Você beija bem. - Minha mente girava, mas eu tinha certeza que nunca tinha beijado ela. Aquilo não passou de uma ilusão. Não foi? A garota segurava ambos os corpos pela mão. Não estava muito distante de mim. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela completou. - Sabe, você deve achar que não te beijei de verdade, não é? Acredite no que quiser, mas eu estou realmente intrigada, como consegui escapar da ilusão criada pelo garoto ali? – Ela apontou para um menino com cabelos cor de areia arrepiados em um topete, logo depois de perguntar. Ele apenas sorriu e eu o reconheci na mesma hora. Era o garoto que eu havia ensinado durante um longo tempo, mas que desapareceu, o considerava um filho. Oliver.

Oliver foi encontrado por mim durante uma missão, ainda era um semideus novato, tinha cerca de oito anos, eu mesmo o treinei. Agora, em vez de morto como eu acreditava, estava claro que aquele maldito filho de Hermes me traiu. No momento que eu o avistei uma grande onda de ódio cresceu em meu peito, eu não consegui conter todo o ódio dentro de meu peito. A sensação de estar sendo traído. Eu gritei, um grito de raiva fez as arvores tremerem e fez raios estourarem no horizonte. – Como você pode fazer isso, me trair, eu te considerava. Tantos foram em busca de você, você havia sido dado como morto e agora... Oliver, agora está contra seu lar! – Eu de fato esperava uma resposta, uma explicação vindo diretamente do garoto, mas não foi isso que aconteceu. Quem me respondeu foi a garota. – Você não acreditaria se eu dissesse que esse jogo estúpido não passa de um pretexto, certo? Que não é somente uma batalha.  Acho que não, você acredita que esse é seu jeito de provar ser capaz, de dizer a todos que consegue não é? O defensor do acampamento, Augustus Owen McKnight. – Riu ela com desdém. O meu olhar de ódio para ela respondeu. "Sim"

- Mas ai vem uma nova noticia que vai te abalar. Esse garoto e eu não ligamos se você é ou não um defensor, se é forte... ou gostoso. Não damos a mínima para isso, por que você é e sempre vai ser o maior estúpido que existiu, nunca vai conseguir enxergar além do seu mundo de aventura, do seu mundo de confiança. Isso daqui, essa noite, envolve muito mais que você pode enxergar e é por isso que Oli escolheu se vender e ficar ao meu lado, desde o começo nós sabíamos que você só tinha uma coisa interessante, seus conhecimentos, uma vez que ele conseguiu isso de ti, não restou nada que realmente valesse a pena. Por isso ele decidiu ficar do meu lado. – Eu levantei meu rosto para ela e a encarei, depois de tanto escutar, falei. - Olha aqui sua... – Arrancei meus pulsos e pernas presos na pedra e comecei a andar em sua direção, lentamente ela fechava a cara. – Não importa quantas vezes eu caia ou quantas vezes me machuquem, quantas vezes meu sangue caia em prol do inimigo, não importa. Não importa, por que enquanto eu tiver pelo que lutar eu vou estar de pé e vou fazer cada uma dessas pessoas, pessoas como você, perder a vontade de viver. – Mas a reação da garota foi contraria da qual eu esperava.

Ela simplesmente me encarou e disse sorrindo. - Você tornou as coisas pessoais, agora eu não me importo se você é ou não o garoto que consegui escapar da ilusão e se é ou não uma grande promessa como guerreiro, você acabou de perder o direito de viver, mesmo que você escape da morte agora, a qualquer instante eu vou te assassinar a sangue frio. –Eu sorri e respondi. – Venha, você pode tentar, cobra venenosa. – A garota começou a rir e falou. - Sério? Cobra venenosa é o seu melhor insulto? Vamos ver como vai se sair caçando a garota venenosa quando notar que ela já injetou o veneno dela em seu corpo e as ilusões começaram. – A garota terminou a frase andando em minha direção lentamente, então colocou suas mãos sobre meu rosto, mas antes disso eu notei que ela usava um colar com um pingente, quando meu rosto encontrou as mãos da garota a pedra começou a brilhar e a pior cena de toda minha vida passou pela minha cabeça. O sangue das mãos seria pouco para o que viria a seguir.

Aquilo mais parecia uma doença, que havia sido implantada em minha mente, do que uma ilusão. A garota uma hora parecia um demônio, ou como em minha mente em minha mente imaginei o rei do inferno para os católicos. Ele cuspia fogo na minha cara e eu realmente sentia minha carne queimando e desgrudando do corpo, então do nada o monstro era a linda loira vadia a me encarar, ela pegou a minha lança, que estava próximo ao meu corpo, e encravou nas minhas costas, aquilo não era nada em comparação com o que eu estava sentindo antes, a garota parou outra vez na minha frente e eu consegui falar baixo, no momento não tive certeza se ela escutou, foi quase como um sussurro: - Essa é sua verdadeira face não é vadia? Você deve saber o que eu estou vendo, mas acho que não é uma completa ilusão. – Ela ficou realmente brava e eu só tive tempo de cobrir o rosto, aquele monstro cuspiu fogo outra vez, mas dessa vez no meu peito, então subiu com o seu lança chamas para minha cabeça, queimando meu cabelo e um pouco do meu rosto, aquilo respondia em relação ao que eu pensava, mas foi bem no meio do o lança chamas que eu escutei algo como. - Eu não sei o que você vê, mas pelo método que se debate deve ser algo realmente horrível,você de fato tem uma mente perturbada garoto. -

Pela primeira vez ela mesma me deu um modo de sair desse pesadelo. Eu dei um passo doloroso a frente e segurei o pescoço do diabo, ele gargalhou, algo pior do que eu podia imaginar. Eu tentei meu grito de guerra, mas não deu certo, o demônio encravou seus chifres em meu ombro e os quebrou enquanto eles me prendiam na pedra, de uma só vez ele foi capaz de me empurrar. Então dei uma encarada em seu rosto. Contra “aquela” eu não tremia de medo, mas sim de dor, aquele monstro me queimava de dentro para fora e de fora para dentro. Em vez de outro lança chamas ele me fez olhar em seus olhos. Tentei resistir, mas ele se aproximou. Finalmente olhei em seus olhos e o ambiente ao meu redor mudou, a cena era tão horrenda que eu não sei se devo descrever, mas era algo como pessoas presas no ar pelos seus órgãos íntimos sendo mergulhadas no fogo e na lava ao meu redor. A temperatura era infernal. Eu deveria estar amedrontado, mas isso não era nem o começo do que eu sentia, era algo muito pior, naquele local eu vi coisas bem piores do que o demônio.

Pessoas sendo mutiladas, decepadas, morrendo de fome, sendo carbonizadas, atirando-se sobre o fogo, se jogando em baldes de ácido e derretendo seus corpos por inteiro, aquilo era perturbador, mas parecia a realidade na qual eu estava preso agora. Eu consegui ver muito mais, eu vi pessoas sendo abertas ao meio, outras tendo suas tripas arrancadas e sendo obrigadas a comer as mesmas, pessoas tendo seus órgãos reprodutores como cabo, usados para segurar a si mesmo de quedas de penhascos, outras com o mesmo órgão sendo esmagadas por uma marreta, a cena se segui tão horrenda que em algum momento o monstro me mergulhou em um rio de lava e quando eu retornei meu corpo estava em chamas, a carne desgrudando cada vez mais do corpo de forma que meus ossos já ficavam expostos.

Eu encarei o monstro e pela primeira vez entendi a magia do colar de da loira, que a milhões de anos atrás, me jogou nesse mundo. Parecia ter ficado preso nesse lugar por milhares e milhares de anos, mas em algum momento eu entendi que o que acontecia ao meu redor era fruto do meu cérebro, fruto da minha verdadeira personalidade, de quem eu realmente era. Reencontrei minha própria raiva, meu ódio e meu prazer me ver todas aquelas pessoas morrendo. Aquele era meu inferno pessoal, por que aquele era meu verdadeiro eu. Um demônio. Justiceiro, sim, mas demônio. Que mata, decepa e queima as pessoas. Eu nunca mais seria o mesmo, eu nunca mais seria o garoto que esconde a sua verdadeira personalidade. "Quem eu sou de verdade?", me questionei. Não mais mentiria para mim, nunca mais poderia fazer aquilo, nunca mais. Encarando o monstro que abria a boca para gargalhar eu ri junto a ele em um coro, naquele momento estava claro o que aquilo era, era o demônio. “Alma perturbada”, o colar refletia nosso maior medo e nós ficaríamos presos neles até enfrentarmos o mesmo, mais do que isso, meu pesadelo era enfrentar a mim mesmo e uma vez que eu consegui fazer isso, eu e ele, eu e o demônio que ria para mim, nós nos tornamos um só. Quando a risada finalmente cessou o ambiente ficou escuro. O demônio sumiu e as trevas foram predominantes. O verdadeiro Augustus estava permanentemente no comando.

Eu estava deitado no chão quando acordei e a primeira coisa que procurei foram queimaduras em meu corpo, mas como esperado, minha dedução estava correta, aquilo não passava de um combate contra mim mesmo.  Além de não estar queimando outra coisa era notável, havia uma lança encravada em meu corpo, aquilo era intrigante, será mesmo que a garota não pensou em atingir um ponto vital?. Agora meus únicos ferimentos eram a dor psicologia, a qual eu realmente queria esquecer, e a ponta da lança na minhas costas, ferindo uma de minhas costelas. Além dos sangramentos no pé e na mão. Eu arma, estava perdendo muito sangue. Ativei meu bracelete, recuperando e fechando meus ferimentos, todos eles, meu corpo se revitalizando em um passe de mágica e luz vede. Eu precisava de toda energia do mundo e meu tempo era curto, eu não tinha tempo para nada se não para levantar e correr em direção aos garotos, se o que a menina falou fosse verdade, eu teria que correr, ela já tinha caminho livre para atravessar o rio. Mas de qualquer forma eu precisava me armar, por isso eu peguei minha lança rapidamente. Transfigurei minha couraça e parti para a corrida, sem perder mais tempo. Enquanto corri em direção do traidor e da vadia não tive tempo para mais nada se não para tentar alcança-los, depois de muito tempo correndo eu escutei algo que não esperava, era barulho de espadas e de uma batalha bem barulhenta com gritos de uma voz que eu jurava conhecer.

O caminho entre as arvores era intenso, foi então que eu notei uma clareira, com toda certeza era lá que o conflito estava acontecendo. Eu continuei andando e quando finalmente entrei na clareira a reconheci, era um local pouco iluminado onde a muito  tempo existiu um formigueiro daquelas criaturas que gostavam de metal, o problema era que o local não ficava muito longe do riacho, então eu teria pouco tempo para recuperar os corpos, mas dessa vez não, dessa vez eu não estava sozinho. Quando finalmente focalizei a batalha consegui enxergar o que acontecia, a garota loira enfrentava três garotos com armadura completa e estes tinham elmos com penachos vermelhos, finalmente eu poderia lutar com ajuda, os corpos foi uma das primeiras coisas que eu procurei, eu os encontrei em algum lugar perto de uma arvore, eles estavam jogadas como se tivessem sido jogados ou arremessados, eu não entendi o que aconteceu na hora, mas pelo que pareceu Oliver tinha desaparecido, enquanto isso a garota derrotava dois dos lutadores, o terceiro que era mais forte e ainda lutava de igual com ela, pelo que eu notei meu irmão de Ares sabia dos poderes dela, por isso tomava todo cuidado para não ser atingido pela colar.

Eu não podia ficar só olhando. Comecei a correr em direção à batalha. Foi correndo que eu encontrei o garoto de Hermes, ele estava em cima de uma das arvores que circundavam a clareira, quando eu me aproximei da garota loira para derrota-la ele pulou em cima de mim, mas não sem antes me socar em pleno ar. Nós caímos rolando no chão e o garoto tentou continuar me socando, eu me defendi de alguns deles e enfiei a lança que ainda segurava em sua perna. "Um problema a menos", eu pensei. Ele agonizou no chão e eu o joguei para o lado, ele rolou e tampou o ferimento com a mão, uma vez que eu já tinha retirado a ponta da lança da perna dele. Enquanto corri para pegar a bandeira a garota me esqueci de tudo, somente ela importava. Enquanto caminhava em direção a ela senti alguém segurar meu pé, quando me virei notei que era Oliver que me puxava para trás.

Então quando me abaixei para soltar a mão dele notei algo errado, o barulho de espadas tinha cessado.  Eu olhei rapidamente para frente e o corpo do garoto grande estava caído no chão, inconsciente ou morto. A menina por sua vez apareceu do meu lado e levou as mãos em direção ao meu rosto, com o colar brilhando.  Em um momento eu tentei tirar corpo da frente dela, mas o outro garoto segurava minha perna com mais força. Uma armadilha que foi praticamente planejada. O garoto continuava a me segurar enquanto ao mesmo ritmo as mãos da garota encostavam meu rosto. "O que aconteceu?" Deve ser isso que você está se perguntando. "Eu morri?" "Eu voltei para aquele inferno?" Eu vi um dos meus outros medos?" Não! Nenhuma dessas coisas aconteceu, quando ela encostou suas mãos em meu rosto meu corpo se arrepiou, mas somente por que eu percebi como elas eram geladas, o colar continuou a brilhar e eu a manter meus olhos fechados, mas o brilho era muito forte, de modo que era notável.

A garota segurava cada vez com mais força, eu comecei a gemer de dor, como se estivesse pegando fogo outra vez e isso não durou quase nada, em outro instante eu já estava começando com uma gargalhada. Gritava pedindo por sangue, mas o meu grito era a risada, macabra, um pouco demoníaca. Por isso ela soltou as mãos do meu rosto, outra vez eu encarava a garota, mas dessa vez com os olhos totalmente negros, uma marca que o colar me deixou no momento, ela recuou dois passos e o garoto me soltou, eu esperava que ela fugisse, ela não o fez, simplesmente perguntou no tom mais controlado que pode: -C-como? – A loira estava gaguejando, eu andei os dois passos em sua direção e segurei seu rosto de modo que ela me encarasse, ela tremia na minha mão e eu falei em meio a risos. – Você saber por que não funcionou? Eu sei. Eu não preciso de colar mágico, feitiços ou nada do gênero, mas agora seu pesadelo sou eu. Você se lembra da promessa que eu fiz certo? Eu disse que ia te caçar um dia, mas não, não vai ser um dia, eu tenho a agenda muito apertada para vadias e por isso vou esfregar sua cara suja no chão aqui e agora.

Depois de dizer tudo àquilo para ela eu simplesmente soltei suas mãos de meu rosto e ela passou a mão no pulso dela. Antes que ela pudesse ter outra reação eu soquei a boca do seu estomago e ela recuou dois passos. Eu peguei minha lança e parti para cima dela. Mas não sem antes ficar a mesma na mão de Oliver para que ele me soltasse. Ela tirou uma espada roxa da bainha. Eu andei dois passos em sua direção e guinei para a direita, a espada dela cortou o ar do meu lado, eu coloquei a minha arma na posição horizontal e avancei com toda minha força. Ela desviou da minha estocada, mas eu arranjei um pequeno corte em seu abdome, ela fez uma careta para mim e eu ri da cara dela. A batalha estava se desenvolvendo rápida e intensa, eu tive várias vezes que rolar para o lado para desviar de ataques dela, depois de algum tempo eu e ela já estávamos suados, cansados e o ofegantes, mas eu ainda guardava minha pequena contribuição para o final. Pelo que entendi a canseira mental do colar havia me cansando parcialmente, em todo corpo. Eu joguei minha lança junto com o peso do meu corpo justo quando nossas armas se chocaram, eu sorri e dei um giro para fora, saindo do trajeto de sua arma e atacando-a, diretamente no pé.

Puxei a bainha de sua espada e taquei isso em seu corpo contra sua mão da espada. Como eu amava odiar ela, só me abastecia de poder, força, agilidade. Poucos segundos ela estava soltando a espada, tamanha foram as pancadas que dei em todo seu corpo, o metal de prata que guardava sua arma atingindo-a o rosto e o corpo, enquanto minha lança impedia a garota de cair ou fugir. Retirei a lança do chão e chutei seu estomago. Ela deu dois passos para trás completamente desnorteada. Tanto trabalho contra a garota e eu nem sequer sabia quem ela era. Comecei uma segunda parte da pancadaria, como se ela fosse aguentar, pensando que já se encontrava toda roxa.

Eu a chutei na barriga e depois soquei duas vezes a sua cara, um soco de direita e um gancho de esquerda. A loira tentou me convencer a não espancar ela, mas vocês já sabe como minha mente funciona, ainda mais com aquela contra uma garota que havia matado tantos e tantos. Eu esqueci minha lança por completo, queria fazer o serviço por completo. Dei mais dois socos quando ele se levantou e veio até mim, vendo que não ligaria para nada que ela falasse. Lhe dei uma cabeçada, ela quase caiu no chão outra vez, mas conseguiu usar a sua arma para se segurar, eu sorri para ela e segurei seu cabelo, lhe dei uma rasteira, ela ficou estirada no chão e com a cabeça levantada pelo cabelo, eu agachei e esfreguei lentamente seu rosto na terra, ela gritava e esperneava enquanto engolia terra, por fim depois de muito o fazer soltei ela no chão e disse: -Eu te avisei. - Então a girei no chão de modo que ela conseguisse me encarar e peguei seu colar, coloquei o mesmo sobre meu pescoço, como uma lembrança da morte que viria a seguir. Fui até minha lança e espetei o coração da garota. - Oops. - Disse arrumando a roupa e o cabelo.

Retirei a lança do coração dela e me virei para o maldito garoto, pronto para mata-lo também, mas ela não estava lá, estava do outro lado da clareira, correndo na direção certa para sair do acampamento, hora rápido e hora lento, foi algo realmente perturbador de ver, era como um corredor com defeito. Tudo isso por que havia acertado usa perna. Ele estava a alguns passos de mim e eu comecei a correr em sua direção, persegui ele em meio à floresta com força em convicção. Corremos durante algum tempo, até que eu finalmente tropecei e ele conseguiu se adiantar em uma distância maior, ele segurava o ferimento e corria em direção ao riacho, que já estava pouco a vista, ao tropeçar eu encostei na arvore mais próxima e respirei ofegante.

...

A minha lança foi voando de encontro com a costela do garoto, a força foi tão grande que ela se encravou no lugar e atravessou o mesmo, o sangue deixou um rastro e ele capotou no chão, ele ficou se debatendo no chão sem conseguir tirar a arma do corpo, mas isso durou poucos segundos. Eu fui caminhando até o garoto, com calma e sem me preocupar no que ele estava sentindo. Pelos gritos e berros certamente estava doendo muito. Sorri de escárnio. Arranquei a lança de suas costas e ele gritou de dor. Gritou como gritou quando eu o encontrei quase morto. - Você deveria ter ficado Oly. - Disse sorrindo maldoso. - Ao menos não iria fazer o que eu farei agora, seu filho da puta traidor. - Olhei para ele, na espera de um pedido de redenção, mas nada disso aconteceu. - Um dia alguém mata você e vamos nos encontrar no inferno. - Ele disse e eu me enchi mais um pouco com raiva, decepando sua parte intima. - Pode apostar, vamos sim, mas o problema, é que no seu inferno. Eu sou rei. - Disse, o sangue jorrando para todo lado. Encravei a arma em sua cabeça, por fim. Tirei a camiseta e junto a ela amarrei o pescoço do garoto em uma arvore, para que todos entendessem o que se acontecia com quem traí o acampamento.
Adendos:


Poderes:


PASSIVOS:

[Nível 01] Afinidade Aviária – Ares tinha como dois de seus símbolos o abutre e cães, animais que se alimentavam dos cadáveres nos campos de batalha. Dessa forma, os filhos do deus da guerra tem a capacidade de se comunicar esses animais.


[Nível 03] Força Descomunal – O filho de Ares possui uma força muito grande, poderá carregar peso com muita facilidade, utilizar armas pesadas, entre outras coisas.


[Nível 05] Temperamento Furioso – O filho de Ares estressa com qualquer coisa que vá contra seu pensamento e qualquer decepção é algo digno de explosões. Ele sente como se o sangue estivesse fervendo e seus ataques serão mais brutais e fortes, portanto, poderá acarretar maior dano.


[Nível 06] Maestria com Lanças – O filho de Ares possui certa facilidade em manejar qualquer tipo de lança, seus movimentos são mais certeiros.


[Nível 07] Ambidestria. – O filho de Ares possui facilidade em manejar duas armas ao mesmo tempo, uma em cada mão, de modo que facilita a batalha com mais de um inimigo, como em uma guerra.


[Nível 09] Rebeldia – O filho de Ares tem uma tendência à rebeldia, tornando-se capazes de resistir a ataques de influência e charmspeaking e também à aqueles passivos que exigem respeito. Isso apenas funcionará com semideuses de título abaixo que o seu ou o mesmo.


[Nível 10] Guerreiro Sanguinolento – Quando o filho de Ares estiver batalhando com mais de dois inimigos ao mesmo tempo, ele entrada em um estado de sanguinário violento, assim, sua velocidade e força de ataque aumentarão.


[Nível 12] Confiante – O filho de Ares, para ser um exímio guerreiro, deve ser confiante, sempre confiar em si mesmo, assim, isso influenciará diretamente em suas batalhas, que dará mais chance de acertar seus ataques.


[Nível 15] Cansaço Mínimo – O filho de Ares, para suportar assim como o pai as guerras mais violentas e sanguinárias, precisa ter uma resistência boa e um cansaço mínimo, portanto, a cada turno, o filho de Ares restaurará 35 PR e dificilmente se cansará em meio a batalhas.


[Nível 17] Imunidade à tortura – O filho de Ares tem maior resistência a dor, portanto ataques que intensificam a dor normalmente não lhe farão o efeito esperado e quando estiver sujeito a verdadeira tortura, não cederá.



[Nível 19] Tortura – O filho de Ares tem uma habilidade natural em torturar o inimigo utilizando de técnicas sanguinolentas, portanto, normalmente, conseguirá as informações que procura.



[Nível 20] Aura Selvagem – O filho de Ares possui uma aura a sua volta que reflete a pura selvageria do mesmo em batalha, quando os aliados estão por perto, eles compartilharão dessa aura e todos terão um bônus de força, velocidade e agilidade.



[Nível 23] Perícia com Armamentos em Geral – O filho de Ares possui uma habilidade natural com todos os tipos de armas, podendo ao tocá-la, já desvendar como deverá usá-la, seus ataques serão mais certeiros e a arma será como uma extensão do próprio braço.

[Nível 25] Estado de Fúria – Quando o PV do filho de Ares atingir 25%, este entrará em um estado de fúria, no qual o PR e PV dele recuperarão por inteiro e a velocidade, força e agilidade dobrarão.

[Nível 27] Fogo da Guerra – O filho de Ares possui uma vontade louca de lutar durante as batalhas, portanto, será difícil sujeitar-se a poderes de paralisia ou congelamento, isso servirá apenas para os semideuses de título menor ou igual.

Reflexos Aprimorados – Devido ao treinamento exaustivo de simulação de combate, seja com monstros ou NPC’s, o semideus aprimorou os próprios reflexos, tendo uma maior velocidade de reação em um tempo mais curto.



Armas Usadas:


• Lança Sanguinária [Bronze Celestial // Com um metro e oitenta de altura, a lança é totalmente forjada em bronze celestial. Quando banhada em sangue fresco de um inimigo, em um golpe dado no turno anterior, ou mais cedo nesse mesmo turno, obrigatoriamente o próximo golpe se tornará indefensável. Se estiver banhada em sangue, a lança também é capaz de cortar através de qualquer magia ofensiva ou defensiva, ambas as habilidades podem ser usadas apenas uma vez por missão // Presente de reclamação de Ares].

• Couraça Mágica [Bronze Celestial // O peitoral de uma armadura forjado em bronze celestial e tingido de vermelho sangue, tornando-se um broche da mesma cor em formato de lanças cruzadas quando não está em uso. Possui a habilidade de refletir de volta no inimigo 10% de todo o dano físico que recebe enquanto a couraça está ativada // Presente de reclamação de Ares].

• Bracelete Vital [Bracelete // Prata // Um bracelete encantado por filhos de Hécate e feiticeiros de Circe e vendidos para loja de itens do acampamento, curam 200 de PV e 150 de PR uma vez por evento/missão/treino // Loja do Acampamento]


Item desejado:


Alma torturada [Colar // Ouro e Esmeralda // Um colar feito de ouro com um pingente de esmeralda, uma joia grande e rara, cheia de magia. Quando perdido o item retorna ao pescoço de seu dono. Sua principal magia é refletir o coração de Augustus, em outras palavras, ele é capaz de se transformar em um demônio vermelho com chifres, presas e pele de couro vermelho extremamente resistente, dobrando a mesma. Além disso nessa transformação o jogador pode cuspir fogo quando em um estado de raiva ou fúria, ódio e etc. No "modo demônio", ele também terá sua força dobrada. Só ira poder ficar nessa transformação por no máximo cinco turnos e o gasto para utilizar essa habilidade é de 150 de PM, por turno. // Missão Hunter - Nome do Avaliador]


Progênie de Ares
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Augustus Owen McKnight
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Re: [Hunter] C.Y.B.I.M

Mensagem por Psiquê em Seg Abr 13, 2015 12:37 am

Avaliação


Vamos por partes. Em primeiro lugar sua Hunter foi lida por mim, por Afrodite e por Caos para se chegar a um veredito final:


Infelizmente a Hunter terá de ser anulada



Os motivos para se tomar essa decisão logo serão explicados e justificados, aproveito para dar algumas dicas do que pode ser melhorado e observado com mais atenção. Infelizmente não poderei pontuar todas as coisas, então se quiser poderá entrar em contato comigo e eu enviarei um arquivo com todos os comentários que eu selecionei em sua hunter.

Foi uma missão confusa. É um risco continuar algo que teve início com outro narrador. Só depois de um tempo eu fui compreender que a situação ali veio de, provavelmente, outra missão. Caberia uma pequena retrospectiva, clara e direta, do que teria acontecido e de como era o seu estado. Pois primeiro eu pensei que você tinha acabado de sair do caça bandeira, mas depois idealizei que era de outra missão de defesa ao camp. Houve uma introdução, é fato, mas ela ficou confusa e poderia ser melhor elaborada.

É comum também em sua narração uma quebra de acontecimentos. Você começa a falar de algo, depois para bruscamente para acrescentar uma informação e depois continua apenas no parágrafo seguinte. Tome cuidado quanto a isso pois além de deixar confuso, pode gerar interpretações erradas.

Gostaria de destacar partes que me deixaram em dúvida:

"Eu queria levar os corpos até o diretor de atividades, mas sequer tive tempo, quando começava a carregar ambos os mortos mais semideuses chegaram." Aqui você fala que desejava levar os corpos mortos dos inimigos derrotados por você, mas não teve chance. Ai então... "Depois de cerca de dois minutos, quando tinha controlado a adrenalina e a raiva peguei os dois corpos e comecei a andar com certa facilidade." Mas você não disse que não tinha como ter pego? Você retornou ao local depois da batalha? Mas ainda não estava nela e por isso aquela narração inicial?

"Quando aconteceu já era tarde demais para eu me desviar. Uma flecha passou zunindo e prendeu minha mão na parede." Você está em uma floresta, onde há uma parede em uma floresta? Depois eu compreendi que você se referia a superfície da rocha, porém era necessário acrescentar essa informação.

Também fiquei confusa quanto a origem da ilusão. Aqui você informa que a ilusão foi causada pelo filho de Hermes "Acredite no que quiser, mas eu estou realmente intrigada, como consegui escapar da ilusão criada pelo garoto ali?" Mas ao decorrer da batalha final, a ilusão parece ser atribuída ao colar. Ficou bem confuso isso para mim, além de me questionar com um filho de Hermes poderia causar uma ilusão com uma riqueza tão grande? Esperava que isso fosse explicado até em outras missões, mas veio o efeito do colar.

"Retirei a lança do coração dela e me virei para o maldito garoto, pronto para mata-lo também, mas ela não estava lá,  estava do outro lado da clareira, correndo na direção certa para sair do acampamento" Aqui você informa que ele estava do outro lado da clareira, além de ter errado o pronome "ela" sendo que deveria ser "ele", depois você traz "Tudo isso por que havia acertado usa perna . Ele estava a alguns passos de mim " quando você fala alguns passos de mim da a sensação de que está bem perto! O que é uma noção errada, além do erro ali também de "usa" que deveria ser "sua".

Outros erros gramaticais foram encontrados e até mesmo sinalizados pelo word. Porém o que mais me chamou atenção e que ocorreu mais de uma vez (várias vezes até) é a falta de uso do ponto de continuação. Você usou muito da vírgula, o que atrapalhou muito a fluidez da leitura. Eu contei um parágrafo de 8 linhas sem nenhum ponto, só virgula.

As batalhas também foram confusas. Tente prestar atenção de onde você deixa cair as coisas ou pega as armas. Nos primeiros momentos, quando você foi flechado, em nenhum lugar você disse o que aconteceu com os corpos que você carregava. Eu apenas deduzir que eles caíram, contudo é importante se ter a noção se eles estavam perto ou longe de você, já que eles eram uma parte importante da missão. Havia momentos que a lança parecia surgir do nada. Tome cuidado também com a noção de arma que você usa. Lanças não cortam da mesma forma que uma espada ou faca, elas perfuram maravilhosamente.

Cuidado com os ferimentos que você ocasiona a si mesmo, pois apesar da resistência, você não é imortal e foi ferido antes mesmo de entrar nas ilusões. Caso a Hunter não tivesse risco zero de morte, você provavelmente teria saído morto.

Mas a incoerência que mais chama a atenção é a das flechadas que você levou e o ferimento com a lança. Compreendo a resistência dos filhos de Ares e de como ela é alimentada pela raiva e ódio. Porém houveram muitas situações confusas. Seu personagem foi perfurado nas mãos e pernas com flechas que mais pareciam farpão. Então você faz isso "Arrancei meus pulsos e pernas presos na pedra e comecei a andar em sua direção, lentamente ela fechava a cara"... Mas como? Isso é fundamental detalhar, pois a depender de como o fez a situação seria uma mais grave que a outra. Quebrou a flecha puxando os braços para baixo? Arrastou os membros até que eles saíssem pelo outro lado? Há resistência a dor por causa da habilidade, mas e o sangue perdido? Você foi perfurado nas costelas com uma lança que permaneceu ali até que você se recuperasse. Isso já o deixaria debilitado além dos outros ferimentos, além de ser considerado a perda de sangue quando você retirasse o item. Sua PV e PM podem ser recuperados com o item, mas cuidado, verifique com os adms se isso ocorre de maneira espontânea para que você lide com a missão como se nada tivesse acontecido.








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Psiquê
Título : Godess

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