[MPP OP] Claw & Poison

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[MPP OP] Claw & Poison

Mensagem por Eros em Ter Ago 18, 2015 9:02 am

1. Narração


Mais uma fria manhã no acampamento. Todos percebiam isso, a maioria estava preocupada. Eram quase oito da manhã, o que significa que, a essa altura, já deveria estar quente, mas um vento gélido soprava pelo pavilhão aberto, onde todos os campistas estavam reunidos, tomando seus cafés-da-manhã junto a Quíron e, surpreendentemente, Dionísio, o deus do vinho.

Não era surpresa que o Olimpo estava fechado, e os rumores de que os deuses estavam planejando uma carnificina entre seus filhos meio-humanos parecia iminente, mas Dionísio estava lá, como sempre, com sua camisa laranja e shorts caqui, reclamando enquanto se decidia entre uma Coca diet e um suco de uva extra concentrado. Foi quando aconteceu.

Na mesa de Hermes, dentre os indefinidos, um garoto que parecia não ligar muito para o que estava acontecendo acabou tendo sua atenção tomada por um brilho verde que vinha de sobre sua cabeça. Olhando para cima, viu o símbolo de Deméter brilhando sobre si, enquanto todos começavam a comentar sobre. A reclamação era algo que todos os campistas prezavam.

Bem, quase todos prestavam atenção. Dionísio, por sua vez, reclamava com Quíron de sua punição que o impedia de beber vinho, alegando que isso era uma humilhação para com um deus, e que Hermes poderia contrabandear uma garrafa encantada de Vinho do Porto e trazer para ele, mas que o irmão não o fazia de propósito, e ainda por cima “deixava escapar” todas as datas das entregas do vinho encantado para irritar o dramático deus.

Decidindo dar um basta, Dionísio se levantou de supetão, pronto para falar, fazendo todos se calarem. Não por respeito, mas por admiração. Dionísio estava muito ausente, como a maioria dos deuses, então, falar algo em público chamava a atenção. – Como vocês devem saber, meu irmão, Hermes, controla todo o serviço de correio mágico. Ele está transportando algumas caixas de vinho mágico. Se as informações estiverem certas, cada caixa contém 12 garrafas de Vinho do Porto e... eh... – O deus começou a vasculhar os olhos pelos semideuses, até recair sobre aquele que estava com o símbolo na cabeça e apontar para ele. – Você! Filho de Deméter. Você deve ir buscar uma das caixas em meu nome e voltar até o fim da noite. As caixas sairão da sede, em Nova York hoje à tarde.

O deus terminou de falar, como se tivesse dito algo extremamente importante e esperasse aplausos, mas tudo o que recebeu foi olhares incrédulos dos campistas. Pigarreou e disparou um “O que está esperando”, dispensando o semideus recém reclamado, enquanto Quíron ia de encontro ao mesmo para lhe dar os presentes de Deméter.

2. Situação


O personagem deve deixar o acampamento da forma que achar melhor (Com a ajuda de Argus, sozinho, outro tipo de transporte, etc.) e ir até NY, onde deve encontrar a sede dos correios de Hermes. Não irá encontrar o deus, ou qualquer outro deus, mas criaturas e monstros podem ser narrados normalmente. Use a forma que achar melhor para conseguir uma das caixas de vinho (convencendo, invadindo, etc.) e volte. Durante o trajeto (ida e/ou volta) deve enfrentar pelo menos dois monstros de uma ou duas estrelas segundo o Bestiário. No caso de preferir por uma estrela, é obrigatório que enfrente dois monstros juntos.

3. OFF-Game



  • Comece a narração por qualquer ponto desde que eu comecei a narrar, não narre nada antes disso.
  • 7 dias a partir da minha postagem para a resposta.
  • Armas, poderes e mascote em spoiler no final do post. Ativos devem estar separados de passivos.
  • A missão expira em 25/08/2015 (off), caso não tenha postado até a data, será considerada falha.
  • Dúvidas, criticas, sugestões, mande uma MP ou mensagem no Skype (ymargini).


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Re: [MPP OP] Claw & Poison

Mensagem por Gaël Berwanger em Qua Ago 26, 2015 11:58 pm


do i wanna know, if this feeling flows both ways
Sinceramente? No momento em que as foices com os grãos de trigo enrolados apareceram sobre minha cabeça, no meio de uma luz verde, eu quase gritei para os deuses: FINALMENTE, JÁ ACHEI QUE IA PASSAR O RESTO DA VIDA NO CHALÉ ONZE. Mas não o fiz, porque (1) eu estava no meio de indefinidos e filhos de Hermes e (2) era provável que um raio caísse na minha cabeça e me matasse ali mesmo, o que não seria bom para mim, mas, para falar a verdade? Eu não ligava, pois eu mal fora reclamado e “o grande deus Dionísio, qual fizera as honras de comparecer no Acampamento Meio-Sangue, não fazendo mais do que sua obrigação por ser o diretor do local, dera as caras, e além das caras, uma missão para mim”.

Eu basicamente teria que sair da minha zona de conforto (Acampamento Meio-Sangue) para me aventurar até uma loja de correio mágico em New York City, para pegar um engradado de vinho e trazer para Dionísio, claro, ilegalmente, pois rolavam boatos de que ele estava proibido de tomar vinho, então, havia certa probabilidade de outro raio cair na minha cabeça por estar quebrando uma das leis de Zeus, o maioral. Então, simplesmente quando acabei meu café da manhã e me levantei para ir buscar alguma coisa antes de ir, Quíron me trouxe coisas, armas, para ser exato. Uma coroa de bronze e um anel.

— A coroa vai potencializar seus poderes com a natureza, vai ficar mais fácil de controlar a natureza quando você a usa. – E colocou a coroa dourada na minha cabeça. — O anel é uma foice, uma vez ou outra ele pode soltar uma substância que vai paralisar seus inimigos. Aliás, seu mascote, um ent deve estar em cima da sua nova cama, já mandei um sátiro colocar sua mochila no chalé quatro. Boa jornada, semideus. – E simplesmente virou-se e saiu trotando, com sua metade cavalo reluzindo ao pouco sol que fazia.

Coloquei o anel em meu dedo anelar da mão direita, enfim, rumei para o chalé quatro, sentindo um calafrio, minha primeira missão e eu teria de pegar a encomenda de Dionísio no correio. Grande começo, Gaël, grande começo. Pensei.

A mochila estava lá, jogada sobre um dos beliches, notei que apenas dois estavam ocupados, o que mostrava que o chalé poderia ser bem menos cheio, um alívio, afinal eu acabara de sair do chalé de Hermes, onde estavam detidas algumas dezenas de semideuses. Simplesmente pego a mochila e me deparo com algo não tão inesperado. Se remexendo ali fora, havia um bicho ou planta, ou até mesmo os dois, de mais de três metros de altura, o que realmente me assustou. Aquilo deveria ser o ent. Mascote realmente esquisito. Sua superfície parecia ser feita de casca de árvore e seu rosto reto com olhos acastanhados e um brilho verde. Suspirei, e apenas me afastei dali o mais rápido possível, fingindo que aquilo não era meu.


Argus era um cara de poucas palavras, tinha seu estilo surfista e suas centenas de olhos pelo corpo. Ouvíamos uma música maneira, Balaclava dos Arctic Monkeys. A van dirigida tinha logos de morangos, um disfarce, obviamente, deduzi que fosse para transportar os morangos que os jovens cultivavam no Acampamento.

Giro o anel em meu anelar, e a coroa me irritava um pouco, mas eu não fazia questão de tirar, era tudo parte do plano que eu bolara, e continuo bolando. Basicamente, quando Argus me deixasse em NY, eu pegaria um táxi até os correios de Hermes, pegaria a encomenda e voltaria de táxi até Long Island, subiria a colina e ficaria tudo bem, sem ataques. É claro, havia muitos furos neste plano, como, e se o motorista do táxi fosse um monstro? E se eu não encontrasse os correios? Isso, eu não sabia onde ficavam os correios de Hermes.

— Ei, Argus, você sabe onde fica o lugar onde tenho que pegar a encomenda? – Pergunto, calmamente. Ele acena positivamente com a cabeça e aponta para o porta-luvas, deduzo que é para eu abrir, e de lá, tiro uma caderneta preta, ele acena outra vez, e a abro, vejo vários endereços e números, então procuro o endereço que eu precisava, e lá estava. -Olympus Correios – Quinta avenida, número 25416 – Sorrio, pegando a caneta que estava acoplada ao objeto e copio o endereço no fim da caderneta, rasgando a folha e guardando a anotação no bolso da calça.

Recosto-me no banco e observo silenciosamente a paisagem lá fora, que gradativamente mudava de um verde reconfortante a uma paisagem urbana opressora.


Argus me deixa exatamente na entrada de New York, quase pergunto se ele não poderia me deixar na Quinta Avenida, mas deduzo que seria muito abuso, já que ele já me fizera esse favor me trazendo até aqui. Desço da van, e o funcionário do acampamento dá meia-volta, dirigindo, retornando ao lar. Viro-me para Manhattan, a cinzenta e urbana Manhattan. Suspiro, e dou alguns passos pela calçada até encontrar um táxi livre, a taxista sorria, um pouco maligna, mas parecia aliviada de ter conseguido um cliente, ambos entramos no carro e recito o endereço para ela, e a moça, com seus cabelos encaracolados e óculos de grau, começa a dirigir para o local.

Ela falava como uma louça, então apenas liguei o F e olhei pela janela. No táxi, estavam disponibilizados bombons em uma cestinha e água em outra. Pego um bombom e abro a embalagem, dando uma mordida pequena, e logo sentindo o gosto bom do chocolate invadindo minhas papilas. O gosto era tão bom, que não notei quando a taxista começou a se transformar, ganhando garras e presas, além de estar se enchendo de penas.

Solto um grito alto, e o mais rápido possível, tiro o anel do dedo e o transformo em uma foice. O impacto quebra o vidro traseiro. O monstro se vira para mim, atacando-me em meio ao aperto do carro, eu solto outro grito, chutando seu rosto, mas a mulher-ave parece nem mesmo sentir, ela toma impulso e pula para cima de mim, e eu, sem saber o que fazer, apenas me arrasto para o lado, e do nada, a ficha de que o carro estava sem controle, cai.

O zigue-zague louco que o táxi fazia em meio a rua assustava outros motoristas e os faziam buzinar e desviar, meus dedos, envolvidos no cabo da foice, puxam a arma para trás, cortando com precisão uma da asas da harpia. Ela solta um grito agudo, e pressionando seus seios contra mim (o que me assustou mais do que se ela estivesse me mutilando), apertou meu quadril, fazendo nele leves cortes, mas doídos, pode-se dizer. Solto mais um grito quando vejo que o carro corre na direção de um prédio. Não havia como pará-lo, então, num ato de coragem, simplesmente não nada. O carro bate na parede, e com o tranco, puxo a foice para trás outra vez, e agora, cravando a lâmina nas costas da harpia, que de desfaz em pó de monstro, fazendo-me espirrar como louco.

Transformo a foice em anel de volta, colocando-o em meu anelar direito, pegando minha mochila e alguns bombons, saio do carro o mais rápido que eu podia e esperei não ser notado, simples assim. Ao longe, pude ouvir sirenes, logo a polícia estaria aqui. Viro a esquina, sem saber aonde ia.


É definitivo. Eu odeio New York. As pessoas nem mesmo se atreveram a olhar para mim quando saí pedindo informações sobre onde ficava a quinta avenida. O sangramento já parara, mas eu temia que algum monstro aparecesse por causa do cheiro de sangue que insistia em ficar, e, a cada passo, os cortes ardiam para valer.

Virei numa esquina e me deparei com um beco, então dei meia volta. Uma das coisas mais ensinadas no Acampamento Meio-Sangue é que, quando eles moram na cidade, ciclopes costumam ter aparências de mendigos e também costumam morar em becos como aquele, e bem, um ciclopes é a última coisa que quero encontrar no momento.

Fico tentado a pegar outro táxi quando uma mulher me para, ela tem uma aparência bela, tento esboçar um sorriso e ela diz:
— Está tudo bem, você precisa de ajuda? – Isso era realmente esquisito, as pessoas não paravam as outras assim em NY, então aceno negativamente com a cabeça e pergunto:
— Você sabe onde fica a Quinta Avenida? – Tento não soltar um gemido de dor, a mulher assente com a cabeça, então começa a gesticular e falar ao mesmo tempo:
— Claro, é virando a esquina, enfim, tome cuidado. – Ela sorriu, e eu pude jurar que aquilo era um sorriso maligno. Claro que era pura baboseira da minha parte, mas como ela disse, não custava tomar cuidado, então, rumei na direção da esquina, virando a mesma e me deparando com os correios de Hermes. Fora mais fácil do que eu pensara.


Ao entrar no estabelecimento, vejo um jovem sorrindo abertamente, sua pele era negra, e seu cabelo estava preso em um coque apertado, seus óculos quadrados me refletiam de uma forma assustadora, quase como se aquilo fosse um espelho. Sorrio para ele, e digo:

— Olá, vim buscar a encomenda de Dionísio. – Ele estreita os olhos, então aponto para a minha camiseta laranja, e ele toma uma expressão entendida, e entra por uma porta logo atrás dele.

Minutos depois ele volta com um engradado de doze garrafas escuras, com uma rolha alta as fechando. Aceno com a cabeça em agradecimento, pegando a garrafa e tornando a sair da loja. Uma coisa que eu não esperava? Um ser enorme logo na minha frente. Bom, já deve deduzir o que ele é. Sim, exatamente um ciclope, a última coisa que eu queria encontrar neste dia. O monstro levanta sua mão enorme, e bate no meu peito com a mesma, fazendo-me cair para trás com o engradado. Felizmente as garrafas de vidro eram resistentes, e não quebraram.

Transformo meu anel em uma foice, aparando o segundo ataque do ciclope. Seu olho enorme no meio da testa era um tanto assustador. Levanto-me do chão e rolo por baixo das pernas abertas do monstro, o que o enganou um pouco. Suspiro de leve, atingindo-o nas costas com o cabo da foice. Ele urra e se vira na minha direção, erguendo seu joelho enorme na direção da minha barriga. Pulo para o lado, sentindo uma dor insistente nos cortes que levara durante a primeira luta.

Normalmente, eu pensaria em atacar sem nenhum poder, coisa de indefinido, mas de repente lembro-me de alguns poderes que vi os filhos de Deméter praticarem durante os treinamentos de seus poderes. Olho para a rua, que estava deserta, muito conveniente para ele, não? Viro minha cabeça na direção do correio, o jovem que entregara o vinho de Dionísio estava tranquilamente utilizando seu iPod e nem prestando atenção no que acontecia ali fora. Essas duas olhadas deram tempo para o ciclope me dar uma rasteira e falar, meio que urrando:

— O jantar de hoje será ótimo. – Isso me assustou um pouco, eu não queria virar jantar de ciclope.

Voltando aos poderes, corro um pouco para longe dele, ainda na calçada, e sento-me no chão, me concentrando num poder de harmonia, se desse certo, o ciclope se acalmaria, e me daria tempo para acertá-lo em cheio com a lâmina da foice. Confesso, foi um pouco difícil me concentrar, mas logo, eu mesmo me sentia mais calmo, e o monstro parara de urrar. Abro meus olhos e vejo-o recostado na parede, com um sorriso torto no rosto. Agora era a hora de agir.

Pego minha foice, e me utilizando da lâmina, faço um corte profundo em sua barriga, ocasionando num jorro de líquido dourado e logo, uma explosão de poeira também dourara. Eu conseguira. O ciclope, ou melhor, o que restara do ciclope. Transformo a foice num anel outra vez, colocando no anelar direito e buscando o engradado. Havia uma rachadura em uma das garrafas, o que significava que eu de alguma forma, falhara. Solto um suspiro, pensando no esporro que levaria do deus do vinho. Mesmo assim, pego um táxi de volta para Long Island, subindo a colina e logo, já no Acampamento, entrego o vinho a Dionísio.

Tudo:
Armas:
• Foice do Néctar [Bronze Celestial // Uma foice forjada em bronze celestial com um metro e oitenta de altura, e mais sessenta centímetros de lâmina. Quando não está em uso possui a habilidade de se transformar em um anel. Uma vez por missão é possível soltar um estranho pólen no ar que paralisa o inimigo // Presente de reclamação de Deméter].

• Coroa da Terra [Bronze Celestial // Disfarçada em uma coroa de louros, é uma coroa de bronze celestial que dá ao semideus um melhor controle da fauna e da flora. O controle aumenta com o nível do filho de Deméter, além de dobrar efeitos de poderes relacionado a natureza. // Presente de reclamação de Deméter].
Poder ativo usado:
[Nível 02] Aura Harmônica – O filho de Deméter possui uma aura que afeta o próprio semideus e mais um aliado, que acalma os inimigos e os livra de qualquer paralisia ou manipulação relacionada com o medo.
Gasto: 20 PM.
Evolução: Beneficiará 5 aliados no total, além de si mesmo.


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Idade : 21

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Re: [MPP OP] Claw & Poison

Mensagem por Eros em Sex Ago 28, 2015 12:41 pm

1. Narração


Gaël não podia ter chamado aquilo de fácil, mas certamente havia sido muito menos difícil do que poderia ter sido. A viagem de volta para o Acampamento fora bem simples, apesar de que o táxi parou na fazenda fachada, ao invés de na entrada do acampamento. Isso não fora um problema tão grande, mas havia deixado o garoto cansado.

Provavelmente ele agradeceria por isso, uma vez que foi obrigado a ouvir Dionísio reclamar sobre como nem esse vinho encantado era a prova dos poderes de Zeus, e se transformavam em água assim que o deus tentava tomá-lo.

Mesmo irritado, o deus do vinho agradeceu ao garoto à sua maneira e lhe recompensou com alguns dracmas pelo serviço, dispensando-o da Casa Grande.

2. Situação


PV: 220/260
PR: 220/260
PM: 240/260

Alguns cortes e arranhões na região dos braços/costas e leve dor de estômago.

3. OFF-Game


Avaliação:

Coerência Textual: 96/100
Coerência Missão: 99/100
Enredo/Criatividade: 140/140
Objetividade: 60/60

Total: 395xp ou 3 níveis e 95xp

Recompensas possíveis:

400xp, 100 dracmas, +2 Fama por concluir missão com sucesso, título Novato, 50xp por alcançar o título Novato.

Recompensa: 395xp, ou 3 níveis e 95xp, 99 dracmas, +2 Fama por concluir missão com sucesso, título Novato (+ 50xp bônus por atingir título Novato).


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Fama : O Amor era o mais selvagem de todos os monstros.


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