[MPP] Trapped In The Dark

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[MPP] Trapped In The Dark

Mensagem por Ártemis em Qua Abr 29, 2015 1:34 pm

1. Narração


Mais um dia comum. Pessoas desaparecidas, campos de morango pegando fogo, espíritos da natureza mortos, monstros invadindo e sendo detidos pelos patrulheiros... Mas até quando aquele tipo de coisa permaneceria acontecendo? Estava bem óbvio que o acampamento estava se desestabilizando, buscando forças sabe-se lá onde para continuar de pé.

Naquele dia, foram resgatados campistas na floresta e nos campos de morango. Diziam que haviam sido emboscados por alguma coisa e quase não conseguiram resistir. Alaska e Allan foram chamados para a situação, mas mandados para situações diferentes. Alaska deveria verificar a floresta, onde a situação estava pior, enquanto o filho de Ares deveria ir até a outra localização para resolver o problema dos focos de incêndio e destruição. Como se sairiam na primeira missão?


2. Informações


• Alaska, você deverá enfrentar dois Ettercaps que estão emboscando e machucando campistas. Por algum motivo, não estão matando ninguém, descubra-o e faça o que achar melhor de acordo com a personagem.

• Allan, o problema nos campos é causado por um goblin e um diabrete trabalhando em conjunto. Solucione-o e ajude a acabar com os focos de incêndio, ou não. Faça o que achar melhor de acordo com o personagem.

• Narrem suas reclamações, mas não se demorem nessa parte. Serão chamados por Quíron e as informações serão dadas por ele, quero que isso conste no texto. Após a missão, fazer um relatório ao centauro. DEVEM enfrentar os inimigos, não se esqueçam.

• A missão se passa à noite, então lembrem das dificuldades de visão e afins. A base é bem liberal, então me surpreendam.

3. regras gerais


-> Prazo: 06/05
-> Armas e poderes em spoiler, ao final do post.
-> Pets não permitidos.
-> Ao postar, MP para que a avaliação não tarde. Dúvidas, aumento de prazo, qualquer coisa, MP. Sério, eu sou legal, então conversem comigo sobre o que precisarem para essa missão. Boa sorte a ambos.
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Re: [MPP] Trapped In The Dark

Mensagem por Alaska Selwyn Letäleq em Ter Maio 05, 2015 12:31 am


TRAP

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O dia amanheceu com um clima frio e gélido, com o céu nublado, e tempestade. Havia levantado por volta das 9 horas da manhã, dias depois de ter sido reclamada como cria de Athena, no coliseu — e até então, minha estadia com a prole da deusa se mantinha agradável, com a exceção das discussões frequentes entre um ou outro. Diferentemente deles, eu passava mais tempo na arena/coliseu, concentrando-me em combate com armas, contra bestas e monstros, durante a noite e o dia, ao invés de horas em uma biblioteca.

Apesar da chuva atual, e de estar me preparando para o coliseu, um tumulto afora tomou prioridade: soltei meu escudo de bronze, e me aproximei da janela — um agrupamento de resgate vinha da floresta, constituído por cerca de nove semi-deuses. Uns deles, eu sabia de quem se tratava: Alecxander e Kai, proles de Perséfone e Poseidon, respectivamente: também muito frequentes na arena. Além dos dois, todos os demais que os acompanhavam estavam feridos, ofegantes e cansados, trazendo com sigo os resgatados daquela manhã;  frequentemente, durante essas semanas, tem sido realmente necessário a demanda constante de semi-deuses capacitados para a patrulha ao redor da colina, assim como para os resgates pela floresta, afim de resolver a situação do que assolava o único local onde podíamos ser considerados seguros. O clima, o desaparecimento de semi-deuses, de ninfas e dríades, os aparecimentos constantes de monstros: todos nós tínhamos ciência de toda a devastação a que estávamos submetidos. Saí para conferir a situação dos resgatados.

Tive de passar por entre a aglomerarão de pessoas, antes de alcançar uma boa visão. Os resgatados pareciam ainda piores de perto, com feridas ao longo de seus corpos, e olhares vagos e vazios, inteiramente inertes. "Podem levar, eles precisam de cuidados", ordenava um de corpo esguio, Alecxander: possivelmente o primeiro responsável pelo resgate, devido a sua autoridade. "Por favor, eles ficarão bem, e só precisam de um descanso. Voltem para seus afazeres, por favor", prosseguia um segundo, que dispersava o amontoado de pessoas. Kai.

Acompanhei o recolhimento dos semi-deuses à vista, até perder-los na minha área de visão. "Alaska? Alaska Letäleq?", ouvi meu nome, virando, e me obrigando a prestar atenção em um sátiro que se aproximava às pressas, tentando manter o equilíbrio. Respondendo ao sátiro, andei em sua direção, erguendo uma das mãos para que ele pudesse me ver e localizar. "Graças aos Deuses. Por favor, me acompanhe, Quíron solicita sua presença imediatamente," mencionava, se encolhendo sobre a chuva. Levou seu palmo até o rosto, como quem quase estivesse deixando de falar à algo, ou alguém, "Alecxander e Kai, vocês também": se referia aos dois responsáveis pelo agrupamento de resgate, que se aproximavam ao notarem o comportamento urgente do sátiro, já julgando estarem sendo convocados.

Olhamos-nos sucintamente, debaixo da chuva, antes de prosseguimos no menos tardar atrás do sátiro. A tempestade parecia açoitar toda a colina. Ao passarmos pela porta, um calor confortável nos recepcionou agradavelmente, extinguindo todo o frio da chuva afora. "Providencie algo seco para eles, Aaron, por favor", pedia a voz rouca e cansada, que impressionantemente, e infelizmente, vinha de Quíron, que repousava em uma das extremidades de sua sala. "Sinto muito ter de convocar-los dessa forma, mas não podemos ser tão cerimoniais ao ponto de adiar decisões importantes e cruciais. Alecxander de Perséfone, Kai de Poseidon e Alaska de Athena, se aproximem". Na medida em que entrávamos definitivamente na sala do centauro, o sátiro vacilava pela sala. "Alaska, sei que suas expectativas de me encontrar nos meus melhores dias eram altas, mas não se incomode," relatava, como se soubesse como me sentia um tanto quanto incômoda ao ver Quíron, nosso ideal de esperança, tão vulnerável, "Tenho uma missão para você. Fiquei sabendo que anda com uma frequência louvável pela arena, e tem sido bem notada pelas suas preferências. Acredito que será uma boa opção para o que vou lhe pedir, e que tratará com seriedade". Após um intervalo, e uma tosse, ele então se voltava para os dois rapazes que me acompanhavam: "Alecxander e Kai, me passem um relatório sobre o resgate". Alecxander, foi quem deu um passo à frente, "Quíron, nós os encontramos em uma gruta, na extremidade menos frequentada da floresta. Estavam envoltos em umas espécies de linhas — pendurados — do qual não fazemos a menor ideia do que era feito, já que não tivemos reação o suficiente para inspecionar, sendo que tentaram impedir o resgate. A real tragédia, é que foram as feras responsáveis pela tentativa, mas sim, uns dos nossos: reconhecidos como protegidos de Héstia. Eles não pareciam saber o que estavam fazendo, e era como se recebessem ordens de forma indireta de algo, ou de alguém", relatou, "Se Héstia estiver por de trás, sugiro que informe à Zeus o mais rápido possível". Kai olhou para o companheiro, e depois para Quíron, "Eu também acredito que não tenham feito por livre e espontânea vontade, e provavelmente, algum deus está por de trás, ou no mais, não apenas um, já que Héstia não teria influência o suficiente para isso. Sugiro também que verifique possíveis responsáveis pelos raptos no bestiário". "Será feito caso seja necessário, Alex, e suas ideias serão levadas em consideração, Kai. Vocês estão dispensados, obrigado". Os dois se entre-olharam, e se retiraram em seguida, despedindo-se de nossa presença.

Agora só restavam eu, e o sátiro. "Muito bem, Alaska. Sua missão tem a ver com o resgate que foi feito na floresta, o mesmo que Alecxander e Kai lideraram hoje pela manhã. Quero que encontre a fera que está emboscando e ferindo nossos semi-deuses. Sem divagações, aja imediatamente".

»»»

Estava recolhendo os meus pertences que julguei necessários: o anel, que estava envolto em um de meus dedos, a pulseira, presa ao meu pulso direito, e um esqueiro. Apropriei minhas vestes para o clima e para a floresta, prendendo as madeixas de meu cabelo, e saindo porta afora. O ar gélido preenchia todo o percurso para a biblioteca, assim como a tempestade: algo com relação ao modo como os resgatados haviam sido encontrados me levava a conferir minhas suspeitas.

Em passos largos, atravessei o pavilhão, o anfiteatro e o coliseu, até a construção de arenito e mármore, preenchida por prateleiras e prateleiras de toda a informação que eu viesse a precisar. Entrei, olhando a quantidade desprezível de pessoas usufruindo da biblioteca e me deparei com o responsável pela localidade: um da prole de Athena, Sam Porttoff. "Sam. Preciso que traga uma coisa para mim", sibilei, tomando proximidade, "Preciso do bestiário". Ele me olhou com uma expressão de falsa responsabilidade, virando-se: "De acordo com os registros eu não posso fazer isso por você. Há um limite para pegar e devolver qualquer coisa daqui, e você já abateu a cota", perfeito. Pus a mão em um de seus ombros, subindo para a nuca de seu pescoço e o aproximando de meu rosto: "É triste como a única coisa que consigo sentir por você é preguiça" [Habilidade PASSIVA - Lábia Diplomática] — não que eu estivesse com pressa, mas eu preferia ir o quanto antes para a floresta, e resolver o que eu tinha para resolver. Quando ele respondeu, olhou para mim e soou como um resmungo: "Você já excedeu a cota de registro, não posso te entregar nada daqui, sinto muito ". Era impressionante como Sam fazia o típico progênie de Athena. Respirei profundamente, já que não estava nem na metade da conclusão da missão, e tinha que confirmar minhas suspeitas sobre o monstro que andava emboscando os semi-deuses pela floresta. A única pessoa entre mim, e o bestiário, era ele, então soltei minha mão de sua nuca, retrucando de forma impertinente, "Há uma linha muito tênue, entre arrogância e estupidez. Pelo mais incrível que pareça ser, você está usufruindo dos dois. Se eu fosse você, serei sincera: eu tirava essa sua bunda fofa daqui, e ia me trazer o que eu te pedi, já pela terceira vez". Fui direta o suficiente. Ele me olhou por um demasiado instante, hesitante, mas sua estupidez parecia ter sido um bom pretexto para que as coisas simplesmente acontecessem por ali.

Sam não demorou muito para que me entregasse o bestiário, e assim que o tive em mãos, pude confirmar aquilo que eu já sabia, e que me incomodava desde a reunião na sala de Quíron: ettercap. O sentimento de incômodo mudou para ansiedade em instantes, e pesou sobre o meu raciocínio: sendo um monstro ou não, eu teria que lidar com a situação. Saí da estrutura de mármore, e no espaço de tempo entre convencer Sam, e pegar as informações necessárias, a chuva havia reduzido à meras gotículas do lado de fora. Já sabendo o que aguardar, fiz uso de um de meus armamentos, apossando-me de uma espada de bronze celestial instantaneamente. "Além das bestas, possivelmente posso dar de cara com um protegido de Héstia...", refletia, enquanto já me dirigia para a floresta. "Tenho que começar uma dieta social", me referia à Quíron.

»»»

A floresta estava úmida devido a chuva anterior, e vazia. Suas árvores intermináveis estavam ali, inclusive as que haviam sido derrubadas pela tempestade. O frio ainda se apossava dos ventos que sopravam, e o céu se mantinha nublado, por mais que a chuva tivesse cessado. Eu andava na direção de uma das extremidades da floresta, onde Alecxander, a cria de Perséfone, havia dito que teria recuperado os semi-deuses, e enfrentado uns protegidos de Héstia.

Me esgueirei pela vegetação, empunhando minha espada de bronze, quando notei, no chão, um vestígio de teia: "Eles devem morrer, eu quero matar,", murmurei, soando como um sussurro: "Seria perfeito se eu tivesse alguém com quem compartilhar essa ironia". Após aproximar o cume de minha espada da única pista aparente, ouvi passos se aproximarem à leste. Comprimi os lábios, e desfiz minha lâmina, recuando para uma árvore próxima de um tronco extenso o suficiente para esconder minha silhueta, ouvindo atentamente aos passos.

Como estava próxima da gruta, supus que poderia se tratar de um protegido de Héstia, e mesmo se não fosse, inerte estaria mais conveniente do que acordado, vacilando por entre a floresta. Assim que pude notar a desaproximação do os passos, fiz uso de meu escudo de bronze, afastando-me da árvore em um intervalo suficiente para que lançasse a arma contra a cabeça do empecilho, o desmaiando sobre o chão. "Sua meta pra essa semana: esquecer de se lembrar", rui, recolhendo meu escudo, que voltara sem devaneios para minha posse; desutilizei-o, e me aproximei. Era um rapaz. Arrastei seu corpo para uma moita alta, afim de não correr riscos. A partir daí, vendo que havia exercido minha função até então, rumei novamente para a gruta, de cara limpa, como se nada tivesse acontecido.

Assim que minha visão alcançou a caverna, uma espada já se formava em meu palmo direito: era entrar e sair.

TRRREEEEEC!

Olhei para o lado, e meu corpo respondeu de forma amadora: uma árvore caía em minha direção. Apesar de soltar meu corpo para frente, um galho solto cortou minha pele, desde a ponta do ombro, até o cós das costas. "Puta merda!", grunhi. Eu mal havia entrado na maldita caverna e já tinha um belo de um ferimento cruzando e enfeitando meu corpo, vazando sangue. Mordi o lábio, forçando o punho sobre o cabo de minha espada, "Quer saber, foda-se", soltei. Após uma respiração profunda, me levantei, com apoio da mão livre.

O som de passos me contemplando. As árvores que tinham para cair durante a tempestade, já haviam caído: essa de agora não era fruto da chuva, já que do céu, não caía mais nenhuma gota. Quando vi, três das feras saíam de dentro da caverna, sucedidos de outros dois, que vinham pelos flancos da floresta — provavelmente, os responsáveis pela árvore que havia sido derrubada. "Merda", murmurei [Habilidade PASSIVA - Capacidades de Combate]. Ainda que sentisse dor e agonia de minhas costas, devido ao ferimento recente, brandi minha espada, e meu escudo, pondo-os à frente do corpo. Eles se aproximavam com lentidão, empunhando lanças, outros dois, posicionando arcos: "Já perdi as contas de quantas vezes eu achei que tinha chegado no meu limite, e continuei como se pudesse ignorar toda a intensidade", sibilava, permanecendo pacientemente imóvel, enquanto ambos os monstros se aproximavam. "Não será hoje que vai ser diferente".

Eles avançaram, os três primeiros, com suas lanças. Me limitei a me lançar sobre o solo úmido, erguendo o escudo na frente do rosto, deslizando ao encontro destes, evitando suas ofensivas com as lanças. No momento certo, basicamente pontual, me levantei, atacando com o peito de bronze de meu escudo contra a face de um primeiro, e infligindo ataques verticais com minha lâmina nos segundos. Eles rebatiam a minha espada, enquanto o que se encontrava atordoado voltava ao seu foco inicial. Uma flecha. Senti, em minha perna direita, a ponta de uma flecha penetrar minha pele, causando-me dor, e arrancando um urro abafado de minha boca.

Um dos lanceiros me arremessou contra o chão, visto o acerto daquela flecha infame. Capotei uns bons metros de distância, mantendo meu pulso firme à espada e escudo: o corpo da flecha quebrara, deixando a ponta imersa, sem boas possibilidades para que eu pudesse tirar. Arfei, vendo os arqueiros prepararem seus arcos; em um instante, minha espada deu lugar à uma lança — que agora, perfurava o corpo de um deles. "Desculpe,", mencionei, enquanto virava-me, me erguendo com o apoio em um árvore, apenas com o escudo em posse "Errei, não deveria ter atravessado o seu peito". "Minha mente não sabe lidar com coisas mal resolvidas, ela não me deixa em paz enquanto eu não terminar tudo que estiver precisando terminar", apesar da perna, e das dores, respirei fundo: avancei. Evitei uma das flechas do arqueiro restante com o escudo, lançando-o em seguida contra seu rosto; com impulso dos calcanhares, aproximei-me dos outros três monstros, retirando minha lança do corpo da fera já abatida, que mudava novamente para uma espada de bronze celestial, fincando a lâmina na perna de um dos primeiros, "Me diga, dói muito?", disse, aprofundando ainda mais a espada "Porque em mim está sendo insuportável". Retirei a espada, deslizando a lâmina em seguida em seu pescoço, apossando-me novamente do escudo, que vinha em minha direção logo após ter norteado o arqueiro.

Faltavam dois, e meu corpo se esforçava para se defender, e atacar. Irritantemente, um deles conseguiu esgueirar sua lança por meu escudo, acertando-me um dos flancos, proferindo-me mais um corte. O outro, tentava dar suporte ao primeiro. Tratei com indiferença o mais novo ferimento, oferecendo ofensiva-defensiva contra os dois, outrora, sendo atingida com a ponta de suas lanças: em uma última instância, desviei de dois ataques sucessivos, fincando o cume de minha espada em um, e logo em seguida, em outro.

Meu corpo ardia. Os ferimentos eram indescritivelmente dolorosos, e ficar sobre apenas uma perna era a único sinue comportamento que aliviava inutilmente a dor da flecha que se instalava em minha pele. "Muito bem,", arfei, olhando ao redor, "Vamos dar uma olhada na gruta, e dar o fora".

»»»

Em suma: a gruta estava recheada de protegidos de Héstia, desacordados, e preenchida de nada mais, nada a menos, do que teias em suas extremidades. Assim que voltei e notifiquei Quíron, foram arquivadas as mortes dos monstros, considerando-os abatidos, e uns semi-deuses foram encarregados de voltar à gruta e trazer consigo todos os protegidos de Héstia.

Parabenizações à parte, passei o resto do dia sobre cuidados da prole de Apolo, em suas enfermarias, devido à gravidade de meus ferimentos.

ADENDOS:
Habilidades PASSIVAS:
[Nível 01] Perícia com Armamentos – Os filhos de Atena sabe usar muito bem qualquer tipo de armamento de combate que lhe seja apresentado, como escudos, armas e armaduras, mesmo sem nunca ter tocado em um.

[Nível 03] Sabedoria Superior – Os filhos de Atena leem muito, por sua insaciável curiosidade e paixão por livros e conhecimento. Assim, possuem exímias noções sobre qualquer tipo de matéria, como linguística, física, química, arquitetura, além de outros ramos.

[Nível 05] Perícia com Escudos – Os filhos de Atena são capazes de manejar muito bem o escudo, além de usá-lo bem como arma solo, poderá manejá-lo melhor acompanhado com outro tipo de arma.

[Nível 06] Combate Sábio – Os filhos de Atena, além de manejar bem qualquer tipo de armamento, será o diferencial em batalhas, podendo ter respostas imediatas à qualquer tipo de arma, como se fosse treinado há muito tempo com elas.

[Nível 07] Rastreamento – Os filhos de Atena são capazes de rastrear azeitonas – um dos símbolos de Atena são oliveiras –, um poder útil de localização, quando utilizado em conjunto com um ativo em especial.

[Nível 09] Lábia Diplomática – O filho de Atena convencerá muito mais facilmente os outros de sua opinião, através da lábia diplomática que tem, podendo também ser ótimo negociador.

[Nível 10] Capacidades de Combate – A força, a resistência, a agilidade e a velocidade aumentam quando o filho de Atena luta contra mais de um inimigo, a intenção é claramente deixar a batalha mais justa, afinal, a deusa preza a guerra justa.

Habilidades ATIVAS:
[Nível 02] Olhos Lunares – Os olhos da coruja costumam brilhar na cor prateada durante a noite e estas possuem uma exímia visão noturna, portanto, os olhos do filho de Atena tornam-se prateados como a lua e passam a enxergar no escuro como se fosse dia.
Gasto: 5 PM por turno.
Evolução: Além da visão noturna, poderá enxergar a 100m de distância com perfeição.

[Nível 04] Voz da Sabedoria – O filho de Atena sempre terá a opinião valorizada, mesmo dentre os inimigos, esse poder, quando ativado, fará que qualquer coisa que o semideus disser, será compreendido como verdade absoluta, portanto, prontamente atendido. Atenção: Deverá sempre ter uma justificativa plausível, não é simplesmente um charme usado por filhos de Afrodite, mas a credibilidade em uma opinião de um sábio. Usado apenas duas vezes, no máximo, por missão.
Gasto: 10 PM.
Evolução: Poderá usar cinco vezes por missão.

[Nível 08] Escudo Bumerangue – O filho de Atena consegue lançar o próprio escudo como se fosse um bumerangue, com grandes chances de acertar seu alvo e este voltará a mão do semideus.
Gasto: 5 PM + 5 PR.

Evolução:O escudo poderá atingir até 3 alvos distintos, até voltar para a mão do filho de Atena.

[Nível 10] Raízes de Oliveira – O filho de Atena cria uma oliveira e utiliza apenas de suas raízes para que prendam o pé do inimigo.
Gasto: 15 PM.
Evolução: Poderá prender até três inimigos e fogo ou cortes com metais não surtirão efeito para enfraquecer o aperto.

ARMAMENTO:
• Anel da Guerra [Bronze Celestial // Um anel de bronze celestial que possui a capacidade de se transformar em qualquer arma que o semideus assim desejar, esta também em bronze celestial. Ao se afastar muito do dono, volta magicamente para seu bolso em forma de anel // Presente de reclamação de Atena].

• Escudo Bumerangue [Bronze Celestial // Um escudo redondo feito em bronze celestial que se transforma em uma pulseira quando não está em uso. Pode ser lançado contra o inimigo, sendo encantado para sempre voltar magicamente para o braço de seu dono no fim do turno, assim como, caso seja roubado ou perdido, a pulseira tratará de aparecer de volta em seu bolso após dois turnos // Presente de reclamação de Atena].

Habilidades de TREINO:
NULO

LEGENDA:
ALASKA
QUÍRON
NPC

NPCS USADOS:
AARON - sátiro [PARA MISSÕES]
ALECXANDER WILL - cria de Perséfone [PARA MISSÕES]
KAI LOWRY - cria de Poseidon [PARA MISSÕES]
SAM PORTTOFF - cria de Athena [PARA MISSÕES/ARENA]
JOE ROCKWOOD - cria de Dionísio [PARA MISSÕES/ARENA]
JÄIWOLFF CARTER - cria de Ares [PARA MISSÕES/ARENA]
ZYAN MÖRTH - cria de Afrodite [PARA ARENA]



ALASKA
Leadership is a potent combination of strategy and character. But if you have to do without one, that is strategy.
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Re: [MPP] Trapped In The Dark

Mensagem por Ártemis em Sab Maio 09, 2015 9:57 pm

1. Considerações e Avaliação




— Alaska, Alaska, Alaska... A missão foi muito boa, mas senti uma quebra na coerência. Teoricamente, você é uma novata. Enfrentar tantos Ettercaps seria uma péssima ideia e foi exatamente por isso que eu falei que deveriam ser apenas dois. Você fugiu do ponto obrigatório. Também notei vários erros gramaticais, como "com sigo", "semi-deuses", "perder-los", "sobre a chuva", "convocar-los" e "esqueiro", que deveriam ser consigo, semideuses, perdê-los, sob a chuva, convocá-los e isqueiro. Ah, devo ressaltar também que Quíron é um centauro, não sátiro. No geral, foi uma missão muito boa, devo parabenizá-la.
— No mais, boa sorte na jornada, semideusa.


2. Pontuação




As recompensas possíveis são:
• Quatrocentos pontos de experiência (400 EXP);
• Duzentos e cinquenta dracmas (250 dracmas);
• Alteração de título de Indefinido para Novato, com a bonificação de cinquenta pontos de experiência (50 EXP)
• Pontos de Fama: +2


Alaska recebe o valor de trezentos e oitenta pontos de experiência (380 EXP) e o valor de duzentas e quarenta dracmas de ouro (240 dracmas), além de descontos de sessenta pontos de resistência (- 60 PR), quarenta e cinco pontos de vida (- 45 PV) e trinta e cinco pontos de mana (- 35 PM).
Alaska recebe o aumento de seu título de Indefinido para Novato, recebendo a bonificação pela conquista no valor de cinquenta pontos de experiência (50 EXP), além de dois pontos positivos de fama pela conclusão da missão (+2 Fama).


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