[OP] The Pain Doesn't Pass.

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[OP] The Pain Doesn't Pass.

Mensagem por Dionísio em Ter Abr 21, 2015 10:52 pm

1. Narração


A dor não passa. Você apenas se acostuma com ela.

O dia trinta de outubro era datado como o penúltimo dia do mês. O tempo estava passando rápido demais, diferente do comum, e isso era algo ruim - pelo menos na situação em que o acampamento se encontrava. O clima era quente, sem nenhum ventinho para refrescar. Poderia ser um problema para alguns, mas os escolhidos de Héstia e os filhos de Apolo aproveitavam aquele dia como nunca. Não haviam notícias novas, apenas a mesmice de sempre: mais uma náiade morta; sem mais notícias daquele campista que fora em missão noutro dia; filho de Atena é encontrado morto na gruta; mais invasões no acampamento. Nada demais.

Porém, quando o sol quente do dia estava sumindo, algo aconteceu. Um grande movimento fora visto na casa grande. Várias pessoas levavam brinquedos e coisas do gênero para a Casa Grande. Era possível ouvir os gritos de fúria de Dionísio, diretor de atividades do acampamento. Ele parecia discutir com um homem já adulto, algo raro de se ver por ali. O homem usava um chapéu de xerife, trajado com uniformes da mesma profissão. Ele carregava uma arma de fogo na cintura.

- Eu já te disse, Sr. D, não se pode sobreviver sendo o mocinho. Esse garotinho conseguiu entrar sem mesmo ter quaisquer parentesco com os deuses. Ele conseguiu trazer com ele dois cães infernais. Ele conseguiu matar uma campista. Você não entende? Ele não é do bem. Esse choro é um disfarce.

Choro. Ah, é verdade. Além do barulho da discussão, havia um choro. Um choro daqueles de criança, daqueles insuportáveis, que chegam a fazer você ficar com dor de cabeça. Sim, esse choro.

- Shane Shawn, patético como sempre. Eu já disse que por mim todos nesse acampamento poderiam morrer. - o deus parecia furioso - Mas esse garotinho não. ELE ENTROU AQUI POR ALGUM MOTIVO, E NÃO VAMOS FAZER NADA COM ELE ATÉ SABERMOS QUEM ELE É. - o deus finalizava o discurso, batendo fortemente com a mão na mesa - E VOCÊ, VÁ EMBORA DAQUI AGORA!

[...]

- Nikola Agnalda? É você? - a voz doce saía da garota trêmula do vestido longo, procurando pela protegida de Héstia - Oh, graças aos deuses! Dionísio está precisando de você. Um garotinho apareceu no acampamento no fim da tarde. Ele não faz nada, apenas chora. Ele aparenta ter uns sete anos e, de um jeito ou de outro, causou a morte de uma campista indefinida. Um velho semideus chamado Shane ficou sabendo sobre o desaparecimento do garoto e passou a investigar, chegando até aqui. Shane alega que esse garotinho matou os pais e veio para cá com suas crias infernais, mas ele sempre foi meu louco. - ela se embaralhava ao falar, atropelando uma palavra ou outra e acabando por se cansar, suspirando - Me desculpa. Eu acho que ele quer você lá para tentar acalmar o garoto e, sei lá, descobrir quem ele é, o que ele fez.

Ela se virava, pondo a mão em seus cabelos e os alisando.

- Ele fez dois cães surgirem. Ele matou uma campista. - sua voz soava séria - Não deixe que as bochechas gordas lhe hipnotize. Apesar de improvável, ele pode muito bem ter matado os pais e... Lá vai eu se embaralhar de novo. Apenas vá e tente resolver isso, certo? Dionísio já abusou muito de mim hoje. Até. - finalizava, sumindo no meio das sombras.

2. Situação


Nikola Azevich
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3. Off-Game

-> 48 horas para postar.
-> Coloque seus equipamentos, armas, pets e afins em um SPOILER no final do post.
-> Qualquer dúvida MP, Chat ou Skype (angpeete).
-> Eu vou deixar essa missão bem liberal pra você, certo? A base foi dada. Esse garotinho não é semideus e muito menos criatura. Ele é um mortal que, de um jeito ou de outro, entrou no acampamento junto com dois cães. Os pais dele foram encontrados com adagas na garganta, então ele está apavorado e assustado, pois muitas coisas ocorreram em pouco tempo... Esse Shane é um xerife, filho de Nêmesis. Ele é o xerife da cidade do garoto, e quando soube do sumiço do mesmo e da morte dos pais, saiu feito louco atrás dele, sendo mandado novamente para o acampamento. Elabore o caso e me surpreenda, protegida de Héstia.
-> Boa sorte.

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Re: [OP] The Pain Doesn't Pass.

Mensagem por Nikola Azevich em Sab Abr 25, 2015 8:56 pm

The pain doesn't pass.
Missão interna one-post

As duas últimas semanas de agosto pareceram se estender além do comum. O mês fora cansativo para a pequena protegida, que tivera suas primeiras missões para estabelecer-se como parte ativa daquilo ali, da família do acampamento, além de treinos constantes até a exaustão, necessários visto a situação alarmante do lugar que chamava de lar. No entanto, aqueles haviam sido bons dias e... Não, não. Deixe-me explicar. Naquele momento, com a constante ameaça à qual vivíamos submetidos, não existiam dias bons, apenas os ruins. No entanto, quando o número de baixas no acampamento não aumentava drasticamente, era um dia melhor que os outros, onde as mortes eram noticiadas e faziam com que todo o processo de luto recomeçasse, juntamente com a fabricação de mortalhas para serem queimadas. Como uma protegida, Nikola sentia-se no dever de contatar os enlutados e ajudá-los a atravessar aquela fase. Não era difícil para ela e lhe dava algum valor, como se finalmente estivesse fazendo algo que prestasse. Talvez fosse por isso que Dionísio mandou que a chamassem naquele dia.

O dia fora extremamente quente, mesmo com o controle climático. Sorrindo, Nikola se ajeitava na grama aquecida ao lado de Zeke para colocar a conversa em dia. Ele era muito mais importante do que a loirinha, levando em consideração que saía do acampamento várias vezes em busca de cumprir missões, enquanto a Azevich permanecia mofando ali, à espera de algo que balançasse o pedestal de sua vida e o engatasse no 320 km/h. Mas enquanto isso não acontecia, o melhor a ser feito era ouvir o amigo e orgulhar-se dos feitos dele. Naquele dia, ele contava sobre mais um semideus resgatado que estava prestes a morrer e a garota franzina acompanhou-o na narração, rindo em algumas partes. Era um bom dia.

Noite. Ou melhor, término do dia. A loira caminhava de volta ao seu chalé quando foi abordada por uma garota trêmula, que procurava por ela. Gentilmente, corrigiu-a quanto ao "Agnalda" e confirmou que ela a havia encontrado. Ouviu-a atentamente e sentiu-se estremecer com a história do garotinho. Quando a ainda desconhecida foi embora, Azevich matutou a respeito de seu conselho. Sempre se emcantara com crianças, como poderia resistir àquela? Ainda mais nas condições que o pobrezinho se encontrava. Cruzando os braços como um sinal de proteção própria, encontrou o chalé, deixando-o minutos após a entrada com alguns de seus itens. Estava na hora de ter uma conversa amistosa.

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- Agnalda, esse é seu trabalho. Acalme o pirralho e veja se consegue convencê-lo a nos contar o que houve. Se um protegido não conseguir fazer isso, Zeus bem sabe quem o fará. - Ao ver que Nikola ainda permanecia parada à sua frente, Dionísio esmurrou a mesa, zangando-se. - Vá logo, não aguento mais o choro infernal! Se todos os deuses reclamassem seus filhos nessa idade, eu já estaria louco! - Guardando para si mesma as opiniões a respeito do deus e sua loucura, a loira escorregou rapidamente para a sala reservada ao garoto. Quando o viu, quase quis tomá-lo entre os braços e confortá-lo, mas resguardou-se devido ao conselho da moça que a chamara para o serviço. Analisou os cabelos loiros e a pele pálida dele, além dos olhos verdes, que estavam inchados e avermelhados devido ao choro. Era o típico caucasiano. Quando ela abrira a porta, a criança imediatamente se calara, talvez percebendo que conseguira alguma atenção. Agora, a encarava, como se medisse a protegida e tentasse enxergar suas verdadeiras intenções. Crianças e suas manias. Puxando uma cadeira, Nikola se sentou à frente dele e abriu seu melhor sorriso, tentando passar a ele sua aura tranquila e apaziguadora.

- Olá, mocinho. Sou a tia Nikola. Pode me dizer seu nome? - O garoto fungou e esfregou o dorso da mão no nariz. Encarou a própria mão e falou, colocando atitude em cada uma das palavras.

- Você não é minha tia. Eu nem conheço você. Por favor, não tente ser minha amiguinha. - O choque foi tão grande que Azevich mal compreendeu o momento. Demorou alguns segundos para que assimilasse a forma correta que ele usava ao falar e o fora que dera nela. - Mas meu apelido é Bobby, de Robert. - Respirando fundo, a loira recobrou o sorriso, mas estava sombria.

- Tudo bem, Robert. - Fez questão de frisar o nome em si. - Quero saber o que realmente aconteceu. E não ouse mentir. - O garoto a encarou e abriu um sorriso que a assustou.

- O problema aqui, Nikola, não é o que aconteceu. É o que você faz as pessoas acreditarem que aconteceu. Eu tenho sete anos, não é mesmo? Olhe direito. - A protegida o encarou como se não acreditasse no que ouvia. Levantando-se da cadeira, andou de um lado para o outro, com os braços cruzados em frente ao peito. - Eu tenho uma doença. O pobre Dionísio acredita que eu sou um sinal, mas não sou. O seu problema vai ser provar isso para ele antes de me deter. - Robert encarou as próprias unhas antes de voltar os olhos para Azevich. - Meus pais? Eu era adotado, fala sério. Ambos semideuses. Precisei matá-los. Eles tinham medo de conceber uma criança e passar os genes malditos dos deuses para ela, então procuraram uma casa de adoção. Eles tinham o arsenal, precisavam se proteger. Eu apenas... Usei o que me era oferecido. Aposto que fiz um ótimo trabalho. - Nikola sentiu o coração perder uma batida. A criança falava tudo para ela com tanta naturalidade que lhe dava calafrios. Precisou se sentar novamente para recuperar a linha de pensamento.

- Por quê? O que eles fizeram? Eram um casal honesto, tentando tocar a vida. É difícil para uma criança compreender isso e...

- Eu já disse que não sou uma criança. Você ainda não entendeu, não é? É burrinha, pelo visto. - Ele se ajeitou na cadeira de modo que pudesse ficar confortável. - Hipopituitarismo. Uma doença que não me permite produzir muito hormônio de crescimento. Fiquei assim, desde tamanho, e tenho sido bem útil. - Azevich respirou três vezes. Ainda estava assustada demais para conseguir continuar naquela conversa.

- Mas eu não consigo compreender o motivo. Se você é normal, porque descontar nos seus pais?

- Eu enxergo através da Névoa. Sempre fui capaz de ver o que semideuses fazem e sempre tive inveja. Um dos meus amigos era um semideus nojento e sempre tirou sarro de mim porque eu não era útil como ele. Foi minha primeira vítima. - Deu de ombros. - Nesse momento, por exemplo, estou nutrindo um ódio por você. Mas também tenho pena. Como vai conseguir provar algo para alguém? Você não é importante aqui. Pensa que não sei ao seu respeito? Uma doce e pobre protegida. Deixada de lado, rondando em busca de amor. E aí, o que era? Uma mãe puta? - O cérebro da loira fervilhou.

- Não ouse. Falar. Da minha. Mãe. Nunca. Mais. - Empertigou-se na cadeira e apoiou as mãos na mesa.

- Ops, toquei em seu ponto fraco? Como era vê-la de pernas abertas para qualquer um? - O sorriso dele era maléfico. Devia saber que estava torturando a pobre Nikola. - Algum dos caras deu um tratamento nela e em você? As mais santas são as piores. - Movida por uma força que nem conseguia compreender, Azevich levantou-se rapidamente, afastando a cadeira. Curvou-se sobre a mesa para encará-lo nos olhos.

- Se quiser manter a língua, é melhor parar de falar. - Ela não era daquele jeito, algo a estava levando a sair do sério.

- Eu bem que gostaria de ter provado da experiência dela. Dizem que as mais velhas dão um trato daqueles. - Sacando a adaga, a protegida espetou-a na mão do "rapaz", que gritou e começou a chorar, não demorando para que Dionísio invadisse a sala e gritasse com ela. Antes que saísse, ela ainda conseguiu ver um sorriso brincar nos lábios de Bobby.

Do lado de fora, limpou a adaga, retirando qualquer resquício daquele sangue sujo. Tinha seu caso, mas se contasse para alguém, pareceria uma desvairada. Passou as mãos pelo cabelo, pensando no que fazer. Iria procurar o xerife que chegara ao acampamento, era sua última esperança.

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- Eu acredito em você. Totalmente. Eu estou na cola do Robert há bastante tempo, mas todos me chamaram de louco quando revelei as informações que possuía. E Dionísio não vai acreditar em você agora que deu uma facada bem dada na mão da criancinha indefesa. - Por algum motivo, a garota riu. Ainda não aceitara que tinha mesmo feito aquilo. Estava fora de si. - Se o louco decidir mantê-lo aqui, precisaremos ficar de olho. Tem algo que estamos deixando passar. Recomendo que vá e durma um pouco. Resolveremos isso quando puder, senhorita. - Assentindo, Nikola bocejou. A raiva ainda não passara completamente, mas precisava descansar. Dessa forma, despediu-se de Shane com um aperto de mão, com a impressão de que o veria por muito tempo ainda.

adicionais:
Como começar a explicar? Desde que li a missão, só penso na Esther, de A Órfã. A doença da personagem existe na vida real e é capaz de não permitir o crescimento de pessoas que a possuem. Você pode dizer "Ué, mas essa missão não teve nada.", mas teve. A dificuldade que Nikola terá para encontrar alguém, fora Shane, que acredite nela será enorme, fora a punição que ela deverá sofrer pela parte de Dionísio, que queria "proteger" a criança, pelo menos por ora. Enquanto eu escrevia, comecei a perceber que o que pensei era algo muito maior do que a missão abrangia e deixei uns nós para serem solucionados posteriormente. O importante é que agora a criança está no acampamento e se tem um caso para investigar, visto que o ponto era criar o caso q. Sinto muito por decepcionar, mas eu realmente precisaria de pelo menos umas duas missões para concluir o que pensei para essa, visto que podar não é uma solução. Vai ter o crescimento da própria Nikola e isso é algo que eu quero muito escrever. Dessa forma, peço desculpas.
itens:
• Adaga [Madeira e Aço // Com o cabo de madeira e a lâmina de aço, a adaga tem fio em ambos os lados, com cerca de vinte centímetros de comprimento // Comprado na Loja do Acampamento].
poderes utilizados:
passivos:
[Nível 03] Empatia – Os protegidos de Héstia possuem uma sensibilidade no sentido de sentimentos, portanto, são capazes de perceber as emoções e sentimentos de todos ao seu redor com apenas um olhar.
ativos:
Error 404 - Not Found;


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Re: [OP] The Pain Doesn't Pass.

Mensagem por Dionísio em Dom Abr 26, 2015 7:29 pm

1. Recompensa


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Comentários: Eu fiquei dividido quanto ao que fazer. Vamos por partes, OK? Começaremos com a base complicada que dei. O menino matou seus pais - que, conforme sua ótima narração, eram adotivos -, entrou no acampamento, trouxa dois cães infernais, matou uma campista e ainda conquistou Dionísio. Sua narração foi incrível, conseguiu me conquistar, mas temos que ter em mente que as partes dos cães, da morte da campista e, principalmente, da entrada do jovem, ficaram em vão. Eu li duas vezes e tenho certeza de não ter visto nada sobre como o mortal entrou sem ter sido convidado por ninguém. OK, isso vai lhe tirar alguns pontos, mas vamos continuar. Depois da base, deixei um recado: surpreenda-me, protegida de Héstia. E isso, de um jeito ou de outro, foi feito. Achei interessante o enredo do garoto, a forma como pensa, como age. Sua escrita foi linda, correta, sensata. E, realmente, você deixou um espaço bem aberto pro que aconteceria. Você conseguiu descobrir sobre o garoto, mas foi falar com o xerife, outro que não conseguira convencer Dionísio, algo pouco incoerente. Sem muita enrolação - mais do que já teve -, vou dar meu pensamento sobre sua missão: boa e bem escrita, porém vaga.

2. Observações


-> Parabéns.
-> Não quis fazer a narração, mas Dionísio a ofendeu e mandou embora, indo cuidar do garoto. O xerife, ao ouvir sua história, foi falar com Dionísio, tendo uma conversa de homem pra homem. Após muita conversa, Dionísio cedeu uma oportunidade, indo averiguar. O garoto, enquanto a dupla brigava, fugira. Ninguém sabe como ele entrou e por que os cães o obedeciam, mas sabe-se que aquilo era sinal que as barreiras mágicas já não eram mais tão mágicas assim.
-> Missão finalizada. Sem gastos de HP, sem post recuperação.
-> Boa sorte na jornada, semideusa.


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